Estatísticas, para que te quero?
Inventei uma nova mania e estou freak. Um amigo meu pediu pra testar um sistema de estatísticas nos meus blogs por uma semana. Bobagem, babe, disponha!
Passei a tarde futucando e me divertindo. Esse dá separa até quem é novo visitante e quem é "visitante repetido".
Também me informou que 92% dos visitantes são do Brasil, 2% de Portugal, 2% dos EUA, 1% da França, 1% da Noruega e 5% de outros países. Quanto ao idioma utilizado pelos visitantes, temos 1% que usam navegadores em espanhol e 1% que usam "unknown languages", sejam lá quais forem. Ele me dá até a porcentagem dos que usam IE, Firefox ou Mozilla! Posso ver também quantos usam Windows, MacPPC ou Linux e até a resolução da tela. Chega, é preciosismo demais, não preciso conhecer meus leitores tão bem assim. Chega.
Mas foi divertidão. Pena que voi só uma semana.
quarta-feira, 28 de junho de 2006
terça-feira, 27 de junho de 2006
Bailinho do Balzaco
À noite fomos comemorar os 30 anos do nosso Paulinho. Confesso que estávamos com um pouco de receio, pois ele é muuuito popular e houve um aniverário dele que não consegui entrar de tão cheio. Mas esse foi praticamente perfeito. O Bailinho do Balzaco foi numa casa em Santa Teresa, espaçoso e com uma vista maravilhosa.
Na chegada o motorista do táxi parecia interessadíssimo. "Nossa, aqui é legal, hein?"..."Só tem mansão!"..."Nossa, nem imaginava, só tem casarão, olha esse muro!". Quando descemos Ana debochou "Ele gostou tanto que quase perguntei se queria ir pra festa com a gente! Deve ter achado que a gente veio fazer programa".
Quando descemos do carro tava tocando uma música que adoramos e ficamos animadas. O porteiro também queria fazer amizade. "Foi difícil achar?"... "A festa vai ser boa". Tá meu filho, imagino que seja uma merda ficar em pé na porta da festa a noite toda, ainda mais no frio, mas quem foi que te disse que o mundo ia ser justo?
Tinha que pegar um ticket e depositar numa urna pois haveria sorteio de um brinde surpresa durante a festa. Humpf. Conhecendo Paulinho há tanto tempo imaginei logo que ou era lorota pra todo mundo depositar o ticket e ele ter certeza do número de convidados na hora de acertar contas com o dono da casa ou era uma pândega e o brinde seria uma cueca suja.
Vencidas as escadarias e depositado nosso ticket começamos a tentar reconhecer amigos na escuridão. Havia uma pista num andar abaixo da casa. Paulinho estava na Varanda. Clarisse e Val estavam numa área ao lado da casa. Opa! Havia uma piscina no caminho e quase que eu molho o pé. Medo! enquanto estamos falando com Clarisse alguém vai mostrar o caminho da piscina para um deficiente visual! Ouvimos o cara da churrasqueira "ano passado cairam dois aí". Lembrar de não vir pra esse lado depois de algumas cervejas.
Descemos para dançar e encontramos um sem fim de amigos e conhecidos. Parecia até o Hall da Uerj. Ao longo da noite chegou muuuito mais gente. Bebi váááárias cervejas, dancei muito. O som do DJ Chris estava muito bom, bem melhor do que da última vez. Os caldinhos estavam maravilhosos também.
Chamava nossa atenção a quantidade de rapazes com cabelos por cortar. Que isso? Uma moda neo-hippie? Que falta de higiene!
Fomos embora nem tão tarde pois nossos joelhos de jovens senhoras começaram a doer. O sorteio ainda não tinha sido realizado, não ganhamos a cueca suja do Paulo!
Foi uma noite muito divertida, mas me lembrou uma época que eu saía muito pra dançar e encontrava essas pessoas todo fim de semana. Acho que eu era mais feliz.
À noite fomos comemorar os 30 anos do nosso Paulinho. Confesso que estávamos com um pouco de receio, pois ele é muuuito popular e houve um aniverário dele que não consegui entrar de tão cheio. Mas esse foi praticamente perfeito. O Bailinho do Balzaco foi numa casa em Santa Teresa, espaçoso e com uma vista maravilhosa.
Na chegada o motorista do táxi parecia interessadíssimo. "Nossa, aqui é legal, hein?"..."Só tem mansão!"..."Nossa, nem imaginava, só tem casarão, olha esse muro!". Quando descemos Ana debochou "Ele gostou tanto que quase perguntei se queria ir pra festa com a gente! Deve ter achado que a gente veio fazer programa".
Quando descemos do carro tava tocando uma música que adoramos e ficamos animadas. O porteiro também queria fazer amizade. "Foi difícil achar?"... "A festa vai ser boa". Tá meu filho, imagino que seja uma merda ficar em pé na porta da festa a noite toda, ainda mais no frio, mas quem foi que te disse que o mundo ia ser justo?
Tinha que pegar um ticket e depositar numa urna pois haveria sorteio de um brinde surpresa durante a festa. Humpf. Conhecendo Paulinho há tanto tempo imaginei logo que ou era lorota pra todo mundo depositar o ticket e ele ter certeza do número de convidados na hora de acertar contas com o dono da casa ou era uma pândega e o brinde seria uma cueca suja.
Vencidas as escadarias e depositado nosso ticket começamos a tentar reconhecer amigos na escuridão. Havia uma pista num andar abaixo da casa. Paulinho estava na Varanda. Clarisse e Val estavam numa área ao lado da casa. Opa! Havia uma piscina no caminho e quase que eu molho o pé. Medo! enquanto estamos falando com Clarisse alguém vai mostrar o caminho da piscina para um deficiente visual! Ouvimos o cara da churrasqueira "ano passado cairam dois aí". Lembrar de não vir pra esse lado depois de algumas cervejas.
Descemos para dançar e encontramos um sem fim de amigos e conhecidos. Parecia até o Hall da Uerj. Ao longo da noite chegou muuuito mais gente. Bebi váááárias cervejas, dancei muito. O som do DJ Chris estava muito bom, bem melhor do que da última vez. Os caldinhos estavam maravilhosos também.
Chamava nossa atenção a quantidade de rapazes com cabelos por cortar. Que isso? Uma moda neo-hippie? Que falta de higiene!
Fomos embora nem tão tarde pois nossos joelhos de jovens senhoras começaram a doer. O sorteio ainda não tinha sido realizado, não ganhamos a cueca suja do Paulo!
Foi uma noite muito divertida, mas me lembrou uma época que eu saía muito pra dançar e encontrava essas pessoas todo fim de semana. Acho que eu era mais feliz.
Relatório atrasado
Sábado passado fui a duas festas, a primeira era de criança. Fofoquei com minhas amigas, ri dos trajes dos outros convidados e me diverti com as meninas cobiçando os palhacinhos presentes. Como quase nada me despertava interesse lá, nem mesmo a comida, fiquei apenas observando e rindo.
Ana Paula, safada, disse pro garçom que eu queria encher a cara e toda hora ele me trazia refil de cerveja. Até que não foi mal. Foi bom também rever Adriana, que está com um cabelo novo muito bonito.
Sem outros episódios dignos de nota, o único foi o palhaço Vigilante do Peso, que já postei no HTP. O balanço é que foi uma tarde divertida.
Sábado passado fui a duas festas, a primeira era de criança. Fofoquei com minhas amigas, ri dos trajes dos outros convidados e me diverti com as meninas cobiçando os palhacinhos presentes. Como quase nada me despertava interesse lá, nem mesmo a comida, fiquei apenas observando e rindo.
Ana Paula, safada, disse pro garçom que eu queria encher a cara e toda hora ele me trazia refil de cerveja. Até que não foi mal. Foi bom também rever Adriana, que está com um cabelo novo muito bonito.
