quinta-feira, 31 de julho de 2008

Antes que eu me esqueça...

Eu amo veranico! É impossível ser feliz no frio.
Como diria Narinha...

Hoje eu quero luxo! Hoje só nada, quero é luxar todo dia que eu mereço.
Novidade

Vocês não sabem da maior: Nem esquentei cadeira no studio e acho que já vou me mudar. Quem viver verá, mas podem ficar calmos, vou andar 4 portarias na mesma rua. Como o apartamento é bem maior vamos ter que fazer outro chá de panela pra mobiliar o cafofo novo!
Linda e magra
ou Sibutramina, pra que te quero?

Emagreci horrores recentemente. Uma delícia, mas ainda quero me desfazer de mais uns cinco quilinhos que insistem em não largar desse meu lindo corpinho que não lhes pertence. Tô me sentindo maravilhosa e não canso de ficar olhando no espelho do meu bartirão como estou gostosa. Tomo banho e passo creme me admirando, principalmente minha barriga magra. Depois que eu cortar o cabelo então, ui! aí me como.
Carnaval e Internet

Acabou que nem comentei com vocês como foi o encontro de Internet e Carnaval do qual participei. Adorei. Ainda não conhecia o Centro cultural José Bonifácio, na Gamboa. Como eu disse na abertura da minha fala, que maravilha a internet, ou não estaríamos lá, naquela tarde ensolarada deliciosa, naquele casarão maravilhoso, unidos por nossa paixão comum pelo Samba. Foi tudo ótemo. Fui brindada até com a presença dos meus amigos IS, João Baptista, Vicente-vem-dar-o-cu-pra-gente. Pra completar a honraria, tive oportunidade de conhecer o Meu Leitor! Sim, finalmente ele deu o ar da graça. Gente boa e timido, foi assistir ao evento e ficou até o final!

No final, tudo deu certo, mas foi um dia estranho. Eu tava bem e feliz, até que recebi uma ligação da minha irmã me acausando de ter tirado a bateria do aparelho de pressão da minha mãe. Para tentar evitar ir fazer um exame, minha doce progenitora afirmava estar passando mal. Minha irmã, crédula, quis medir a pressão da velha safada pra ver se levava pra clínica pra fazer a tomografia ou pra emergência do hospital. Eis que o aparelho não funcionava e mamãe mandou que eu tinha tirado a bateria. É, tipo assim, pra que eu tiraria a bateria da porra do aparelho de pressão da minha mãe? Antes de se fazer essa pergunta, minha irmã ligou ríspida. Eu que já não andava boa da cabeça desabei numa crise de choro e esqueci até quem eu era. Felizmente, tenho os melhores amigos que alguém pode ter, entre eles, Vicente. Liguei pra ele que me acalmou e me mandou descer do queijo, parar de frescura e ir pra porra do evento logo. Lá, como eu afirmava não saber o que era samba, muito menos que diabos era internet, ele fez uma pauta pra eu seguir. Claro, com o apoio dele subi no palquinho (o de meu direito, não o queijo do piti) e mal comecei a falar lembrei de quase tudo. Foi tudo ok.
Conferência das Américas

Como somos exibidos e adoramos uma fala, meu grupelho inscreveu uma mesa no evento. Claro, vamos falar de comunicação, cultura e cidade, passando por novas tecnologias, cidadania....
A maravilhosa cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro

Como sou carioca orgulhosa, que ama cada pedra portuguesa do calçamento, em outrubro também participo de um seminário que celebra a honra e a glória deste balneário decadente.

Ando tão cheia de eventos. Em setembro ainda vou a um outro Congresso de Informação científica. Ai-ai-ai, agenda acadêmica lotada.
Palacianas

Sabe como é, Mendonça&Marilda são uma dupla insóluvel. Como ele mesmo afirma, temos uma ligação espiritual. Não seriam alguns quilômetros que nos separariam nossas mentes e corações. Tornamos nossas repartições quase anexas. Trocamos e-mails diários. Sei sempre como anda o expediente do biotério e outras cositas más.
Que acepipe!

