sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Segunda chamada

Hoje, a partir das 21h, estarei na Choperia Brazooka, na Lapa, recebendo os parabéns dos retardatários ou retardados que não conseguiram me encontrar no dia 21. Entre os convivas estará Mendonça, o anão perdido, que passou o bloco do Carioca da Gema chorando commedo que sua Branca de Neve tivesse derretido pra sempre no calor do samba. Usar o celular não passou pela cabeça dele. E ele ainda dizia que não sabia qual anão era...

Vejo vocês hoje.

Beijos

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Brancas de Neve derretendo no Carioca da Gema

Foi festa!

Crianças, sigo desmemoriada, de ressaca, com a garganta inflamada e tosse. Meu aniversário foi sensacional!

Desconectada

A vida é dura e não foi apenas um inferno astral. Meu computador não conecta nem pelo caralho. Na minha estada na casa de O Orientador levei meu laptop comigo. Lá, adicionei a rede dele e usei normalmente. Ao retornar, o equipamento se aborreceu. Não reconhece a minha rede. Já deletei e reconfigurei, já desliguei tudo e dei três pulinhos em um pé só. Já pedi pra todos os santos e orei. Jamais blogarei de casa novamente, aquela caralha jamais funcionará novamente e eu seguirei pagando a tarifa mensal do Velox sem poder utilizar.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Alegria, alegria

Hoje é sexta-feira, véspera de carnaval e do meu aniversário.
Está um lindo dia de sol e fui liberada do trabalho ao meio-dia.
Alegria, teu nome é Roberta Carvalho!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Boa notícia

Apesar dos dias lelé, apesar da cabeça dolorida, das visage e esquecimentos, da falta de grana e quilos a mais... estou tão feliz. Sim, estou muito feliz. Na verdade, eu sou feliz. Mesmo quando estou triste, quando estou mal-humorada, intragável e rabugenta... eu sou feliz.

Adoro minha vida, adoro meus gostoso e escolhoas. Adoro minhas unhas, meu sorriso e meu olhar. Adoro me ver no espelho, adoro minha voz, adoro ler o que escrevo. Eu me adoro! Mais, adoro escrever, adoro blogar e adoro ser chata. Adoro meus gatos, meus blogs e meus amigos.

E, mais do que tudo, adoro fazer aniversário porque adoro ser a estrela e o centro das atenções!

Ai, ai, ai. Alegria, alegria!

Má notícia

Depois de um mês fora, retornei com meu laptop debaixo do braço ontem. Pluguei tudo e.... a internet não funcionou. Sim, tá tudo ligado. Não, não conecta nem pelo caralho. Vem aí um carnaval desconectado.

É festa!

Mas quero nem saber, lembro que dia 21 eu completo 38 aninhos de pura travessura e vou é comemorar!

Almoço na Adega Portugália, no Largo do Machado, a partir das 13h. Depois, fervo no bloco do Carioca da Gema enquanto aguentarmos.

Vejo vocês lá.

Que dia é hoje mesmo?

Hoje resolvi vir trabalhar, pois ficar em casa olhando as paredes ou ir pro supermercado não ajuda muito. Ainda tô meio lelé. Sinto um desconforto dentro da cabeça e se mexer ela um pouco mais rápido, tá dolorida. Também não lembro de tudo. Escrever ajudou, organizou as idéias e lembrei de um monte de coisas. Eu não lembrava o que tinha feito na segunda-feira. Quando cheguei, os cálegas de repartição ficaram perguntando e eu não sabia explicar, não lembrava nem que dia era hoje. O dia de segunda tinha sido apagado, voltou há pouco. Será que vou lembrar da senha do banco? Tomara. O mais estranho foi vir olhando pela janela de ônibus aqueles conhecidos todos que não sei quem são. Sei que conheço todo mundo, mas não sei de onde.

Será que é isso que chamam de inferno astral pré-aniversário?

O mundo é estranho

Saí do hospital e fui almoçar no Spoletto. O mundo é estranho e eu conheço todo mundo. Muito estranha a sensação de conhecer todo mundo, sabe? Eu não sei bem de onde, mas TODO mundo que vejo na rua eu reconheço, só não sei de onde.