Sem outros episódios dignos de nota, o único foi o palhaço Vigilante do Peso, que já postei no HTP. O balanço é que foi uma tarde divertida.
Diálogos
Sábado passado no bailinho do Balzaco Paulo encontro meu amigo, o DJ Chris, pensativo na varanda. Fui falar com ele e talz. Nenhum dos dois tinha novidades pra contar. Após algumas frases ele sentencia "Você é muito doida!". "Sou sim, e daí?", respondi. Porra, me conta uma novidade, né, Chris? Sou caretinha, timidinha e louca, não é errado ser assim.
Sábado passado no bailinho do Balzaco Paulo encontro meu amigo, o DJ Chris, pensativo na varanda. Fui falar com ele e talz. Nenhum dos dois tinha novidades pra contar. Após algumas frases ele sentencia "Você é muito doida!". "Sou sim, e daí?", respondi. Porra, me conta uma novidade, né, Chris? Sou caretinha, timidinha e louca, não é errado ser assim.
Tédio, teu nome é Roberta
Se não chega a fazer feliz, pelo menos ajuda a passar o tempo. Agora peguei a mania de flanar pelas estatísticas, ontem foi a do HTP, hoje estou me divertindo aqui nas do OMEE. Quer ir lá? É só clicar no contador no fim da página.
Dá pra ver de onde a pessoa é, qual o IP, quantos minutos ficou, quantos F5 deu, por qual página entrou e por qual saiu. Distrai e diverte.
Reparei que muita gente entra por algum arquivo, deve se de link em outro lugar ou por algum buscador. Alguém de Brasília tinha entrado no mês de junho de 2002. Fui lá olhar o que havia. Entre outras coisas eu xingava a Copa passada. Li o mês inteiro, divertido. Eu era mais divertida. Engraçado, recordei expressões que nem uso mais. Quando meu cabelo estava por cortar Nara dizia que eu "tava no franjão". Além de mulherzinha intragável eu dizia ter uma personalidade rascante, gostei dessa, vou colocar no perfil no Orkut.
Se não chega a fazer feliz, pelo menos ajuda a passar o tempo. Agora peguei a mania de flanar pelas estatísticas, ontem foi a do HTP, hoje estou me divertindo aqui nas do OMEE. Quer ir lá? É só clicar no contador no fim da página.
Dá pra ver de onde a pessoa é, qual o IP, quantos minutos ficou, quantos F5 deu, por qual página entrou e por qual saiu. Distrai e diverte.
Reparei que muita gente entra por algum arquivo, deve se de link em outro lugar ou por algum buscador. Alguém de Brasília tinha entrado no mês de junho de 2002. Fui lá olhar o que havia. Entre outras coisas eu xingava a Copa passada. Li o mês inteiro, divertido. Eu era mais divertida. Engraçado, recordei expressões que nem uso mais. Quando meu cabelo estava por cortar Nara dizia que eu "tava no franjão". Além de mulherzinha intragável eu dizia ter uma personalidade rascante, gostei dessa, vou colocar no perfil no Orkut.
Prazeres bestas
Para se feliz me restou fazer um café beeem forte e ficar aqui olhando as árvores pela janela. Uma coisa admito, a luz dos dias nublados deixa o verde das folhas mais bonito, ressalta a variedade de tons. Bem que podiam aparecer os gatinhos que andam por lá pra eu ver. Tem um amarelo gordinho que eu amo, queria muito poder levá-lo para minha casa. Amo gatos amarelos, lembram meu amado Shaisha, meu eterno amor.
Para se feliz me restou fazer um café beeem forte e ficar aqui olhando as árvores pela janela. Uma coisa admito, a luz dos dias nublados deixa o verde das folhas mais bonito, ressalta a variedade de tons. Bem que podiam aparecer os gatinhos que andam por lá pra eu ver. Tem um amarelo gordinho que eu amo, queria muito poder levá-lo para minha casa. Amo gatos amarelos, lembram meu amado Shaisha, meu eterno amor.
Dia chato
Pra começar mal tinha jogo da selemerda ao meio-dia, praticamente de manhã. Já acordei com cornetas e rojões. Céu nublado, vento frio e chuvisco no caminho pro trabalho. Ah, por causa do jogo quase não havia ônibus e mofei no ponto.
Quase dor de cabeça. Quase vontade de chorar. A cantina tá fechada, nem sequer posso comprar uma coca-light.
Pra começar mal tinha jogo da selemerda ao meio-dia, praticamente de manhã. Já acordei com cornetas e rojões. Céu nublado, vento frio e chuvisco no caminho pro trabalho. Ah, por causa do jogo quase não havia ônibus e mofei no ponto.
Quase dor de cabeça. Quase vontade de chorar. A cantina tá fechada, nem sequer posso comprar uma coca-light.
segunda-feira, 26 de junho de 2006
Fragmentos de fim de semana
– Ah, aquela barba na minha virilha.
– É, ele tem uma cara de "se eu te pego eu te machuco". Já o outro não, tem cara de bonzinho, mas não tem problema porque se eu pego eu é que machuco ele.
Juro que apenas presenciei o diálogo acima. Como nenhum dos dois cobiçados fazia meu tipo me limitei a cair na gargalhada.
– Ah, aquela barba na minha virilha.
– É, ele tem uma cara de "se eu te pego eu te machuco". Já o outro não, tem cara de bonzinho, mas não tem problema porque se eu pego eu é que machuco ele.
Juro que apenas presenciei o diálogo acima. Como nenhum dos dois cobiçados fazia meu tipo me limitei a cair na gargalhada.
Falta do que fazer
Vocês já reparam que as estatísticas de visitação do blog são aberta ao público? Estou me divertindo flanando pelo sitemeter do HTP.
Entre os 100 últimos acessos, além de muitos leitores do leitores do Rio, no estado de São Paulo há representantes não só da capital, mas também de Piracicaba, Diadema, Mairiporã, Campinas, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Tremembé, Cotia, Lenis Paulista, Sorocaba. Em Minas temos leitores em BH, Pedra Azul e Neves. No Paraná parece que fazemos sucesso Curitiba, Ferraria, Maringá, Araucária, Campo Magro e Toledo. Uau, nunca pensei ter tantos leitores no Paraná! No Rio Grande do Sul, só São Leopoldo. Em Santa Catarina o HTP é conhecido em Tijucas e Limeira. No Espírito Santos temos leitores em Vitória, Princesa e Janguetá. Há ainda leitores de Brasília; Recife; Aracaju e Salvador.
Nossos leitores internacionais estão em New Jersey; Atlanta e Horsham, na Pennsylvania, nos EUA. Em Portugal havia visitas de internautas de Lisboa, Porto e Couto de Lima.
Houve uma época que havia leitores do Japão, Nova Zelândia e Austrália. Será que deixamos de fazer sucesso nas bandas do oriente? Não, deve ser o fuso horário.
Vocês já reparam que as estatísticas de visitação do blog são aberta ao público? Estou me divertindo flanando pelo sitemeter do HTP.
Entre os 100 últimos acessos, além de muitos leitores do leitores do Rio, no estado de São Paulo há representantes não só da capital, mas também de Piracicaba, Diadema, Mairiporã, Campinas, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Tremembé, Cotia, Lenis Paulista, Sorocaba. Em Minas temos leitores em BH, Pedra Azul e Neves. No Paraná parece que fazemos sucesso Curitiba, Ferraria, Maringá, Araucária, Campo Magro e Toledo. Uau, nunca pensei ter tantos leitores no Paraná! No Rio Grande do Sul, só São Leopoldo. Em Santa Catarina o HTP é conhecido em Tijucas e Limeira. No Espírito Santos temos leitores em Vitória, Princesa e Janguetá. Há ainda leitores de Brasília; Recife; Aracaju e Salvador.