Além de me manter informada da movimentação na repartição e no porão anexo, Mendonça não deixa o Mural dos Horrores morrer. Essa semana me encaminou a notícia "Empresa é condenada por pata de rato em lata de ervilha" com o comentário "Hummmm!!!!!!

Quitutinho a mais......". É, tem cálega salivando.
Confissão II

Todo mundo tem talento especial pra alguma coisa, todos são dotados de alguma especialidade. A minha é dar gafes. Menino, rapaz, se tiver uma oportunidade de ficar com aboca calada eu não resito: falo merda. Vai gostar de dar gafe assim sei lá onde.
Confissão

Há 421 e-mails na caixa postal do HTP e não consigo responder. Fora os que li, disse que ia publicar e não tive tempo. Tudo bem, não desaninem, leitoras, continuem escrevendo. Um dia eu dou conta.

domingo, 27 de julho de 2008

Relatório e reflexões

Sábado fomos ver Nome Próprio, no Odeon. Gostei do filme mais que dos blogs ou livros da Clara. Talvez por ser blogueira tb, sermos da mesma faixa etária e termos mais ou menos as mesmas referências. Durante o filme lembrei de várias passagens que relatei aqui, de encontros com leitores, comentários agressivos. Engraçado, com o blog e os livros eu não me identificava.

Na saída, encontrei Cris&Ju. Eles tinham me ligado pra ver o filme, mas eu já tava na rua caminhando apressada para o cinema e não ouvi o celular. Eles detestaram o filme.

Do Odeon fomos tomar um chopinho na Choperia Brazooka. Havia várias comemorações de aniversário. Fiquei pensando que quero que seja logo fevereiro, quero fazer aniversário. Adoro o dia do meu aniversário, adoro ser o centro das atenções e doro ter nascido no verão. Adoro o dia 21 de fevereiro.

Ai, caralho, por falar em frio, vou parar de escrever porque meus dedos estão duros de frio!
Detesto frio

Tenho vivido dias ruins, muitas mudanças na vida, muitos problemas. Pra piorar, esse frio. Se pelo menos estivesse quentinho gostoso, talvez eu pudesse ser mais feliz.
Mistérios insondáveis

Às vezes, na falta de inspiração para posts, leio os spams que recebo. Meu primeiro ímpeto é pensar "será que eles acham que alguém ainda vai clicar no "Tão aí as fotos que prometi" ou "nossa, vc tava muito doida quando tirou essas fotos"? Pior ainda, será que alguém ainda acredita no "vc esetá sendo traído, veja as fotos" ou no "cartão de alguém que te ama"?

Mas nesses momentos lembro do dia que minha irmã me ligou "Roberta, ganhei na loteria nos estados unidos!". "Renata, alguma vez vc jogou na loteria nos estados unidos? Não, né? Então vc não ganhou na loteria nos estados unidos". Pior, precisei de mais argumentos do que isso pra convencer a bruta.

Eu tinha pensado que só ela faria isso, daí outro dia me liga uma amigona. "Amiga, tô apavorada, a receita federal cancelou meu cpf!". Quando foi que vc deu seu hotmail pra receita federal? Nunca, né? Então a Receita Federal não cancelou seu CPF, amiga.

Se eu tivesse paciência discorreria sobre o mistério daspessoas que ainda caem no golpe do "mãe, mãe, me salva, eles me seqüestaram". Caralho!