Almoçada, fui ao supermercado adquirir mais víveres. Na verdade, uma cota de lasanha congelada, coca zero e cerveja suficientes pro carnaval, tipo ração de sobrevivência. Comprei umas bananas, uvas e até um pedaço de melão, afinal, tô lelé, qual o problema de fazer coisas estranhas? Essa ida ao supermercado no meio da tarde foi reconfortante. Vi que tem muito mais gente muito mais lelé que eu. Todo mundo puxava conversa e ninguém falava nada que prestasse. O melhor foi uma senhorinha que em cutucou pra chamar a atenção pro corpo do cara que pesava as bananas: "sempre bem feito de corpo, não engorda. Lindo esse rapaz, olha que corpão! Não tem barriga não! Eu venho aqui por causa dele". Fui embora. Passei na farmácia pra comprar meu rivotril e o pessoal lá tb parecia mais biruta que eu. Reconfortante.

Como meus porteiros são incompetentes e não me arrumam uma faxineira, dei uma limpada melhor na casa (ai, como eu amo meu aspirador de pó vermelho!) e arrumei tudo pra bem-receber meus convidados de carnaval. Tentei, em vão, falar com o carnavalesco pra marcar de pegar minha fantasia. Fui a Copacabana alimentar os felinos e voltei. Não ia correr o risco de ser torturada outra noite à guisa de massa de pão e ter outro piripaque. A internet não funcionou em casa, depois de um mês que estive fora. Tomei meu comprimido e fui dormir cedo.

Pós-lelé

Quarta-feira levantei, tomei banho e me arrumei como se fosse pro trabalho. Minha cabeça doía do lado direito, mas não era dor de cabeça, era cabeça dolorida, sabe a diferença? E doía por dentro. Ainda dói. Pensei um pouco e percebi que tava confusa, não lembrava direito das coisas. Resolvi não ir trabalhar e ir ao médico. Liguei pro meu chefe e rumei pro Hospital Espanhol, ou sei lá o nome. Aquele ali na Riachuelo, perto do O Dia. Minha neurologista tá de férias.

No caminho, tinha a sensação de que encontrava muitos conhecidos. Na sala de espera, uma moça me parecia muito familiar. A recepcionista me chamou pra assinar a ficha e quando voltei a moça me olhou "Roberta?"
- Sim.
- Roberta Carvalho?
- Sim!
- Você namorou Fulano?
- Sim!
- Eu era amiga do Beltrano, amigo dele. Sou a Cicrana. Lembro de vc de um encontro no Plebeu, mas eu já lia seu blog antes.
- Eu só lembro de um encontro no Lamas, mas posso ter ido a um no Plebeu tb.

Ela me conhecia de encontros de uma lista muito animada que meu ex fazia parte. Lembro de ter ido a alguns chopes com ele. Ela também morava no perímetro e estava com probleminhas de saúde. Foi bom ter encontrado uma "conhecida" pra distrair a espera. Ela tava acompanhada de um senhor muito simpático também, que ficou conversando com a gente.

Depois de esperar um século, fui atendida por uma médica simpática, mas que falava "uã", em vez de "uma". Não, não era fanha. Era.... pois é. Apesar de lelé, me controlei pra não dizer "repete comigo u-m-a, uma!". Raiva de gente que fala errado. Se não sabe falar "uma" como vai saber diagnosticar meu problema? Enfim.

Pressão arterial um pouco acima da minha média, mas ainda assim normal. Me mandaram pra tomografia. Não, nem fodendo vou ficar esperando quatro horas pra estar em jejum, não autorizo a administração de constraste e não, não vou tirar o piercing. Não fode mais do que já tô fodida.

Na volta, minha nova velha amiga já tinha ido, espero que tenha ficado bem. Fui à banca de jornal e comprei uma revista Criativa. Li inteira. Tédio. Bebi água e fiz xixi algumas vezes. Finalmente me chamaram. Tudo normal. Bom pq não tenho nada grave, ruim pq ninguém sabe o que eu tive. A médica me receitou rivotril, pra eu dormir melhor.

Lelé mesmo

Na terça-feira, perdi o sono cedo e levantei 1 hora antes do relógio, afinal, não adiantava ficar deitada servindo de massa de pão pra gato.

Decidi passar em casa antes de ir para o trabalho e deixar a roupa na lavanderia, afinal, o putos supostamente trabalham das 7h às 7h e eu preciso de lençóis limpos. Peguei o 126 no ponto final pra descer na Praça da Cruz Vermelha. Pegaria a sacola de roupa suja em casa, deixaria na lavanderia e pegaria o 497 pro trabalho. Mó curtição.

