quarta-feira, 29 de abril de 2009
Sabe o que eu queria?
Ai, como eu quero dormir. Ai, quem me dera...
terça-feira, 28 de abril de 2009
Péssimo dia
Na rua, percebi que tava calor e eu tava com uma roupa quente. Acho que uma nuvem fica estacionada no céu em frente à minha janela. Sempre que tá nublado e, na rua, descubro que tá sol. Fui pro ponto. Depois de esperar uns 10 minutos, resmungo "putaquepariu, tá demorando pra caralho" e, no mesmo instante, lembro que terça é dia de aula. Ainda bem que demorou, ou eu teria ido pego ônibus pro trabalho.
Caminho uma quadra e espero no sol o ônibus pra zona sul. Mais dez minutos e vem o 433. Vou em pé, é claro. No caminho passo pela sede do Botafogo e há uma fila enorme, no sol. É, o mundo é estranho. Eu queria estar dormindo e tem gente que tá de pé numa fila, pegando sol na moleira, por gosto. Eu não fico em fila pra comprar ingresso pra nada. Aliás, só fico em fila se não tiver jeito. Enfim, azar o deles.
Pelo menos cheguei na ECO faltando 20 minutos pra aula. Fui à xerox, pegar o texto de terça que vem. LOTADA. Fui pra sala. A aula foi ótima, mas na saída tive que encarar a xerox abarrotada de novo. Cerca de 180 páginas não tão facilmente digeríveis para a próxima semana. É a vida, a alternativa é ser tosca. Eu passo, prefiro estudar. Quando me perguntam pra que eu estudo, pra que quero fazer doutorado respondo que é para não ficar tosca.
De posse do volume de papel fotocopiado, fui para o ponto de ônibus, afinal a gincana tava na metade: ainda tinha o expediente na repartição. Resolvi esperar pelo 484B, que vai pela Perimetral e tem ar condicionado. Ele demorou e, quando veio, passou por fora. O motorista me ignorou e foi embora. Peguei o 484 comum, lerdo e calorento e fui pro trabalho sacolejando, suando e lendo Hobsbawm falar sobre Marx e a História.
Cheguei esbaforida, larguei o volume e a bolsa na mesa, liguei o computador e corri pra almoçar. Havia pouca gente na sala, os cálega tinha sumido quase tudo. Meu chefe foi comigo, mas ele tava com cara de poucos amigos. Fomos conversando sobre gatos, nosso assunto em comum favorita, daí acabamos sorrindo um pouco, apesar da comida podre e cara que nos servem. Ele me sacaneia por causa dos meus resgates felinos, mas confessou que nos tempos de faculdade já teve 18 gatos, sendo uma sem pata e outra sem olho. Hoje ele tem só dois, um amarelo e uma pretinha. No fim do almoço, sempre tomamos um café expresso, pra nossa vida ter alguma alegria.
Quando finalmente sentei a bunda pra trabalhar, havia 500 quilos de tarefas e e-mails acumulados, mas a rede tava péssima e suei pra conseguir dar conta pelo menos do inadiável. Saí mais tarde do que meu horário.
Como cheguei em casa mais tarde que o usual, corri pra academia sem comer. A dor de cabeça aumentou e levei meia hora a mais que o normal. Quando saí, peguei o celular pra ligar pra uma amiga com quem tinha marcado de jantar. Ela cancelou. Então vi que meu amigo Gueto Blaster tinha ligado. É incrível como ele consegue só me ligar quando não posso atender. É na terapia, na academia, no dentista, no meio de reunião. Um talento!
Daqui a pouco ligo pra ele.
Do fitness club, parti para o supermercado. Fazer compras com fome não é muito inteligente, mas meu foco era no material de limpeza. Botei força na peruca e fé em Zambi e logrei êxito: de comida trouxe apenas duas caixas de leite, uma de corn flakes, uma bandeja de iogurte, um pote de alho picado e um saco de ervilhas congeladas. Básico.
Enquanto esperava o elevador, o porteiro me entregou a correspondência. Contas, é claro. Telefone e aluguel.
Agora estou aqui, sentada na cama, computador no colo e uma puta dor nos músculos dos ombros. Vou tomar banho e dormir, quem sabe amanhã será um dia melhor, pelo menos em dor de cabeça.
Terceiro dia
Vamos ver se amanhã será um dia melhor.
domingo, 26 de abril de 2009
Enrolada
Daí, chata e estressada, resolvi fazer feriadinho. Quer dizer, resolver mandar tudo pro caralho e aproveitar o feriadinho. Fui almoçar na casa de O Orientador na quinta-feira e só voltei hoje à noite. Me aboletei, encalhei no sofazão e fiquei por lá mesmo. Delícia. À tarde, acordávamos ao meio-dia, íamos almoçar em algum lugar aberto e agradável - pra ver gente bonita e com pouca roupa passar - e, à noite, viamos DVDs de filmes ruins e bebiamos vinho. Claro, enquanto isso íamos falando mal do mundo. Foi maravilhoso e revigorante estar com os meus.
Chato foi voltar hoje e descobrir que a casa foi invadida por baratas francesas. Já matei mais de 10 e quase me sufoquei com inseticida. Puta-que-pariu.