Como sempre digo, o mundo é estranho.
Mundo cão

Amigo meu escreveu contando que a irmã da nora da afilhada dele é viciada e deu a filha de dois anos para um traficante (sabe-se lá em troca de que). A criatura foi denunciada e a criança resgatada, mas já havia sido violentada "atrás e na frente", como relatou meu amigo. Ele avisou a afilhada que prefere não ficar sabendo desse tipo de notícia. O assunto surgiu estávamos falando de tortura em família, já que ele me acusa de torturar minha mãe ao obrigá-la a fazer um exame. Ela a considera poderosa e vitoriosa por ter conseguido impedir a realização do tal procedimento indolor, que serviria apenas para decidir se ela deve ou não ser submetida a uma cirurgia. Avisei que também prefiro ficar na minha doce ignorância, apenas torturando minha querida mãezinha sem saber do mundo cão que existe lá fora.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Internet e Carnaval

Sábado vou participar de uma mesa redonda no evento de comemoração dos 10 anos da lista rio-carnaval. Minha fala (palestra é muito careta) vai ser sobre Grupos identitários na Internet. No primeiro contato, o organizador, o professor Felipe Ferreira, explicou que íamos discutir o processo de formação dessas listas de discussão e o impacto que tiveram no Carnaval. Além disso, ele perguntou, pra eu refletir e discutirmos lá, se acho que esses fóruns foram um pouco esvaziados com o surgimento das redes de relacionamento, como o Orkut.

Os outros debatedores vão abordar Carnaval na Word Wide Web (Simone Fernandes), Imprensa carnavalesca na Internet (Marcelo de Mello) e Escolas de samba virtuais (Ricardo Delezcluze). Acho que vai ser um papo legal e todos estão convidados.

O balacobaco acontece a partir das 15h30, no Centro Cultural José Bonifácio, que fica na Rua Pedro Ernesto, 80, na Gamboa.
Incapacidade matinal

Sou burra de pai e mãe de manhã. Não presto pra nada, quase imbecil. Tenho que deixar tudo arrumado de véspera, pois o que deixar pra de manhã eu esqueço. Normalmente sou uma mulher muito prática, me arrumo rápido e talz. De manhã.... pois é. Cada dia acordo mais cedo e chego mais tarde no trabalho. Simplesmente não sei como consigo levar duas horas pra tomar banho, estender a toalha, pentear o cabelo, colocar desodorante, me vestir, tomar café, escovar os dentes, pegar a bolsa e sair de casa.

Claro que não dá tempo de lavar a louça do café ou passar hidratante. Perfume nem pensar, futilidade, tenho coisa melhor pra gastar meu tempo escaço do que apertando duas vezes um spray em direção ao pescoço.

Olha que não preciso trabalhar "arrumada" e não uso maquiagem. É só meter uma calça não-velha, uma blusa que não destoe muito e um sapato ok. As bijuterias, o relógio e a bolsa são os mesmos quase todos os dias, afinal sou uma mulher conservadora. Não uso adereços no cabelo. Moro sozinha num studio (vulgo conjugado), de manhã uso apenas café puro, duas torradas e uma meia dúzia de comprimidos. Consigo levar duas horas pra fazer isso e ainda saio de casa colocando os brincos e o relógio. Na portaria, xingo que esqueci alguma coisa mas não tenho tempo de voltar e saio correndo, trombando nos transeuntes no caminho.

Ai-ai-ai.
Mau humor exuberante

Acho que já levantei de mau humor. Quando pus o pé pra fora da cama pra calçar o chinelo havia uma barata ao lado dele! Tudo bem que eu calcei rápido e pisei na bruta (se fosse buscar o inseticida ela se esconderia), tá certo que era uma "baratinha francesa", mas ninguém merece se deparar com uma barata às 6h, ainda sentada na cama.

Tomei banho, me arrumei, tomei café e sai de casa maldizendo a humanidade por tudo e por nada. Claro, já tava atrasada. Logrei êxito em pegar o ônibus, que ameaçou "passar por fora" e ignorar o ponto, e me senti quase aliviada. Humpf. Quando o coletivo dobrou na Avenida Presidente Vargas... trânsito completamente parado. Pensei "fudeu, tá parado até a Brasil". Tá, fui pessimista, mas e daí? eu tinha motivos pra isso. Era uma blitz antes da Leopoldina. Peraí, blitz às 8h da manhã? Isso é sacanagem, porra! Parada no engarrafamento vejo o ônibus da outra linha que também "serve" passar pela pista do meio, livre-livre. Ódeo!
Sabe o que eu queira?

