quarta-feira, 6 de fevereiro de 2002

Eram pra um amor q foi pro caralho
Tinha comprado 2 mimos pro meu último bonitinho. Não deu tempo de entregar....nosso romance desandou antes que tivesse a oportunidade.
Resolvi me desfazer pra não ficar lembrando. Dei pra minha irmã. Na hora me veio a frase de ‘Amor nos tempos do cólera’, qndo o personagem dá pra uma menina no bonde os chocolates q tinha comprado pra uma mulher e segreda ao pai da criança.
– Eram pra um amor q foi para o caralho.

Aliás, não tive oportunidade de muitas coisas com esse bonitinho (mas ordinário). Eu, palhaça q sou (sim, pq se continuo a sair com homens-palhaços é pq tb tenho a minha porção pândega), no fds q terminamos, além de um livro pra emprestar pro bruto (a esperança de desbrutalizá-los nunca morre), tinha trazido meu álbum de fotos de bebê pra ele ver. Isso mesmo....aquele q tem uma foto minha de 1972 na capa. Na ocasião eu trajava fralda e camisa do Fluminense, enquanto comia biscoito de polvilho sentada numa toalha nas areias da praia de Botafogo. Ele não chegou a ver. Cagou na latinha antes. Q coisa, hein?

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