Inadimplente
domingo, 19 de abril de 2009
É festa!
sexta-feira, 17 de abril de 2009
É sexta-feira...
Tinha uma festa, um convite pra beber com uns malucos divertidos e o convite pra acompanhar uma amiga no show do B'52. O negócio é que cheguei em casa com uma dor de cabeça do capeta, aliás, da TPM. Nem a academia fui, afinal, correr na esteira com a cabeça doendo não é exatamente uma boa ideia. Resolvi me poupar para as três festas de amanhã e não fui a lugar nenhum.
Pois é, meus amigos, às vezes é dura a vida de locomotiva social.
Presentes tardios
Tenho recebido alguns mimos tardios pra minha casa que já não é tão nova. Sábado passado finalmente Alice me entregou meu pinguim (ai que vontade de escrever pingüim!) de geladeira. O pobre ficou empacotado um ano! Fofíssimo e fáxion, ele tem um topetinho loiro, o que lhe imediatamente lhe valeu o apelido de "Belo". Sim, Belo está em custódia aqui em casa, sobre minha geladeira frost free consul 300, aquela que me deu muita dor-de-cabeça, mas agora só me dá alegrias. Sim, querida, devo uma foto do Belo sobre a geladeira. Devo não nego, pago quando puder. Mentira, pago quando limpar a geladeira e obtiver a tampinha da bateria do celular, porque não tenho câmera.
Há mais um tempinho ganhei outro jogo de toalhas (pelaamordedeusquenãoexiste, não me deem mais toalhas, não cabe mais nada na gaveta). Volta e meia alguém aparece com um presente que tinha esquecido de me dar. Aliás, alguns dos meus melhores amigos nunca me deram o que prometeram: Nara ia me dar um jogo de roupa de cama, nem precisa mais porque também não caberia na gaveta. Mãe Camila ia me dar a louça, mas se até hoje vivi bem com dois pratos rasos e quatro de sobremesa, posso continuar assim, afinal, não recebo ninguém pra jantar mesmo. O Orientador ia me dar uma capa pro meu edredon. Humpf. Cadê? Tá certo que me deu uma TV de 29 polegadas, mas prometeu a capa de edredon...
Pois é, quanto mais amigo, mais safado.
Alegria, alegria!
Subi rindo à toa e fiquei emocionada quando abri. Parecia criança no Natal. Ganhei uma toalha de banho verde, um tapetinho verde, uma ecobag, uma colher para mel, uma espécie de frasco medidor que ainda não analisei direito, um pegador de pratos quentes pras duas mãos, um avental, um pegador de salada e, rufem os tambores, um gatinho laranja que suga as migalhas! Em outro pacote uma necessaire que usarei como carteira e uma pulseira lindas, mas o melhor tudo foi encontrar um cartão com uma carta dentro. Carta mesmo, escrita à mão, em papel decorado, sabe? Não via uma dessas há anos.
Adorei tudo, tudo lindo e fofo, mas me emocionei foi pelo carinho, pela amizade, pela afetividade da minha amiga, do outro lado do mundo, lembrar de mim e se dar ao trabalho de comprar um monte de coisas, empacotar cuidadosamente, ainda escrever um cartão e uma carta e levar ao correio... obrigada querida, obrigada pela atenção, obrigada por ser minha amiga.
Quando li a carta, rindo e chorando, senti tanta saudade da minha amiga. Quis comprar uma passagem pra Abeerden no dia seguinte. Infelizmente, este ano não rola. Quem sabe se ela ainda estiver lá ano que vem.
Mandei um e-mail curto agradecendo, mas amanhã vou comprar um bloco de papel de carta, tão bonito quanto o que ela me mandou, e escrever uma missiva manuscrita. Será que ainda sei fazer isso? Vai ser uma delícia ir ao correio. Vou fazer questão de colar os selos!
Como sempre digo, tenho alguns dos melhores amigos que alguém pode ter.
PS. "Ué, mas você não se mudou há um ano?", perguntariam vocês. Pois é, mas Vivi sempre foi meio biruta (só ela, eu nunca, tá?). Deve ter comprado isso quando soube da minha casa nova e só despachou agora. E Menina Antonia ainda não me entregou meus copos de coca-cola! Se é que já não deu pra outra amiga que se mudou...
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Já é quase fim-de-semana
Falar em festa, sábado tenho três. Como é chata essa vida de locomotiva social.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Bode
A vida é bela, mas às vezes é uma merda. Vou sair pra resolver problemas em horário comercial que tavam acumulados, vamos ver se meu humor melhora ao longo do dia.
sábado, 11 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
Sabe uma das melhores coisas da vida?
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Qual a boa do feriadão?
Queremos beber, dançar rir e ser felizinhas. Tô pensando em Bukowski, Democráticos e Teatro Odisséia. Casa da Matriz costuma ficar muito vazia e estranha em feriados. Mas se tiver idéia melhor, chama que a gente vai!
Meu mal era sono
Sempre que tô muito cansada eu fico com triste.