Viajar. Passar uns dias em um lugar onde ninguém me conhecesse, fazendo coisas agradáveis e novas. Ai-ai-ai.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Se eu vou indo...

Minha mãe vai mal.
Atualização

Ando cansada. Às vezes penso em blogar, mas fico olhando para o editor de texto e nada. Cansada e, freqüentemente, mal-humorada. Alterno estados de humor.

Comecei na nova repartição segunda passada. Ainda não tenho opinião formada, mas por enquanto achei o ambiente é agradável, o trabalho interessante e a equipe legal. Fui super-bem recebida: todos foram gentis, educados e acolhedores comigo. Tinha até gente ansiosa por me conhecer! Posso até mudar de idéia daqui a um tempo e descobrir que são fura-olhos furigundos, mas minha primeira impressão foi muito positiva quanto ao meus novos cálegas de sirviço. O que é ruim mesmo é a estrutura: e eu pensava que trabalhava num muquifo. Agora sei que eram nababescas instalações com comedores de ratazanas cuidadosamente amestrados e luxuosamente paramentados. Pra piorar meu humor, o acesso à repartição está em obras: há mais poeira, lama e engarrafamento do que o usual.

Acho que, se e quando eu acostumar a acordar no cu da manhã e me despencar pra beirola da casa-do-caralho, serei quase feliz.

No fim das contas, foda-se. Como diz a sábia Marita, trabalho bom é ganhar na mega sena e ter que gastar aquele dinheiro todo.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Cansada

Passei o dia em um hospital e vou passar os próximos em uma peregrinação por exames. Minha mãe vai passar por uma cirurgia delicada em futuro próximo.

Segunda-feira começo em um emprego novo, em um horário novo.

Mês que vem começam as inscrições pro doutorado e pretendo tentar de novo.

Cansada só de pensar em tudo que tenho que fazer.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Mas o povo gosta é de merda mesmo

Outro dia foi aniversário de Mãe Camila e a comemoração foi na Academia da Cachaça. Havia um amigo dela de infância que tinha histórias mais bizarras que as minhas. Aquele sim é um conhecedor do mundo estranho. Claro, não fiz feio e, assim que fui convocada pela anfitriã, desfiei o melhor do meu repertório. Semi-malvada, ela anunciou que eu tinha ótimas histórias de cocô. Pelo menos não fez como O Orientador que diz pra todos que eu adoro falar de merda. Mentira, eu não me importo de falar de merda e, por isso, ouço muitos relatos do gênero, daí a riqueza da minha coleção de histórias de merda. Não tenho culpa se as pessoas me ligam, me escrevem, me chamam pra contar que se cagaram aqui ou ali, que saíram com um cara que comia merda, que têm uma tia que cheira cocô ou coisa do tipo. Apenas ouço e catalogo.

Outro amigo dela, o Jaime, perguntou porque eu não fazia um blog reunindo exclusivamente estes relatos. Sugeriu que o nome fosse “Mas que merda”. Tipo masquemerda.blogspot.com ou quemerda.blogspot.com.

Adorei a idéia e assim que tive tempo fui concretizá-la. Criaria o blog com uma template qualquer daquelas e colocaria os posts iniciais. Nâo anunciaria pra geral, apenas pros amigos pra darem sugestões e pediria a Gibi pra providenciar um layout adequado, exatamente como aconteceu com OMEE e o HTP. Humpf. TODOS os nomes com a palavra merda já estão registrados. Ah, e depois sou eu quem gosta de falar de cocô, né?

quarta-feira, 2 de julho de 2008


Noivas

Lindas de viver, na Moqueca do Mendonça.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Orgulho de amiga

Quem sabe um dia se torna inspiração. Amiga Glorinha aprendeu a nadar no ano que completou 40 anos. Agora tá jogando capoeira. Como ainda tô com 37, me aguardem!