No caminho, não lembro em qual altura, comecei a sentir ânsia de vômito (eu sou uma pessoa que vomita, sabe?). Ai, caralho. E agora? Vomito pela janela? Não, sacanagem com quem tá passando. Vomito no canto? Porra, o ônibus vai feder. Vomito dentro da minha bolsa? Porra, vai cagar tudo. Vomito na boca e engulo? Vou cutucar a velhota da frente e pedir ajuda, de repente ela pede pro motorista parar, eu desço, vomito e volto. Seguimos viagem todos felizes. Não lembro de mais nada. Acordei sendo sacodida pelo trocador e motorista.

- Pra onde a senhora vai?
- Eu vomitei?!
- Ihhhhh....
- A senhora ia pra onde?
- Pra Cruz Vermelha...
- Ih, já passou há muito tempo!
- Onde eu tô?
- No ponto final, na Rodoviária!
- A senhora dormiu - disse o outro às gargalhadas.
Como eu tava de óculos escuros eles acharam que eu tava dormindo. Porra nenhuma, apaguei, desmaiei, mas não vou discutir isso com eles.
- Ih, tenho que ir pra Lapa!
- Pega o 362 naquele paredão ali.

362 o caralho, peguei um táxi pra casa. Deitada no lençol não satisfatoriamente limpo, porém não exatamente sujo da minha cama, percebi que tava lelé. Não lembrava das coisas, não lembrava porque tava lá, porque não tava em outro lugar, o que fazia naquele ônibus.
Liguei para o trabalho e expliquei que não tava bem e não ia trabalhar. Fiquei deitada. Aos poucos lembrei desses acontecimentos narrados acima, mas não lembrava muito bem de outras coisas, como o dia anterior. Fiquei o dia todo deitada, meio panqueca. Não tive convulsão, não mordi a boca, não cai nem me machuquei, mas não sei o que aconteceu. Liguei pra minha família chorando que não lembrava de nada, que tava lelé. Liguei pro Mendonça e pra alguns amigos.

Como eu andava com os pés e pernas muito inchados, o pessoal do trabalho concluiu que era hipertensão. Realmente, no dia que minha mãe descobriu que era hipertensa, tava jogando buraco com a gente, de repente levantou dizendo "vou vomitar", correu pro banheiro e desmaiou no caminho. Acordou sem lembrar direito das coisas. No hospital descobriram que ela teve uma crise hipertensiva.

Continuei deitada. Dormi e acordei algumas vezes até ser quarta-feira de manhã.

Péssima noite

Os gatos Gigi e Coelho (sim, ele é um gato bochechudo que se chama Coelho) acharam que era legal amassar pãozinho em mim durante a madrugada. Sábia Bibi, ao pé da cama, apenas observava. Coloquei todo mundo pra fora do quarto e fechei a porta, afinal, isso não é hora de fazer pão. Mimados, ficaram dando cabeçadas na porta. Não consegui dormir com o barulho. Abri e avisei "se vieram amassar pão vão rodar de novo". Deitei. Cada um deitou de um lado, pois pra piorar, Coelho e Gigi são inimigos mortais, sendo que Bibi é aliada de Coelhão. Meia hora e Gigi começou a atividade panificadora. Coelhão não fez por menos e começou a amassar do outro lado. Ai, caralho. Foi nisso a noite toda. Quase não dormi.



Pré-Lelé

Na segunda-feira, saí do trabalho e rumei para a Lapa. Como O Orientador retorna hoje do estrangeiro, precisava ver as condições de habitação da minha própria casa. Fui direto ao supermercado adquirir víveres, obviamente escassos na minha geladeira. Ao chegar em casa, descobri que, além de empoeirada, não havia roupa de cama limpa para trocar. Arrumei a roupa suja e corri pra lavanderia. Fechada, apesar deles dizerem que funcionam das 7h às 7h. Ok. Voltei pra casa e, depois de passar aspirador de pó e aqueles troços de limpeza no banheiro, deixei o pacote com a roupa suja perto da porta. Saí, pois ainda restavam muitas tarefas.

Primeira parada: Pizzaria Guanabara reformada. Sim, fazem reserva para almoço. Sim, música ao vivo somente após às 23h. Hmmm.... sabe que não simpatizei? Não gosto dali. Tem cheiro de caixa de gordura na entrada e parece um lugar pouco simpático. Além disso, não quero almoçar pizza no meu aniversário e as outras opções eram caras e pouco confiáveis. Rumei para o Largo do Machado, direto pra Adega Portugália, cujo cozido eu recomendo. Não, não reservam mesas. Não, não importa que seja sábado de carnaval e meu aniversário. Hmmm.... é mais apertada do que eu lembrava. Olhei o cardápio. Achei mais simpático e convidativo. Tá decidido, vai ser na Adega.