O mundo é estranho
Tá certo que acordei mais cedo que o usual, mas dormi cedo. Havia uma apresentação importantíssima no trabalho e não queria perder a hora. Deu tudo certíssimo, foi um sucesso. Mas eu só sinto vontade de sentar no chão e chorar. Pretendia ir a academia destrancar matrícula e talvez ao supermercado. Precisava dar um monte de telefonemas e resolver um monte de coisas. Sabe o que eu vou fazer? Nada. Vou pra casa chorar na minha caminha.
domingo, 5 de abril de 2009
Hoje eu vou mudar...
Pois é, eu adoro me reinventar. A revista Criativa de abril tem uma chamada de capa "Mudança geral". Comprei correndo. Além de depoimentos e dicas, havia até uma lista de mudanças possíveis. Como não posso mudar de casa e emprego no momento, me restou a mudança de visual. Corri na farmácia e comprei uma caixa de Excellence L'oreal. Fiz uma cagada desgraçada em casa e me atrasei pra festa, mas desde sexta-feira exibo madeixas negras como a asa da graúna.
Não tenho opinião formada ainda, não sei se ficou melhor ou pior, mas é bom mudar, então tá bom.
Decisão decidida
VDM
Entrei em uma loja e demorei séculos pra lograr êxito, pois você precisava tirar a nota em um balcão, pagar no caixa e ir a outro guichê pra pegar o produto. Isso tudo por um guarda-chuva de cinco reau. Quando finalmente saí, tinha parado de chover.
Sim, agora tenho um novo guarda-chuva vagabundo no armário. Posso guardar para ceder a visitas em caso de emergências pluviais (quiçá fluviais, já que minha rua enche).
O mistério do pote de requeijão
Hoje na hora do café da manhã fui procurar. Cadê? Sumiu.
Já refleti longamente sobre o mistério e cheguei a conclusão que podem ter ocorrido cinco opções:
1) Levei no saco do supermercado pra festa junto com a cerveja e, ao fim da noite, acharam um requeijão no fundo do isopor.
2) Levei no saco do supermercado pra festa junto com a cerveja e caiu no carro da minha amiga que me deu carona. Quando for limpar o carro, ela vai achar um pote de requeijão podre.
3) Cheguei em casa e tirei o requeijão do saco do supermercado. Nisso o telefone tocou e fui atender com o pote na mão. Distraída, quando desliguei fui fazer outra coisa e esqueci em algum lugar, como dentro do armário de bolsas ou documentos. Algum dia, vou achar um pote de requeijão podre.
4) Alienígenas ou duendes loucos por requeijão invadiram minha casa enquanto eu tava na festa e levaram meu pote.
5) Tô tão louca que sonhei que comprei requeijão.
O estranho mundo do Orkut II
O estranho mundo do Orkut
Ele não respondeu e apagou o scrap que tinha deixado pra mim, além dos meus, é claro. Como sempre digo, o mundo é estranho.
Mocinho palhacinho
- Pô, maneira essa tua parada de lavar a mão de abacaxi.
- Abacaxi?! O sabonete líquido é de vanilla e cassis!
- Vanilla e cassis? Porra...
De vingança, mais tarde, abracei o bruto e encostei meu lindo e meigo rostinho naquele peito viril. Três camadas de reboco, também conhecido como maquiagem, ficaram pregadas na camisa preta dele. Quaquaqua.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Merda
Vejo vocês mais tarde
Agora, vocês não sabem o que querem da vida, né? Primeiro ficam reclamando que não marcamos chope há um tempão. Daí marquei esse e todo mundo pergunta "ué, chope de que? pra comemorar o que?". Eu, em nível de velha chata, desmemoriada e lelé confessa, tava respondendo "chope de chope, oras", mas lembrei que usamos como mote o primeiro ano de ocupação meu studio, no próximo sábado.
Então é isso, espero vocês pra comemorar o primeiro aninho do meu personal cafofo.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Péssimo humor
domingo, 29 de março de 2009
Quer mais alegria na sua vida?

Que tal adotar um gatinho? Tenho muitos pra doar. Sialatas, ruivinhos, preticos, branquinhos, vaquinha, tricas, tigradinhos, cinzinha...
Todos lindos, amorosos, brincalhões e precisando de um novo lar. Há fotos no Gatos da Roberta. Se quiser um gatinho, entrego na sua casa. É só me escrever: shaisha@hotmail.com.
Vai dizer que você resiste a esse Ursinho? Ele tá crescendo lá em casa, doido pra ter uma família pra ele, sem ter que dividir o espaço com tantos irmãos de criação.
Relatório de pista
Sabe quando tudo dá errado? O rímel embolotou, o delineador borrou, errei a boca e o batom raspou no aparelho dos dentes. Uma beleza. Pronta e atrasada, liguei pra Eugenia que não dava pra andar até o Capela: caía um dilúvio. Ela ia passar pra me pegar de táxi. Já no elevador, lembrei que tinha esquecido a carteira. Voltei. Chego na portaria e cadê Eugenia? O táxi tava parado na outra quadra. Fiz sinal, pulei, nada. Corri de volta pra portaria e liguei pra ela. "Fica aí, tamos indo, gatinha". Passou direto. Saí eu correndo na chuva atrás do táxi. Quando finalmente logrei êxito e entrei no carro de praça, meu cabelo parecia ter acabado de sair do banho, tava ensopado.