Nossos leitores internacionais estão em New Jersey; Atlanta e Horsham, na Pennsylvania, nos EUA. Em Portugal havia visitas de internautas de Lisboa, Porto e Couto de Lima.
Houve uma época que havia leitores do Japão, Nova Zelândia e Austrália. Será que deixamos de fazer sucesso nas bandas do oriente? Não, deve ser o fuso horário.
Eu sou o sol (ou pelo menos o céu azul)
Hoje fui trabalhar com uma blusa azul turquesa que causou espécie aos cálegas de repartição: "Robertinha tá de azul hoje!". Avisei "É que o dia tava nublado então resolvi vir assim para alegrar o dia: o céu azul sou eu!". Rá! Ainda não sou o sol como meu amigo Cazuza, mas tô quase lá!
Hoje fui trabalhar com uma blusa azul turquesa que causou espécie aos cálegas de repartição: "Robertinha tá de azul hoje!". Avisei "É que o dia tava nublado então resolvi vir assim para alegrar o dia: o céu azul sou eu!". Rá! Ainda não sou o sol como meu amigo Cazuza, mas tô quase lá!
domingo, 25 de junho de 2006
Esse foi um fim de semana feliz
Fui a duas festas ótimas no sábado, almocei com minha amiga Ana Paula no domingo. Comi muita coisa gostosa, bebi cerveja bem gelada, revi amigos, dancei, ri muito e quase não pensei em coisas tristes.
Depois dou relatório do Bailinho do Balzaco Paulo. Vicente, tu perdeu.
Fui a duas festas ótimas no sábado, almocei com minha amiga Ana Paula no domingo. Comi muita coisa gostosa, bebi cerveja bem gelada, revi amigos, dancei, ri muito e quase não pensei em coisas tristes.
Depois dou relatório do Bailinho do Balzaco Paulo. Vicente, tu perdeu.
sábado, 24 de junho de 2006
sexta-feira, 23 de junho de 2006
Hoje é dia de circo
Tenho postado os capítulos que havia prometido, amanhã será o último. Essa é a segunda vez que conto um espetáculo em episódios, a primeira vez foi a Saga do Bodão.
Aviso que outro folhetim circense está sendo escrito especialmente para o HTP e esse é de causar inveja a Gilberto Braga. Desfiaremos todo tipo bizarrice e comportamento sórdido, só que todos reunidos numa mesma estrela: o palhaço protagonista, é claro! Assim que a coadjuvante do espetáculo acabar de redigir postarei.
Tenho postado os capítulos que havia prometido, amanhã será o último. Essa é a segunda vez que conto um espetáculo em episódios, a primeira vez foi a Saga do Bodão.
Aviso que outro folhetim circense está sendo escrito especialmente para o HTP e esse é de causar inveja a Gilberto Braga. Desfiaremos todo tipo bizarrice e comportamento sórdido, só que todos reunidos numa mesma estrela: o palhaço protagonista, é claro! Assim que a coadjuvante do espetáculo acabar de redigir postarei.
Lembrei!
Quer dizer, me lembraram. Ontem liguei pra confirmar com a Ana Paula se ela iria ao Bailinho do Balzaco Paulo. "Dia 24 tem também a festinha do Gabriel". Quase gritei "Era isso!".
Sábado vou finalmente conhecer pessoalmente a coisa gostosa e ruiva que é o Gabriel, filho da nossa amiga Daniela de Fátima, a ruinva. É que mal casou, mudou para Belém do Pará, onde pariu. Como pretexto para apresentar o rebento à sociedade carioca Daniela vai fazer uma festinha comemorando 1 ano e meio do Gabriel.
Bom, era esse meu compromisso importante porém momentaneamente esquecido. Como o convescote será vespertino minha presença no Bailinho do Balzaco continua confirmada.
Quer dizer, me lembraram. Ontem liguei pra confirmar com a Ana Paula se ela iria ao Bailinho do Balzaco Paulo. "Dia 24 tem também a festinha do Gabriel". Quase gritei "Era isso!".
Sábado vou finalmente conhecer pessoalmente a coisa gostosa e ruiva que é o Gabriel, filho da nossa amiga Daniela de Fátima, a ruinva. É que mal casou, mudou para Belém do Pará, onde pariu. Como pretexto para apresentar o rebento à sociedade carioca Daniela vai fazer uma festinha comemorando 1 ano e meio do Gabriel.
Bom, era esse meu compromisso importante porém momentaneamente esquecido. Como o convescote será vespertino minha presença no Bailinho do Balzaco continua confirmada.
quinta-feira, 22 de junho de 2006
Sabedoria de Ana Paula
Minha amiga PL me tacou na cara que eu tinha que parar de frescura e terminar logo a disserta. "Você não precisa de inspiração para escrever, você é profissional da escrita". Tudo mudou depois que ela me disse isso, por que ela não me falou antes?!
Minha amiga PL me tacou na cara que eu tinha que parar de frescura e terminar logo a disserta. "Você não precisa de inspiração para escrever, você é profissional da escrita". Tudo mudou depois que ela me disse isso, por que ela não me falou antes?!
Palhaço de copa do mundo
Não, não errei de blog, essa não foi pro HTP pq não chegou a se concretizar. Fui não-assistir ao primeiro jogo na casa do meu amigo Bruno. Ele insistiu, jogou na cara que não fui no aniversário dele, fez chantagem dizendo que ia acabar com cirrose bebendo toda aquela cerveja gelada sozinho de novo, essas coisas. Ameacei ir toda de preto, ficar mal humorada e vomitar no sofá, mas ele insistiu. Fui e até foi divertido, conversamos durante todo a partida e mal olhei pra TV. Aliás, ninguém olhava pra TV, todos comiam, bebiam e papeavam.
A cervejota tava gelada mesmo, os salgadinhos bons, a família do meu amigo é simpática e o filhinho pirralho dele divertido. Ele tentou ensinar o rebento a falar "Tia Roberta Cachaceira". O moleque, com um sorriso sapeca, só repetia "Tia Roberta Cacha". Tem futuro o fedelho.
Já falei de Bruno aqui, ele era o meu Vicente na época da faculdade de Engenharia Química. Éramos amigos de copo e esbórnia e ele me acha quase-homem, seja lá o que for isso. Pândego que é ele, disse que estaria lá também um amigo que ele queria me apresentar, botar na minha fita. Bom, não gosto muito dessa práxis. Acho esquisito ir conhecer alguém pré-agendado, prefiro conhecer as pessoas por acaso, por aí. Mas sei que é um expediente usual e tenho amigas adeptas. Ok.
Bruno me liga tentando vender o rifado: "ele é um cara legal, só pensa em trabalhar, às 9h da noite já tá de pijama pra se preparar pro dia seguinte, não bebe, não fuma, não sai à noite. É quase virgem! Acho que você vai gostar dele.". Uau, hein? Era exatamente o que eu precisava na minha vida, aliás, é o tipo de homem que combina comigo, né?
Fato é que o mancebo não deu pinta, amarelou, disse que ia trabalhar. Provavelmente Bruno disse que ia apresentar amiga e mostrou o HTP. "Mas ó só , se tu não der no couro ela vai te escrotizar na Internet". Claro que o quase-virgem, seja lá o que for isso, não apareceu.
Não, não errei de blog, essa não foi pro HTP pq não chegou a se concretizar. Fui não-assistir ao primeiro jogo na casa do meu amigo Bruno. Ele insistiu, jogou na cara que não fui no aniversário dele, fez chantagem dizendo que ia acabar com cirrose bebendo toda aquela cerveja gelada sozinho de novo, essas coisas. Ameacei ir toda de preto, ficar mal humorada e vomitar no sofá, mas ele insistiu. Fui e até foi divertido, conversamos durante todo a partida e mal olhei pra TV. Aliás, ninguém olhava pra TV, todos comiam, bebiam e papeavam.