Atravessei a praça pra lanchar no árabe enquanto ligava pro carnavalesco do Boi da Ilha, na intenção de pegar minha belíssima fantasia na casa dele, nas imediações. Caixa postal. Comi, bebi, vitrines. Nada de conseguir falar com o carnavalesco. Ai, meu caralho.Dei uma pinta, um giro, um tempo. Nada. Desisti e me joguei no metrô. Amanhã eu pego essa fantasia.

Lelé

Desculpem o semi-sumiço, andei um pouco mais lelé, tipo, subi uns dois degraus na escada da loucura, mas já voltei.

Poooodres de famosas

O clássico do desaparecimento

http://www.sidneyrezende.com/noticia/30539+o+classico+do+desaparecimento

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

É carnaval, mas não é bagunça!

Meu concurso para anão está indo bem: já tenho 3 anões confirmados: Mendonça será o Zangado, o Cacique vai de Dunga, e Pedro, que ainda não se decidiu. Soube que o concurso foi o assunto da tarde de sexta na minha ex-repartição e, à noite, duas ex-calégas vieram tentar inscrever os maridos. Uma delas confessou que queria era se inscrever para anã, porque adorou a idéia. De qualquer jeito, vai levar a filha: segundo ela, a pequena adora a Branca de Neve.

Ontem, no desfile do Escravos da Mauá, Vicente (já acostumado à idéia) sugeriu ao Johnny Goiano que se candidatasse a meu Anão de aniversário.

- Não posso, sou mais alto que vc.
- Não, pangaré. Não precisa ser anão, além do que não é difícil ser mais alto que eu.

Menino Johnny não entendeu a proposta.

*****

Para acabar com a polêmica e botar ordem na bagunça, empossei Nara Franco e Mãe Camila na comissão julgadora dos meus anões, afinal, a idéia foi delas mesmo.

Então é isso, putada. Dúvidas, consultas, candidaturas e edital para anão no blog da Narinha, o Bulhufas.

A repercussão do concurso

Marita:
ai meu deus!
isso saiu no seu blog?
vc é muito ousada.
vai aparecer anão e quero ver o que vc faz.


***

Vicente: Tu tá de sacanagem. Só pode.
Roberta: Esqueceu que eu mostro calcinha nas festas e faço concurso para namorados?
Vicente: Ok, ok, inscrição pra anão, por si só, já é algo absolutamente carnavalesco.

Mais tarde, ao telefone, ele me perguntou que porra era essa de concurso para anão e emendou:
- Isso não pode ser sério.
- Cara, eu não acredito que vc tá questionando a seriedade de um concurso para anão.

***

Mendonça, antes de se candidatar a Zangado:

Estarei lá....essa história de anão é que me assusta...

E, logo em seguida:
Me candidato a Zangado, mau para e com caralho!

***

Cacique Bukowski:

Vc fornece o macacão e a touquinha de anão???
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


E, logo em seguida:
QUERO SER ANÃO DA ROBERTA CARVALHO!!!

***

Ana Paula:

menina, olha, eu fico espantada com este seu gosto por aparecer! é de se admirar! acho a próxima q vc vai inventa é ir pro Big Brother, o que aliás, eu acho q ia ser engraçadíssimo!

Roberta:
Não, obrigada. Não gosto de me ver no vídeo.

***

César:
hehehehe
Já vi que os sete anões serão setecentos. O bloco do Carioca da Gema nunca mais será o mesmo depois da "Roberta de neve"... rs


***

Pedro:
Gente! Muito bom! Eu posso me candidatar?
Qual anão eu poderia ser?

Concurso para anão de aniversário

Como tudo começou...

Roberta:
Fui ao Saara ontem e comprei uma de Branca de Neve. Rá!

Nara:
Pergunta: vai ter os sete anões??

Camila:
roberta!!!
vc tem q abrir um concurso no blog pra recrutar os sete anões!!!! ia ser incrível!!!
mas não precisam ser anões de verdade. fãs vestidos de anãozinho da branca de neve.

Nara:
Acho chique!
Ó.. Tem que ir fantasiado..
Eu e Camila seremos da comissão julgadora..

Camila:
Isso vai ser sensacional.