Mas tudo bem, como desconfiei, era um presságio de que a noite ia ser ótima. Na fila, encontramos companheira Joana, guerreira que se despencou da Barra da Tijuca, embaixo de chuva, pra dançar com a gente. Só não dancei mais porque tava muito cansada, mas me diverti muito. Encontrei amigos, bebi, ri. Até fui reconhecida por um leitor! "Você é a Roberta Carvalho, né?". Ai, como é chato ser uma estrela.
Infelizmente, bati pino cedo. Pouco depois do show da Super Groove me despedi e fui pra fila (elooooorme). Mal lembro de como cheguei em casa e tirei a massa corrida da cara. Chapei até às 14h de hoje. Só levantei com medo de não conseguir dormir à noite, já que tenho que acordar cedo amanhã. Como é bom dormir.
A volta para casa
Relatório de viagem
No geral, gostei de ter ido. O negócio é que a programação começava às 9h da manhã (isso significa acordada, vestida, de banho e café da manhã tomados). Tá, e daí se eu começo a trabalhar essa hora todos os dias? E daí que, apesar das atividades do evento terminarem às 19h30, após um banhinho da saúde e da janta, a gente enchia os cornos até de madrugada.
Reflexões
E o Wanderson, desencalhou?
É uma espécie de versão cristã e atualizada do meu famoso Edital para Namorado.
Imagino que, como o site ainda está no ar, Wanderson (escreve dom dábliu, mas tem som de "u") ainda esteja solteiro. Menina Biessa sugeriu duas opções: enviar um e-mail para o Wanderson ou fazer um site do tipo www.desencalhafulano.com.br. Quero nenhuma das duas, ma basta rir.
Programa para do dia 2 de abril
Quinta-feira, 20h30. Encontro no Adro Da Catedral Presbiteriana (Confluência da Praça Tiradentes com as Ruas da Carioca e Silva Jardim)
Roteiro:
Iluminados prédios da Catedral Evangélica do Rio De Janeiro e Real Gabinete Português de Leitura - Igreja Nossa Senhora da Lampadosa (e da Última Missa de Tiradentes) - Av. Passos - Território da "Daspu" - Praça Tiradentes dos Teatros Seculares e dos modernos hotéis - Rua da Constituição - Gomes Freire dos Hotéis de alta rotatividade - Lavradio dos Antiquários e casas de shows de iluminação mutante – Quarteirão Cultural da Lavradio e do Rio Scenarium - Esplanada de Santo Antonio - Largo Braguinha (das retumbantes marchinhas carnavalescas) - Mem de Sá dos sobrados exuberantes, samba de raiz, marchinhas, mambo, funk, rock, travestis e mitológica malandragem - seculares e simbólicos Arcos da Lapa - Rua Joaquim Silva - Escadaria Selaron - Largo Nelson Gonçalves - Sala Cecília Meireles
Término por volta das 23h30, a tempo de se embarcar no metrô ou saborear um pizza na Lapa.
Programa para 1º de abril
Quarta-feira, dia 1º de abril, no Boteco do Gomes, na esquina das ruas do Riachuelo e Gomes Freire, a partir das 19h.
Vejo vocês lá, não é mentira!
quarta-feira, 25 de março de 2009
Personare
SOL NA CASA 11, LUA NA CASA 11
De 25/03, 17h27, até 27/03, 23h12
Lua Nova na Casa 11, Roberta! Momento de estar com os amigos. No período que vai de 25/03 a 27/03, seu sentimento de bem-estar emocional estará associado aos seus amigos queridos, aos grupos em que você aprecia estar. Este é um momento particularmente propício para se unir a outras pessoas com objetivos em comum, ou simplesmente para vocês terem momentos de prazer e diversão em conjunto.
É bem possível que alguma pessoa amiga venha a lhe ajudar com seus problemas neste momento, ou mesmo você irá ajudar algum amigo muito querido neste momento. Este período favorece as trocas, as ajudas mútuas. É incrível como os problemas sérios dos outros podem ser resolvidos por nós com grande facilidade, e vice-versa! Neste ciclo, você compreenderá que nunca estamos sós quando temos amigos que nos querem bem. É possível também que pessoas queridas que há muito tempo você não vê surjam novamente, com alguma mensagem pra lhe passar: tenha atenção!
Tudo que estou precisando é dos meus amigos.
Dos meus exercícios
Quando eu conseguir ficar com a minha boca fechada, nem isso será necessário. Simplesmente não vou perde a compostura, porque vou cagar tanto para todos ao meu redor que não vou me meter em discussões ou impasses. Vou calar e fazer cara de paisagem. Vou voltar ao delicioso exercício de observar os sapatos das pessoas, muito mais divertido.
Sabe, não adianta discutir com um idiota. Um idiota não ouve. Ele finge dialogar, mas quer apenas reforçar suas convicções. Se prestar atenção no que você fala, é apenas para pescar supostos artifícios pra te desqualificar. Um ex-amigo meu dizia que sempre valia a pena a discussão, sempre valia falar o que se pensa, pois por mais que a pessoa discordasse, ia ficar pensando naquilo depois e poderia reavaliar sua posição. Nada! O idiota ouve tudo com o filtro da sua idiotice e só usa pra retroalimentar seus argumentos idiotas.