A cervejota tava gelada mesmo, os salgadinhos bons, a família do meu amigo é simpática e o filhinho pirralho dele divertido. Ele tentou ensinar o rebento a falar "Tia Roberta Cachaceira". O moleque, com um sorriso sapeca, só repetia "Tia Roberta Cacha". Tem futuro o fedelho.
Já falei de Bruno aqui, ele era o meu Vicente na época da faculdade de Engenharia Química. Éramos amigos de copo e esbórnia e ele me acha quase-homem, seja lá o que for isso. Pândego que é ele, disse que estaria lá também um amigo que ele queria me apresentar, botar na minha fita. Bom, não gosto muito dessa práxis. Acho esquisito ir conhecer alguém pré-agendado, prefiro conhecer as pessoas por acaso, por aí. Mas sei que é um expediente usual e tenho amigas adeptas. Ok.
Bruno me liga tentando vender o rifado: "ele é um cara legal, só pensa em trabalhar, às 9h da noite já tá de pijama pra se preparar pro dia seguinte, não bebe, não fuma, não sai à noite. É quase virgem! Acho que você vai gostar dele.". Uau, hein? Era exatamente o que eu precisava na minha vida, aliás, é o tipo de homem que combina comigo, né?
Fato é que o mancebo não deu pinta, amarelou, disse que ia trabalhar. Provavelmente Bruno disse que ia apresentar amiga e mostrou o HTP. "Mas ó só , se tu não der no couro ela vai te escrotizar na Internet". Claro que o quase-virgem, seja lá o que for isso, não apareceu.
Vida de reporti
Em nível de reporti, somos todos cornos, logo estou aqui aturando esse bando de malas falando de Ronaldinho como se este fosse lhes pagar as dívidas. Podiam falar baixo pelo menos.
Bom, podia se pior, eu podia ter trabalhado os dois jogos. Na repartição onde trabalho fizeram uma escala. Metade da taba trabalhou no jogo da selemerda que caiu numa terça e a outra metade hoje. Como o mundo podia acabar, eu morrer ou a Copa do Mundo ser cancelada, tratei de folgar logo no primeiro jogo e, por conseguinte, aqui estou hoje. Na vinda meu celular tocou. "Tá onde? Vai ver o jogo onde?", perguntou uma amiga, provavelmente já semi-alcoolizada. Não vou ver o jogo no trabalho, estou no engarrafamento a caminho da repartição. Não que me faça diferença onde vou não assistir, pouco se me dá se a selemerda ganha ou perde.
Quer dizer, mentira, quando perde sinto autêntico júbilo, o incomparável prazer de ser estraga prazeres, sabe? Pois é, é isso mesmo, tô Pepê. Copa do mundo me deixa Pepezérrima. Não pentelha porque eu mordo.
Em nível de reporti, somos todos cornos, logo estou aqui aturando esse bando de malas falando de Ronaldinho como se este fosse lhes pagar as dívidas. Podiam falar baixo pelo menos.
Bom, podia se pior, eu podia ter trabalhado os dois jogos. Na repartição onde trabalho fizeram uma escala. Metade da taba trabalhou no jogo da selemerda que caiu numa terça e a outra metade hoje. Como o mundo podia acabar, eu morrer ou a Copa do Mundo ser cancelada, tratei de folgar logo no primeiro jogo e, por conseguinte, aqui estou hoje. Na vinda meu celular tocou. "Tá onde? Vai ver o jogo onde?", perguntou uma amiga, provavelmente já semi-alcoolizada. Não vou ver o jogo no trabalho, estou no engarrafamento a caminho da repartição. Não que me faça diferença onde vou não assistir, pouco se me dá se a selemerda ganha ou perde.
Quer dizer, mentira, quando perde sinto autêntico júbilo, o incomparável prazer de ser estraga prazeres, sabe? Pois é, é isso mesmo, tô Pepê. Copa do mundo me deixa Pepezérrima. Não pentelha porque eu mordo.
terça-feira, 20 de junho de 2006
Posso?
Hoje fui ao médico, mais especificamente, à ginecologista. Ela me conhece há 20 anos e trata todas as minhas mazelas, até as afetivas e espirituais. Doida que só, ela dá conselho, dá bronca, receita (ou não) remédio pra tudo, até pra minha mãe que ela nunca viu mais gorda. Enfim, é "a minha médica".
Contextualizada a situação, vê se eu posso com isso. Sento lá e começo a desfiar meu rosário de lamentações, penúrias, desgraças, tristezas e problemas diversos. Ela só arregalava os olhões azuis, mas concordou com todas as decisões que eu tomei.
Depois de me examinar a bruta me solta seguinte pérola toda exultante: "diante do quadro que você me descreveu você não está boa não, está ótima!". Para completar me receitou beber muita água. Claro, pediu os cinco quilos de exames de praxe, mas...nem um remedinho? Mesmo que manipulado ou fitoterápico? um cházinho? Nada?! E eu que achava que ela diagnosticar "internação urgente, paciente toda podre".
Hoje fui ao médico, mais especificamente, à ginecologista. Ela me conhece há 20 anos e trata todas as minhas mazelas, até as afetivas e espirituais. Doida que só, ela dá conselho, dá bronca, receita (ou não) remédio pra tudo, até pra minha mãe que ela nunca viu mais gorda. Enfim, é "a minha médica".
Contextualizada a situação, vê se eu posso com isso. Sento lá e começo a desfiar meu rosário de lamentações, penúrias, desgraças, tristezas e problemas diversos. Ela só arregalava os olhões azuis, mas concordou com todas as decisões que eu tomei.
Depois de me examinar a bruta me solta seguinte pérola toda exultante: "diante do quadro que você me descreveu você não está boa não, está ótima!". Para completar me receitou beber muita água. Claro, pediu os cinco quilos de exames de praxe, mas...nem um remedinho? Mesmo que manipulado ou fitoterápico? um cházinho? Nada?! E eu que achava que ela diagnosticar "internação urgente, paciente toda podre".
Nootron, pra que te quero?
Acabei de receber o convite pra festa de aniversário do Paulinho, meu negão gostoso (ok, Ana, nosso). O "Grande Baile do Balzaca - Trintinha no 24!" será sábado que vem. O e-mail convite está impagável, como sempre. Confesso que melhor do que os meus convites de aniversário onde sempre escrevo algo como "se vc recebeu essa mensagem é pq quero que vc vá, mas se não quiser ir tudo bem tb, entre amigos não há espaço para cobranças".
Agora, o negócio é o seguinte. Eu já tinha confirmado presença em alguma outro convescote no dia 24, mas não lembro o que era nem pelo caralho! Então faço um apelo, se você é meu amigo (acho que tinha sido com uma amiga) e marquei de ir a alguma festa no próximo sábado me manda um mail avisando porque eu esqueci!
Acabei de receber o convite pra festa de aniversário do Paulinho, meu negão gostoso (ok, Ana, nosso). O "Grande Baile do Balzaca - Trintinha no 24!" será sábado que vem. O e-mail convite está impagável, como sempre. Confesso que melhor do que os meus convites de aniversário onde sempre escrevo algo como "se vc recebeu essa mensagem é pq quero que vc vá, mas se não quiser ir tudo bem tb, entre amigos não há espaço para cobranças".
Agora, o negócio é o seguinte. Eu já tinha confirmado presença em alguma outro convescote no dia 24, mas não lembro o que era nem pelo caralho! Então faço um apelo, se você é meu amigo (acho que tinha sido com uma amiga) e marquei de ir a alguma festa no próximo sábado me manda um mail avisando porque eu esqueci!
Intercom 2006, aqui vou eu
Quer dizer, vou em setembro. Meu artigo "Balé do Lugar na cidade do Rio de Janeiro: a cultura como instrumento de resignificação espacial" foi aceito no Núcleo de Pesquisas de Comunicação e Cultura Urbanas. Ainda estou de greve de blog, castigo ou sei lá o que, mas eu tinha que contar isso!