Vou voltar a me comportar como outrora, quando me perguntavam o que eu achava de fulano ou beltrano, disso ou daquilo, eu respondia "considero o corte de cabelo dele equivocado" ou "não posso levar a sério alguém que usa um sapato ridículo daquele" ou melhor ainda "se as roupas dele são datadas, imagina o pensamento".
Reflexões
Engraçado que eu tinha comentado uns dias antes que meu novo exercício de vida era manter minha boca grande fechada. Daí, no domingo, em um ambiente no qual me sentia à vontade e segura, baixei a guarda e falei, confiei, ou melhor, nem sequer pensei se devia confiar. Fui, me joguei, fui Roberta Carvalho. Depois, pensando, lembrei da terapeuta dizendo como se surpreendeu de como eu cheguei lá tão inteira, me entregando sem medo, mesmo quando doía. Por diversos motivos, sou assim, me dou inteira.
Ontem fui dormir na casa de Orientador, foi a melhor coisa que podia ter feito na vida. Quando estou triste corro pra lá, pra ele me acolher e me acalentar. Ele cuida de mim. Por outra coincidência da vida, ele tá no mesmo momento que eu, exercitando fechar a boca, se preservar, se guardar, não se expor. Ele me lembrou que vivemos numa redoma, num mundinho protegido pelos nosso amigos, onde cada um cuida do outro e todos somos maravilhosos. Decidimos que a vida é bela e somos otimistas, que transformamos o mundo num lugar melhor de se viver sendo pessoas legais e tentando mudar as coisas no miúdo, no cotidiano, nas relações pessoais, mostrando como o mundo pode se cruel, mas não precisa ser. Mas, às vezes, é preciso se lembrar de como o mundo funciona.
Ontem, O Orientador, me jogou na cara que o mundo não é estranho, é escroto. Que a maioria das pessoas são escrotas, caretas e medíocres. Que, como a gente se cerca de gente legal, quase não percebe, mas que tem que ficar de olho pras almas sebosas não invadirem nossa rede de proteção. Eu dei mole, baixei demais a guarda. Ainda bem que tenho ele pra me lembrar disso.
Daqui pra frente vamos deixar pra contar algumas coisas só entre a gente. Pros outros vamos fazer cara de paisagem, ou carão, conforme a ocasião. Não podemos nos expor, deixar que usem o que dissemos contra nós. Sempre tivemos essa vaidade, esse orgulho de dizer "Meu nome é Roberta Carvalho e eu faço o que eu quiser, não homologo autoridade alguma e não devo satisfações a ninguém. Eu pago meu macarrão e ninguém tem nada com a minha vida". O negócio, como definiu perfeitamente O Orientador, é que com essa postura, a gente não paga só o nosso macarrão, paga o macarrão dos outros, o vinho e a sobremesa, enquanto esses merdas sórdidos ficam quietinhos.
Sim, é esse tipo de gente que fode o mundo, mas não vamos deixar mais que eles fodam com a gente. No meu caso, tem um componente de trauma de família, porque fui criada com a minha mãe dizendo pra não confiar em ninguém, a não contar nada pra ninguém, atormentada em seus delírios persecutórios. Como meu maior medo sempre foi ficar igual a ela, sempre fiz questão de me expor. Eu conto e pronto, quero ver quem cala minha boca. Claro que nossa postura passa por uma vaidade e por uma arrogância de "caguei pros medíocres", e por uma postura política de se colocar no mundo e reafirmar nossa postura em um mundo muito careta, mas cansa. Não quero mais pagar a conta deles. A saída encontrada é sermos mais arrogantes ainda, só falarmos entre nós e colocarmos os idiotas no lugar deles, mas apenas em silêncio. O lugar deles não é ao nosso lado, privando da nossa confiança e intimidade.
Certo de tipo de post acabou. Vou pensar muito bem antes de contar isso ou aquilo agora. Vou deixar pros jantares na casa de O Orientador, pra rirmos juntos, pois enre nós não há segredo.
Não sei se já contei pra vocês, mas O Orientador é a pessoa mais parecida comigo que já conheci em toda a minha vida. Só que ele é melhor ainda, daí ele é meu ídolo, meu muso, minha inspiração. Sou realmente uma pessoa de muita sorte por ter encontrado ele.
Pequenas alegrias
Outro dia fomos ao cinema e távamos comentando como nossas vidas estão meio na merda, vamos tocando, mas estamos num momento difícil, com mais dias ruins do que bons e bastante tristeza. Ela disse de como estava precisando que alguma coisa muito boa acontecesse na vida dela para dar um gás, um ânimo pra resolver as outras coisas. Naquele dia ela disse que a coisa boa que ela esperava era isso que se concretizou hoje. Alegria, alegria.
Vida de barnabé
Retorno sexta à noite e, apesar de ter que acordar cedo no sábado para muitos, muitos compromissos, pretendo encher a cara, nem que seja sozinha na minha casa.
Aprovei o dia para resolver coisas que não consigo fazer devido ao ixpidiente na repartição: fui à minha agência bancária no Centro da cidade, ao oftalmologista e resolver outras coisinhas. Não deu tempo de fazer tudo, é claro, mas já deu um gás na minha lista de pendências eternas.
Péssima
Como dizia meu amigo Valente, quando a coisa está ruim o negócio é se entorpecer. acabei de ser lembra disso por um outro amigo da época, ele mesmo diuturnamente entorpecido.
domingo, 22 de março de 2009
Boa leitura
Vaidades
Preguiça de domingo
Relatório de pista
Foi uma noite ótima, quase perfeita. Fora que sair pra dançar e poder ir e voltar a pé pra casa também é um luxo. ;)
PS. Durante a festa senti muita saudade do meu amigo Guilherme Valente. Era o tipo de festa que a gente adorava quando partilhava a pista.
Momento VDM
sábado, 21 de março de 2009
Vou à vida
Observação
Ambições
Descompensada
Mas sabe que não fico muito preocupada? Primeiro, porque não é errado ser assim e ninguém paga meu macarrão. Se eu ficar biruta o problema é meu e caguei pra quem não gostar. Aliás, quem não gostar pode enfiar o dedo no próprio cu e rasgar. Segundo porque estou passando por vários problemas pessoais. Minha mãe bateu pino e foi pra luz, fora minha mudança de emprego, com o qual ainda não acostumei totalmente. Nas últimas semanas subi mais uns dois degraus na escada da birutice, porque estou em TPM e com um descontrole hormonal. Minha menstruação está atrasada (juro que não tô grávida), mas andava adiantando. Nos últimos dois ciclos fiquei menstruada 10 dias com um fluxo que era uma hemorragia. Tá, já fui à ginecologista e estamos tratando, mas isso também ajuda a perder o controle.
Talvez eu esteja bebendo demais também, apesar de andar semi-eremita e preferir minha própria companhia. Não, mentira, gosto de sentar no bar pra beber com meus amigos, mas gostado muito de ficar sozinha em casa. De virar eremita de vez não tenho medo, tenho tantos amigos que seria impossível. Vivo adiando encontros e chopes, se aceitar todos os convites vou sair e beber todos os dias. Fico gerenciando "essa semana tô enrolada, vamos marcar semana que vem", mas acabo marcando com mais gente do que os dias da semana. Aliás, já tinha marcado quatro chopes pra próxima e vou ter que cancelar todos porque vou viajar a trabalho. Se eu começar a marcar na agenda um após o outro acho que em uma semana fecho a programação pro mês inteiro.
Hmm... quer saber? Foda-se. Vou parar de pensar e apenas continuar vivendo.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Para rir
Falando sério, além de muito divertido, é bom ver gente que nem a gente, que sabe rir de seus problemas e seguir em frente.
Divirtam-se: http://www.vidademerda.com.br/
Semi-inacreditável
Hoje, enquanto fitava o teto fiquei pensando como é quase inacreditável que eu, Roberta Carvalho, agora acordo às 6h30 todos os dias. Eu, que sempre odiei acordar cedo. Mas o pior mesmo foi quando caiu a ficha que tenho a perspectiva de continuar fazendo isso até o dia da minha aposentadoria.
Desconfio muito seriamente que não é possível ser feliz acordando cedo. Além disso, tenho certeza que é improdutivo, pois sou burra de manhã. Não sei para que serve uma funcionária zumbi e infeliz, sentada no seu computador antes do meio-dia. Talvez, seja apenas um pesadelo e eu acorde de repente.
Como dizem por aí, a vida é bela, mas às vezes é uma merda.
Bem dormida
quarta-feira, 18 de março de 2009
É chope
Das minhas vaidades
Narita, safada impagável, não aguentou e zoou o catiço. Bom, já que ela explanou, vou me vangloriar: ele me definiu como "velha chata". Caralhos, tô metidona, aê, finalmente reconheceram meu valor. Sou uma velha chata, rapá! Se mete comigo não, rapá!
Pena que algum estraga-prazeres disse pra eu descer do queijo que ainda não cheguei lá: o reconhecimento de idiota não vale, tenho que continuar me superando até alcançar a Ilha de Caras. Só posso me sentir quando minha foto estiver estampada na capa da revista, de maiô catalina (indumentária adequada a uma velha chata), sorridentemente refastelada em uma espreguiçadeira com um drink na mão e, abaixo, os leitores puderem ler: Velha chata, Roberta Carvalho descansa na Ilha de Caras. Aí sim terei tido o reconhecimento que mereço e posso ficar besta.
Ai, que vida dura.
Das minhas alegrias
Ela respondeu: Seu email é daqueles que fazem a gente começar bem o dia. Tem quase o mesmo efeito de "Este mês você vai receber um bônus". Novamente a admirei, não por ela ter gostado do meu e-mail em particular, mas poder definido tão bem a sensação que alguns e-mails que leitores escrevem nos proporciona.
Outro dia, uma moça me escreveu que voltou a estudar depois de começar a ler meu blog. Eu chorei. Na epoca, andava pensando em parar de blogar, encerrar (jamais deletarei) meus blogs e deixá-los flanando na rede com lixo virtual. Talvez, criasse um novo blog anônimo, pra não correr o risco de magoar ninguém. Claro que mudei de idéia.
É, não tem volta. Eu sou uma blogueira.