Quer dizer, vou em setembro. Meu artigo "Balé do Lugar na cidade do Rio de Janeiro: a cultura como instrumento de resignificação espacial" foi aceito no Núcleo de Pesquisas de Comunicação e Cultura Urbanas. Ainda estou de greve de blog, castigo ou sei lá o que, mas eu tinha que contar isso!
domingo, 18 de junho de 2006
Não se pode nem curtir um bode em paz!
Há dias não olhava os blogs, fui ver como tava o HTP, afinal tô devendo uns 10 posts, a novelinha...achei que os leitores estariam reclamando. Puta que o pariu! Tinha mais de 20 comentários consecutivos de uma mala cuspindo xingamentos nonsense, assinando como nomes alternados. Puta que o pariu de novo, como tem gente chata no mundo. Bloqueei geral, tô boa não!
Há dias não olhava os blogs, fui ver como tava o HTP, afinal tô devendo uns 10 posts, a novelinha...achei que os leitores estariam reclamando. Puta que o pariu! Tinha mais de 20 comentários consecutivos de uma mala cuspindo xingamentos nonsense, assinando como nomes alternados. Puta que o pariu de novo, como tem gente chata no mundo. Bloqueei geral, tô boa não!
quarta-feira, 14 de junho de 2006
segunda-feira, 12 de junho de 2006
Domingo
Até que acordei antes do despertador, mas fiquei esperando ele tocar pra levantar. Pouco sono e muito frio. Felizmente minha pauta caiu. Cheguei a ir até o lugar, mas não ia rolar, voltei rapidinho pra redação. Fiquei a manhã toda batendo papo com a cálega de plantão.
Quando o outro cálega chegou pra nos render vazamos, mas fala sério, tenho que telefonar pro bruto pra dar um esporro. Tava uma manhã linda, um sol maravilhoso. Quando eu falei que ia para a praia ele quase teve um piripaque de inveja. "Você vai pra praia? Tá mó sol! Que praia vc vai? Puxa, se tiver alguma coisa nem vou te ligar. Praia". Porra!
Nem preciso dizer, né? No caminho pra praia nublou tudo. Quando cheguei no Posto 9 tava mó ventania e zero sol. Sentei na beira do calçadão e fiquei olhando o mar. Degustei um mate podrão e dei uma caminhada e fui embora.
Amiga N.M. tinha me chamado pra dar pinta no Baixo Gávea, mas tava com preguiça. Fiquei em casa sorvendo coca light e assistindo um filminho merda no DVD.
Até que acordei antes do despertador, mas fiquei esperando ele tocar pra levantar. Pouco sono e muito frio. Felizmente minha pauta caiu. Cheguei a ir até o lugar, mas não ia rolar, voltei rapidinho pra redação. Fiquei a manhã toda batendo papo com a cálega de plantão.
Quando o outro cálega chegou pra nos render vazamos, mas fala sério, tenho que telefonar pro bruto pra dar um esporro. Tava uma manhã linda, um sol maravilhoso. Quando eu falei que ia para a praia ele quase teve um piripaque de inveja. "Você vai pra praia? Tá mó sol! Que praia vc vai? Puxa, se tiver alguma coisa nem vou te ligar. Praia". Porra!
Nem preciso dizer, né? No caminho pra praia nublou tudo. Quando cheguei no Posto 9 tava mó ventania e zero sol. Sentei na beira do calçadão e fiquei olhando o mar. Degustei um mate podrão e dei uma caminhada e fui embora.
Amiga N.M. tinha me chamado pra dar pinta no Baixo Gávea, mas tava com preguiça. Fiquei em casa sorvendo coca light e assistindo um filminho merda no DVD.
Sábado
Quase não acreditei quando o despertador tocou. Aliás, não acreditei e nem sabia por que tava tocando. Desliguei e continuei dormindo. Uns 10 minutos depois dei um pulo, "caralhos, tenho que trabalhar!".
Levantei e tomei o banho mais quente que eu pude suportar. Adoro banho muuuuito quente. Morro de pena de mim mesma quando tenho que acordar cedo, principalmente quando está frio. Aí fico lá debaixo da água pelando, repetindo "tadinha de mim, quentinho gostoso". De vez em quando encosto uma parte do corpo no azulejo pra sentir frio e pensar "tadinha de mim, tadinha de mim, muito frio, muito frio, eu não mereço" e volto pra me regozijar no quentinho da água. Eu adoro tomar banho, não levo menos de meia-hora!
Felizmente o ônibus não demorou e, é claro, não havia trânsito. Cheguei rapidinho e na hora no trabalho, mas foi foda. Eu tava meio dormindo. Meus olhos vermelhos de sono pareciam os do gato Tom no desenho. Felizmente eu tinha deixado as matérias adiantadas e consegui embrulhar e mandar.
Assim que acabou o RJTV vazei. Almocei e fui pra praia. Ah, solzinho gostoso! Quentinho gostoso! Solzinho faz feliz! Deitei na cadeira e chochilei. Espero ter roncado pra incomodar as adolescentes hippies que tagarelavam ao meu lado. Delícia. Fiquei lagarteando ao sol até ele se esconder atrás dos prédios. Tomei um café expresso e fui pra casa.
Nem saí à noite. Pedimos uma pizza e ficamos tomando cerveja e falando bobagem em casa. Acabei indo deitar depois de 1h, mas dessa vez com muito sono.
Quase não acreditei quando o despertador tocou. Aliás, não acreditei e nem sabia por que tava tocando. Desliguei e continuei dormindo. Uns 10 minutos depois dei um pulo, "caralhos, tenho que trabalhar!".
Levantei e tomei o banho mais quente que eu pude suportar. Adoro banho muuuuito quente. Morro de pena de mim mesma quando tenho que acordar cedo, principalmente quando está frio. Aí fico lá debaixo da água pelando, repetindo "tadinha de mim, quentinho gostoso". De vez em quando encosto uma parte do corpo no azulejo pra sentir frio e pensar "tadinha de mim, tadinha de mim, muito frio, muito frio, eu não mereço" e volto pra me regozijar no quentinho da água. Eu adoro tomar banho, não levo menos de meia-hora!
Felizmente o ônibus não demorou e, é claro, não havia trânsito. Cheguei rapidinho e na hora no trabalho, mas foi foda. Eu tava meio dormindo. Meus olhos vermelhos de sono pareciam os do gato Tom no desenho. Felizmente eu tinha deixado as matérias adiantadas e consegui embrulhar e mandar.
Assim que acabou o RJTV vazei. Almocei e fui pra praia. Ah, solzinho gostoso! Quentinho gostoso! Solzinho faz feliz! Deitei na cadeira e chochilei. Espero ter roncado pra incomodar as adolescentes hippies que tagarelavam ao meu lado. Delícia. Fiquei lagarteando ao sol até ele se esconder atrás dos prédios. Tomei um café expresso e fui pra casa.
Nem saí à noite. Pedimos uma pizza e ficamos tomando cerveja e falando bobagem em casa. Acabei indo deitar depois de 1h, mas dessa vez com muito sono.
Relatório de fim de semana
Como tava de plantão praticamente não saí. Sexta fui tomar um chope perto de casa com uma cálega de repartição. Foi divertido, ela estava com mais duas amigas ótimas. Rimos e contamos histórias engraçadas. Pena que, como a corna aqui tinha que abrir a redação às 7h30, fui embora às 2h30. Uma merda, deitei com zero sono, demorei a dormir. Passei o dia seguinte todo com sono.
Como tava de plantão praticamente não saí. Sexta fui tomar um chope perto de casa com uma cálega de repartição. Foi divertido, ela estava com mais duas amigas ótimas. Rimos e contamos histórias engraçadas. Pena que, como a corna aqui tinha que abrir a redação às 7h30, fui embora às 2h30. Uma merda, deitei com zero sono, demorei a dormir. Passei o dia seguinte todo com sono.