Doação de agenda
Saco muito cheio
Não vejo a hora de chegar no meu studio, tomar meu banho com meu sabonete de Hortelã da linha Nativa Spa do Boticário (amei!), me enxugar com minha toalha preta com barra de zebrinha e deitar pelada na minha cama maravilhosa. Vou me cobrir com meu delicioso lençol branco imaculado de centenas de fios de percal e ler minha revista Nova do mês, que mal tive tempo de folhear. Na mesinha de cabeceira, um copo com Coca Zero muito gelada. Ah, sim, claro. Vou desligar os telefones e foda-se o mundo.
Tá decidido: vou jantar sorvete de chocolate com muita calda.
É chope!
Eu tinha pensado em marcar no dia 4 de abril, pra comemorar 1 ano de habitação do studio, mas como cai num sábado, algumas pessoas pediram pra marcar durante a semana. Então, que vocês acham de marcarmos no dia 1º de abril, quarta-feira?
Onde? No Boteco do Gomes, é claro.
terça-feira, 17 de março de 2009
Me esqueçam temporariamente
Sol na casa 11, lua na casa 8
De 17/03 (Hoje), 20h04
Até 20/03 , 10h50
Este período pode ser um pouco delicado para o terreno das amizades, Roberta. Entre os dias 17/03 (Hoje) e 20/03, você estará vivendo uma Lua Minguante pessoal em sua vida social. O melhor é manter um certo afastamento dos amigos nestes curtos dias, e protelar as discussões importantes para depois. Podem ocorrer brigas por conta de intromissões desnecessárias seja da sua parte, seja da parte deles. A consciência da tensão desta fase pode, entretanto, harmonizar a negatividade do ciclo.
Olha que eu nunca tinha recebido esse conselho do Personare (óbvio que os ciclos se repetem). E eu que bem pretendia ligar pra uma certa amiga pra pedir opinião, colo e carinho sobre um problema específico. Vou é ficar quieta no meu canto e chorar na cama que é lugar quente e seguro.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Péssima manhã
sexta-feira, 13 de março de 2009
Sensacional
Claro, eu na janela vendo a movimentação e a chuva. Adoro olhar a chuva, principalmente com relâmpagos. Fico preocupada com as pessoas e animais que moram na rua, mas como a chuva é necessária... tento me enganar que eles encontraram um lugar seco e seguro para se abrigar e venho admirar a chuva.
Chuva
Das minhas vaidades
Como dizia Raul Seixas "Se hoje eu te odeio/Amanhã lhe tenho amor/Lhe tenho amor/Lhe tenho horror/Lhe faço amor/Eu sou um ator..."
Como sou vaidosa e orgulhoso, fico até feliz quando percebo que mudei totalmente de opinião e não tenho vergonha de expressar. Se eu digo que odeio algo e a alguém questiona "ué, vc não amava?", sorrindo respondo "amava do verbo não amo mais". Linda que sou.
Das repartições
Claro, quando acordo todos os dias penso "que merda, preciso dormir mais, não vou trabalhar hoje", mas levanto cinco minutos depois maldizendo a humanidade. Ainda não fiquei idiota o suficiente pra achar normal acordar cedo. Mas ao longo da manhã, depois do meu café forte e do banho demorado, eu melhoro. Também comprei óculos escuros imensos e tenho me arrumado mais e usado perfume pra vir trabalhar, daí me sinto menos desgraçada.
Como nada é tão simples, se antes eu dizia que odiava chegar aqui, mas quando entrava na minha sala a vida era bela, agora que já não odeio tanto chegar aqui... comecei a perceber a merda dentro da sala também. Mas tudo bem, daqui a pouco eu banalizo também. Quem sabe um dia eu até passo a gostar. Quem sabe um dia ao me perguntarem se gosto do meu trabalho eu não vou saber o que dizer e vou responder "não tenho opinião formada". Talvez, seja um dia mais feliz. Talvez seja apenas mais idiota.
Perversa
Tadinho, deve ter roído as unhas de ciúmes, mas ficou quieto. O e-mail jamais teve resposta.
Mendonça Fest
Amanhã será o Mendonça Fest, claro, comparecerei ao convescote.
Se eu sobreviver, talvez saia à noite.
Saudade do meu Mendonça e do tempo que ele era meu chefinho. Saudade da minha antiga repartição, daquelas paredes encardidas e daquela mesa velha. Não vou dizer que eu era feliz e não sabia, porque eu não era feliz. Apenas lá, sob alguns aspectos importantes, era menos ruim do que a repartição atual.
Outro dia meu atual chefinho perguntou se eu gostava do meu trabalho anterior. Não soube responder.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Orgulho
Semi-desmemoriada
A vida é bela, mas às vezes é uma merda
Depois de trocentos raios-x, o dr. Rodrigo, ortopedista da emergência chegou a conclusão que minha mãe tinha tido três fraturas na clavícula. Segundo ele, não foi onde as pessoas costumam quebrar o osso, mas mais no meio do peito, perto do externo. Avisou que era uma fratura muito rara e grave, que normalmente haveria indicação para cirurgia, mas no caso da minha mãe, velha e frágil, não era indicado.
Levei a velha pra casa com o braço imobilizado por uma tipóia. Ela vai ficar um mês assim, mas deve ir acompanhar o estado da fratura toda semana. Acabei ficando lá até tarde e não saí sábado também.