Como se não bastasse...
Fui lanchar e tinham roubado meu sanduíche da geladeira da repartição. Que tipo de alma pobre rouba um sanduíche de um colega de trabalho? Amanhã vou esmagar meio frasco de 46 e colocar em outro sanduíche, com bastante recheio, e colocar lá. Espero que se cague até a morte. Quero ver se esvair em merda para eu rir, para se tornar objeto do escárnio de toda a repartição: "Ladrão de sanduíche caga até morrer".
Fui lanchar e tinham roubado meu sanduíche da geladeira da repartição. Que tipo de alma pobre rouba um sanduíche de um colega de trabalho? Amanhã vou esmagar meio frasco de 46 e colocar em outro sanduíche, com bastante recheio, e colocar lá. Espero que se cague até a morte. Quero ver se esvair em merda para eu rir, para se tornar objeto do escárnio de toda a repartição: "Ladrão de sanduíche caga até morrer".
Estou num mau humor exuberante!
Um outro dia nublado desses, um amigo meu chegou de bermuda laranja, camisa verde e casaco vermelho. Questionado sobre a exuberância do modelito, explicou que nos dias nublados ele sempre sai assim, para alegrar. Segundo o próprio "Quando está nublado eu sou o sol!". Amei e morri de inveja, quero ser o sol também.
Pronto, hoje estou resplandecente, hoje eu sou o sol, apesar da calça jeans e camisa preta. Sou o sol pois estou irradiando mau humor, resplandecendo!
Como poderia não estar depois do plantão de fim de semana? Para melhorar, acordei cedo com algum cachorro latindo. Não sei o que houve com o pobre cão, mas ele não parou de latir a manhã inteira, um inferno. Nervosos com os latidos, meus gatos ficaram freaks e começaram a correr pela casa, passando por cima de mim que tentava dormir. Desisti e levantei pra xingar e ser grossa com quem passasse pelo meu caminho, afinal alguém tem que pagar e quem foi que te disse que o mundo seria justo, hein?
Um outro dia nublado desses, um amigo meu chegou de bermuda laranja, camisa verde e casaco vermelho. Questionado sobre a exuberância do modelito, explicou que nos dias nublados ele sempre sai assim, para alegrar. Segundo o próprio "Quando está nublado eu sou o sol!". Amei e morri de inveja, quero ser o sol também.
Pronto, hoje estou resplandecente, hoje eu sou o sol, apesar da calça jeans e camisa preta. Sou o sol pois estou irradiando mau humor, resplandecendo!
Como poderia não estar depois do plantão de fim de semana? Para melhorar, acordei cedo com algum cachorro latindo. Não sei o que houve com o pobre cão, mas ele não parou de latir a manhã inteira, um inferno. Nervosos com os latidos, meus gatos ficaram freaks e começaram a correr pela casa, passando por cima de mim que tentava dormir. Desisti e levantei pra xingar e ser grossa com quem passasse pelo meu caminho, afinal alguém tem que pagar e quem foi que te disse que o mundo seria justo, hein?
O circo vai bombar
Tô cheia de espetáculos novos pra contar, mas ainda não tive tempo. Passem lá diariamente essa semana, vou contar um por dia. ;)
Tô cheia de espetáculos novos pra contar, mas ainda não tive tempo. Passem lá diariamente essa semana, vou contar um por dia. ;)
Não tão mal
O plantão hoje foi tranqüilo. Mal o motorista me desovou na minhapauta e vazou pra levar o fotogra pra outra, soube que não ia rolar. Descolei uma caronex pra não ter que esperar o piloto e fui pra redação. Passei a manhã inteira batendo papo com a outra repórti de plantão.
Aliás, foi ótimo, um papo muito proveitoso. Descobri que ela também adora animais. Só a vejo nos plantões, mas sempre gostei dela, agora gosto mais ainda.
O plantão hoje foi tranqüilo. Mal o motorista me desovou na minhapauta e vazou pra levar o fotogra pra outra, soube que não ia rolar. Descolei uma caronex pra não ter que esperar o piloto e fui pra redação. Passei a manhã inteira batendo papo com a outra repórti de plantão.
Aliás, foi ótimo, um papo muito proveitoso. Descobri que ela também adora animais. Só a vejo nos plantões, mas sempre gostei dela, agora gosto mais ainda.
sábado, 10 de junho de 2006
sexta-feira, 9 de junho de 2006
Vida de repórti
Quarta-feira fui cobrir a inauguração de um valão canalizado.
Quinta minha pauta era um show de funk no lugar mais fedorento (literalmente) que já fui em toda minha vida. A localidade exalava um odor azedo que me deixou com dor de cabeça.
Para completar minha boa sorte, estou de plantão no fim de semana, sábado às 7h30 da madrugada e domingo às 9h. Serão pautas i-n-t-e-r-e-s-s-a-t-í-s-s-i-m-a-s também, nem te conto.
Vou agora beber com outras amigas repórtis, vamos gastar nossos parcos reais em cerveja falando mal da profissão, mas ninguém larga o osso. O mundo é estranho.
Quarta-feira fui cobrir a inauguração de um valão canalizado.
Quinta minha pauta era um show de funk no lugar mais fedorento (literalmente) que já fui em toda minha vida. A localidade exalava um odor azedo que me deixou com dor de cabeça.
Para completar minha boa sorte, estou de plantão no fim de semana, sábado às 7h30 da madrugada e domingo às 9h. Serão pautas i-n-t-e-r-e-s-s-a-t-í-s-s-i-m-a-s também, nem te conto.
Vou agora beber com outras amigas repórtis, vamos gastar nossos parcos reais em cerveja falando mal da profissão, mas ninguém larga o osso. O mundo é estranho.
quinta-feira, 8 de junho de 2006
quarta-feira, 7 de junho de 2006
A namorada do Bozo
Vicente conta em seu blog que tem como cálega de repartição uma creatura que namorou o palhaço Bozo. Tô com inveja.
Vicente conta em seu blog que tem como cálega de repartição uma creatura que namorou o palhaço Bozo. Tô com inveja.
Exu tranca tese
Cara, tô precisando de uma macumba, um descarrego, qualquer porra. O Exu Tranca Tese baixou em mim e não quer sair desse corpinho que não lhe pertence.
Vicente disse que perdi, pois terça foi dia de descarrego. E eu sei lá! Preciso de uma consultoria nisso, alguém aí conhece um pai de santo especializado em Exu Tranca Tese? Já arriou ebó com essa finalidade?
Cara, tô precisando de uma macumba, um descarrego, qualquer porra. O Exu Tranca Tese baixou em mim e não quer sair desse corpinho que não lhe pertence.
Vicente disse que perdi, pois terça foi dia de descarrego. E eu sei lá! Preciso de uma consultoria nisso, alguém aí conhece um pai de santo especializado em Exu Tranca Tese? Já arriou ebó com essa finalidade?
terça-feira, 6 de junho de 2006
A minha vingança, que satisfaz a minha frustração
É que - como me ensinou minha amiga Ana Paula - praga de puta, Deus escuta.
É que - como me ensinou minha amiga Ana Paula - praga de puta, Deus escuta.
Vingança, no Aurélio
[De vingar + -ança.]
Substantivo feminino.
1.Ato ou efeito de vingar(-se); desforço, desforra; vindita.
2.Punição, castigo:
Vingar
[Do lat. vindicare, por via popular.]
Verbo transitivo direto.
1.Tirar desforço ou desforra de; desforrar, desafrontar:
2.Causar a punição de; castigar, punir:
3.Promover a reparação de; reparar:
4.Chegar a; atingir, galgar:
5.Ultrapassar, vencer, transpor (uma distância).
6.Conseguir, lograr:
7.Vencer, dominar, subjugar.
8.Lutar por; defender, sustentar.
Verbo transitivo direto e indireto.
9.Indenizar, compensar, galardoar; consolar: As vitórias futuras nos vingarão da derrota sofrida.
Verbo intransitivo.
Vingativo
[De vingar + -tivo.]
Adjetivo.
1.Que se vinga; que se apraz com a vingança.
2.Em que há, ou que implica vingança.
[De vingar + -ança.]
Substantivo feminino.
1.Ato ou efeito de vingar(-se); desforço, desforra; vindita.
2.Punição, castigo:
Vingar
[Do lat. vindicare, por via popular.]
Verbo transitivo direto.
1.Tirar desforço ou desforra de; desforrar, desafrontar:
2.Causar a punição de; castigar, punir:
3.Promover a reparação de; reparar:
4.Chegar a; atingir, galgar:
5.Ultrapassar, vencer, transpor (uma distância).
6.Conseguir, lograr:
7.Vencer, dominar, subjugar.
8.Lutar por; defender, sustentar.
Verbo transitivo direto e indireto.
9.Indenizar, compensar, galardoar; consolar: As vitórias futuras nos vingarão da derrota sofrida.
Verbo intransitivo.
Vingativo
[De vingar + -tivo.]
Adjetivo.
1.Que se vinga; que se apraz com a vingança.
2.Em que há, ou que implica vingança.
Frustração, no Aurélio
[Do lat. frustratione.]
Substantivo feminino.
1.Ato ou efeito de frustrar-se.
2.Psican. Estado daquele que, pela ausência de um objeto ou por um obstáculo externo ou interno, é privado da satisfação dum desejo ou duma necessidade.
Frustrar
[Do lat. frustrare.]
Verbo transitivo direto.
1.Enganar a expectativa de; iludir; defraudar.
2.Baldar; inutilizar.
Verbo pronominal.
3.Não ter o resultado que se esperava; não sair como se pretendia; malograr-se, falhar.
[Do lat. frustratione.]
Substantivo feminino.
1.Ato ou efeito de frustrar-se.
2.Psican. Estado daquele que, pela ausência de um objeto ou por um obstáculo externo ou interno, é privado da satisfação dum desejo ou duma necessidade.
Frustrar
[Do lat. frustrare.]
Verbo transitivo direto.
1.Enganar a expectativa de; iludir; defraudar.
2.Baldar; inutilizar.
Verbo pronominal.
3.Não ter o resultado que se esperava; não sair como se pretendia; malograr-se, falhar.
Lástima
É uma pena que eu não consiga reproduzir aqui as conversas que eu tenho com Vicente PPS. Só pérolas, nem eu mesma acredito na quantidade de merda que a gente fala.
Agora mesmo, fui olhar o álbum de fotos dele no Orkut e tinha uma "Na Lapa, com os anões". Perguntei que porra de anões eram aqueles. Num carnaval ele tava passando com irmão Léo, Krako e Baiando de BSB e viram os anões. Pronto, pediram pra tirar uma foto. Pode? Coisas de PPS.
É uma pena que eu não consiga reproduzir aqui as conversas que eu tenho com Vicente PPS. Só pérolas, nem eu mesma acredito na quantidade de merda que a gente fala.
Agora mesmo, fui olhar o álbum de fotos dele no Orkut e tinha uma "Na Lapa, com os anões". Perguntei que porra de anões eram aqueles. Num carnaval ele tava passando com irmão Léo, Krako e Baiando de BSB e viram os anões. Pronto, pediram pra tirar uma foto. Pode? Coisas de PPS.
segunda-feira, 5 de junho de 2006
Ainda a repercussão do teste com os feromônios
Meu amigo Bruno, aquele que disse que sou quase homem escreveu hoje. Ele inda tá magoadinho porque não fui na festa dele.
Agora eu entendi pq vc não foi no open house: tava testando feromônios!!!! Isso é sacanagem. Passei a semana toda ensinando o Nicola a falar "Tia Roberta cachaceira", encho a geladeira de cerveja, comprei engov, caracu e etc. e vc testando feromônios???? Que porra é essa??? E o pior: não pegou ninguém...Na UERJ você era melhor. Francamente....
Se vc tivesse vindo ao open house pelo menos uns beijinhos do Nicola pegador tu iria ganhar...Aliás, ele gosta de mulheres maduras...
Bom, Nicola é o filho dele, o demônio da Tazmânia, que deve ter uns 4 anos. Amigo do tempo de faculdade é uma merda. Me conheceu cachaceira com 18 anos, enchiamos a cara nas festas do DCE, beijavamos nem sei quem. Aliás, lembro de uma festa onde ele bebeu tanto que dormiu (desmaiou) no canteiro da Uerj, acordou babado e vomitado com o sol na cara sábado de manhã. Eram outros tempos, filho! Hoje sou uma jovem senhora de 35 anos, não venha me cobrar a mesma performance. Francamente digo eu, Bruno, afinal você é um professor doutor e pai de família! Sem falar que aposto que na tua festa só tinha homem feio, barrigudo e casado. Duvido que tu nem ia me apresentar ninguém que prestasse.
Meu amigo Bruno, aquele que disse que sou quase homem escreveu hoje. Ele inda tá magoadinho porque não fui na festa dele.
Agora eu entendi pq vc não foi no open house: tava testando feromônios!!!! Isso é sacanagem. Passei a semana toda ensinando o Nicola a falar "Tia Roberta cachaceira", encho a geladeira de cerveja, comprei engov, caracu e etc. e vc testando feromônios???? Que porra é essa??? E o pior: não pegou ninguém...Na UERJ você era melhor. Francamente....
Se vc tivesse vindo ao open house pelo menos uns beijinhos do Nicola pegador tu iria ganhar...Aliás, ele gosta de mulheres maduras...
Bom, Nicola é o filho dele, o demônio da Tazmânia, que deve ter uns 4 anos. Amigo do tempo de faculdade é uma merda. Me conheceu cachaceira com 18 anos, enchiamos a cara nas festas do DCE, beijavamos nem sei quem. Aliás, lembro de uma festa onde ele bebeu tanto que dormiu (desmaiou) no canteiro da Uerj, acordou babado e vomitado com o sol na cara sábado de manhã. Eram outros tempos, filho! Hoje sou uma jovem senhora de 35 anos, não venha me cobrar a mesma performance. Francamente digo eu, Bruno, afinal você é um professor doutor e pai de família! Sem falar que aposto que na tua festa só tinha homem feio, barrigudo e casado. Duvido que tu nem ia me apresentar ninguém que prestasse.
Manifesto a favor da UERJ
Visitem a página http://www.sosuerj.w3br.com/ e assinem o manifesto público de apoio à universidade e repassem para seus amigos.
Visitem a página http://www.sosuerj.w3br.com/ e assinem o manifesto público de apoio à universidade e repassem para seus amigos.
domingo, 4 de junho de 2006
Pra encerrar a noite
Cassia Eller. Juro que depois desse vou dormir.
Palavras ao vento
Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança
em seu lugar
Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será
Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras, momento
Palavras, palavras
Palavras, palavras
Palavras ao vento
Cassia Eller. Juro que depois desse vou dormir.