No domingo, tinha uma festa para ir, mas minha irmã ligou pedindo pra eu ficar com nossa mãe, pra ela tocar a função da mudança. Na hora do almoço, trouxe ela para minha casa e veio buscar às 23h.
Acabei passando o fim-de-semana todo nesta função. Fiquei muito triste de ver minha mãe tão frágil, perceber a vida dela se esvaindo e ela nem aí. Estou muito triste, mexida.
Tô boa não, sabe?
Amanhã acho que também não vai rolar ir no Bukowski. Sábado de manhã preciso levar minha mãe ao ortopedista de manhã. Se for pro Buko vou é chegar em casa de manhã. Deixa pra lá, pra outro fim-de-semana. Aproveito e venho pra casa descansa depois do trabalho.
O mundo é estranho
Ai, ai. A vida é bela, belíssima, jamais duvido disso. Mas, às vezes, é uma merda.
Minhas vaidades
Dos melhores amigos que alguém pode ter
Terça, A Noiva veio ter comigo. Me trouxe presentes e histórias engraçadas. Me divertiu e me lembrou que me ama. Eu também amo minha noiva. Gueto Blaster me ligou convidando pra ir beber, mas fui obrigada a deixar pra próxima.
Meus amigos
Nunca, em toda a minha vida (e olha que já vivi muita merda), houve uma situação onde precisasse de ajuda e ela não aparecesse, quase que "caída do céu". Nunca houve uma situação onde meus amigos não estivessem presentes. Muitas vezes, amigos recém feitos, ou mesmo desconhecidos, me ampararam. Eu nunca precisei sequer pedir, quando peço então... é tanta gente querendo cuidar de mim, me ajudar, que sou obrigada a dispensar algumas ofertas.
É por isso que sempre digo que gente é a melhor coisa que existe no mundo. Eu adoro gente.
quarta-feira, 11 de março de 2009
De se perder e se achar
terça-feira, 10 de março de 2009
Parece até sacanagem
A visita de A Noiva
Aceito convites
domingo, 8 de março de 2009
O mundo é estranho
quinta-feira, 5 de março de 2009
Primeiro aniversário do meu studio
Cronologia
Domingo, Março 16, 2008
Acordei na minha casa nova pela primeira vez.
Função compras.
Peguei as chaves da casa nova.
Assinei o contrato de locação do studio.
Eu sou foda
Hoje de manhã caiu a ficha que tá pra fazer um ano que me mudei pro studio do Centro. Na minha cabeça, minha mudança teria sido por volta do dia 10 de março de 2008, esta foi a data que guardei. Claro, corri nos arquivos do blog pra conferir. Reli todo o mês de março do ano passado. Gente, eu mesma gargalhei. Tem um outro errinho de digitação, atenção e até de erro mesmo, mas que é muito engraçado ninguém pode negar. Ai, como eu escrevo bem. Sou realmente uma estrela!
Faz favor?
quarta-feira, 4 de março de 2009
Segunda-feira ia ao cinema com Ana Paula. Peguei minha amiga na repartição e rumamos pro Odeon. Na bilheteria fomos informadas que o ar condicionado tava quebrado. Tá de sacanagem, né?
Fomos tomar um chope num árade do centro, com alguns acepipes e amigos cálegas de repartição de Ana.
Terça-feira ia ao teatro. Passei na repartição de Mãe Camila e de lá rumamos pro Shopping da Gávea, onde encontramos IS e o leitor Victor Hugo. Depois juntou-se ao grupo minha nova amiga Gabi, com seu namorado. Tínhamos sido convidados para o ensaio geral do musical Avenida Q, às 19h. Humpf. Às 20h30 eu desisti, vencida pelo calor do capeta que fazia no shópi. Já estávamos ficando irritadiças e implicantes, não rolava esperar mais. Apesar da gentileza das assessoras, ardeu.
Quando távamos na porta do shópi, liga V.H. dizendo pra voltarmos que ia começar. Ahã, já tô indo, mas não sai do lugar enquanto eu não chegar. Como Mãe Camila estava de dieta, parti com IS para um rodízio de pizza, pra encher o cu de calorias e ser feliz. Muitas fatias e alguns chopes depois, em um ar condicionado que funcionava, a vida voltou a ser bela.
Isso tudo porque, em nível de mulher falida, fiz um pacto com Mãe Camila e Ana Paula de não recusarmos convites e, se possível, partilhá-los entre nós. Deu no que deu. Melhor eu escolher meu programa e pagar por ele.
Conclusão I: Avenida Q de cu é rola.
Conclusão II: Esse negócio de digrátis nunca dá certo. Pobre é uma merda.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Promoção!
Nosso querido HTP foi selecionado para sortear 3 pares de convites. É isso aí, você, empresária circense e/ou simpático palhacinho fiés leitores, vocês podem assistir em primeira mão! Basta enviar um e-mail para tudopalhaco@gmail.com com "Avenida Q" no assunto. Os três primeiros levam.
Para saber mais sobre o musical, acesse http://www.avenidaq.com.br.
Vejo vocês lá.
Segunda-feira
Sabe o que eu vou fazer? Vou ao cinema. Rá!