Palavras ao vento
Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança
em seu lugar
Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será
Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras, momento
Palavras, palavras
Palavras, palavras
Palavras ao vento
Que se danem os nós
Ana Carolina / Totonho Villeroy
Vim gastando meus sapatos
Me livrando de alguns pesos
Perdoando meus enganos
Desfazendo minhas malas
Talvez assim chegar mais perto
Vim achei que eu me acompanhava
E ficava confiante
Outra hora era o nada
A vida presa num barbante
E eu quem dava o nó
Eu lembrava de nós dois
Mas já cansava de esperar
E tão só eu me sentia
E segui a procurar
Esse algo alguma coisa
Alguém que fosse me acompanhar
Se há alguém no ar
Responda se eu chamar
Alguém gritou meu nome
Ou eu quis escutar
Vem eu sei que tá tão perto
E por que não me responde
Se também tuas esperas
Te levaram pra bem longe
É longe esse lugar
Vem nunca é tarde ou distante
Pra te contar os meus segredos
A vida solta num instante
Tenho coragem tenho medo sim
Que se danem os nós
Ana Carolina / Totonho Villeroy
Vim gastando meus sapatos
Me livrando de alguns pesos
Perdoando meus enganos
Desfazendo minhas malas
Talvez assim chegar mais perto
Vim achei que eu me acompanhava
E ficava confiante
Outra hora era o nada
A vida presa num barbante
E eu quem dava o nó
Eu lembrava de nós dois
Mas já cansava de esperar
E tão só eu me sentia
E segui a procurar
Esse algo alguma coisa
Alguém que fosse me acompanhar
Se há alguém no ar
Responda se eu chamar
Alguém gritou meu nome
Ou eu quis escutar
Vem eu sei que tá tão perto
E por que não me responde
Se também tuas esperas
Te levaram pra bem longe
É longe esse lugar
Vem nunca é tarde ou distante
Pra te contar os meus segredos
A vida solta num instante
Tenho coragem tenho medo sim
Que se danem os nós
Estou feliz
Depois de Cazuza estou ouvindo Ana Carolina.
Sabe quando eu conto que tô digitando rindo sozinha, cantando e, de vez em qndo, largo o teclado pra dançar com os braços? Pois é. E o pior (ou melhor) é que todas as músicas estão falando comigo.
Quando acabar esse cd vou dormir, daqui a pouco eu ponho a Calcanhoto e aí já viu...
Depois de Cazuza estou ouvindo Ana Carolina.
Sabe quando eu conto que tô digitando rindo sozinha, cantando e, de vez em qndo, largo o teclado pra dançar com os braços? Pois é. E o pior (ou melhor) é que todas as músicas estão falando comigo.
Quando acabar esse cd vou dormir, daqui a pouco eu ponho a Calcanhoto e aí já viu...
O mundo é estranho
Para fazer a matéria, além do meu teste, a repórter e minha amiga ouviu um sexólogo. Essa sim foi a parte bizarra. Ele disse que não existe perfume de feromônios, que é caô, mas que é muito comum as mulheres passarem o dedo na vagina e depois atrás do lóbulo da orelha para atrair os homens. Inclusive aconselhou que as mulheres usem esse expediente antes de ir para a cama com um parceiro.
Olha, como eu sempre digo, não tenho vergonha na cara e me presto a quase qualquer papel, mas esse não.
A repórter me contou que não acreditou e ele garantiu que essa é uma prática usual e infalível. Bom, se é infalível não sei, mas comum não é não, nunca tinha ouvido falar. Tenho perguntado a todo mundo, todas as minhas amigas e ninguém tinha tido notícia. Perguntei até pra minha mãe, que tem todo tipo de amiga maluca (as minhas são caretiiiiinhas perto das dela) e a história causou espécie até em mamãe.
Para fazer a matéria, além do meu teste, a repórter e minha amiga ouviu um sexólogo. Essa sim foi a parte bizarra. Ele disse que não existe perfume de feromônios, que é caô, mas que é muito comum as mulheres passarem o dedo na vagina e depois atrás do lóbulo da orelha para atrair os homens. Inclusive aconselhou que as mulheres usem esse expediente antes de ir para a cama com um parceiro.
Olha, como eu sempre digo, não tenho vergonha na cara e me presto a quase qualquer papel, mas esse não.
A repórter me contou que não acreditou e ele garantiu que essa é uma prática usual e infalível. Bom, se é infalível não sei, mas comum não é não, nunca tinha ouvido falar. Tenho perguntado a todo mundo, todas as minhas amigas e ninguém tinha tido notícia. Perguntei até pra minha mãe, que tem todo tipo de amiga maluca (as minhas são caretiiiiinhas perto das dela) e a história causou espécie até em mamãe.
Repercussão da matéria no Viver Melhor
essas paradas só rolam contigo, garotona...
Tu é muito figura!
Mas ficou legal... eu praticamente "me imaginei" no local, qdo vc descreveu... "gatinho, sei lá o q... gatinho sei o q lá..."
Tu é figura, garotona!
Flávia
o email é sobre um perfume? Quando abri apareceu uma matéria sobre isso.
Bem, eu nunca uso perfume.
Um abraço
JBFM
Que máximo a hora da estrela!
Mas este negócio de feromônio é mesmo complicado, comprei um para ensinar meu cachorro a fazer xixi em um só lugar e nada, na verdade ele nem chega perto...
Margô
Cara, minha ex-chefe usou isso e disse que foi o máximo, entrou no ônibus e todo mundo olhava pra ela. O trocador deve ter ficado apaixonado.
Vanessa, às gargalhadas
HAHAHAHAHAHA... genial Roberta, mas... uma pergunta:
Pelo que você disse, será que quem espantou não foi o fedor... ops... a fragrância não??
Nando
Você vai ter que refazer esse teste, nessa fase não vale.
Marita
essas paradas só rolam contigo, garotona...
Tu é muito figura!
Mas ficou legal... eu praticamente "me imaginei" no local, qdo vc descreveu... "gatinho, sei lá o q... gatinho sei o q lá..."
Tu é figura, garotona!
Flávia
o email é sobre um perfume? Quando abri apareceu uma matéria sobre isso.
Bem, eu nunca uso perfume.
Um abraço
JBFM
Que máximo a hora da estrela!
Mas este negócio de feromônio é mesmo complicado, comprei um para ensinar meu cachorro a fazer xixi em um só lugar e nada, na verdade ele nem chega perto...
Margô
Cara, minha ex-chefe usou isso e disse que foi o máximo, entrou no ônibus e todo mundo olhava pra ela. O trocador deve ter ficado apaixonado.
Vanessa, às gargalhadas
HAHAHAHAHAHA... genial Roberta, mas... uma pergunta:
Pelo que você disse, será que quem espantou não foi o fedor... ops... a fragrância não??
Nando
Você vai ter que refazer esse teste, nessa fase não vale.
Marita
Momento álbum de figurinhas
Não, não estou colecionando as figurinhas da Copa (que minha amiga Madame K disse que "virou uma febre,todo mundo tem". Todo mundo quem, cara pálida?). Tô falando do Orkut. Também não estou falando do que meu cyberamigo Pensar Enlouquece postou sobre sair adicionando desconhecidos para ter um grande álbum de figurinhas.
Agora tô freak das Comunidades. Abro meu perfil e olho aquelas oito fotitas de amigos que aparecem. Escolho um tipo assim "fulano deve ter umas comunidades legais" e vou olhar. Saio entrando em todas que gosto. Ontem foram Camila e Kelly. Resultado? Estou com 223 comunidades e tenho 169 amigos. E eu que não deixava passar de 100 comunas! Mas tem nada não, qualquer dia dou uma batida lá e tiro um monte. Agora vai ser assim, as comunidades vão mudar conforme meu humor.
Não, não estou colecionando as figurinhas da Copa (que minha amiga Madame K disse que "virou uma febre,todo mundo tem". Todo mundo quem, cara pálida?). Tô falando do Orkut. Também não estou falando do que meu cyberamigo Pensar Enlouquece postou sobre sair adicionando desconhecidos para ter um grande álbum de figurinhas.
Agora tô freak das Comunidades. Abro meu perfil e olho aquelas oito fotitas de amigos que aparecem. Escolho um tipo assim "fulano deve ter umas comunidades legais" e vou olhar. Saio entrando em todas que gosto. Ontem foram Camila e Kelly. Resultado? Estou com 223 comunidades e tenho 169 amigos. E eu que não deixava passar de 100 comunas! Mas tem nada não, qualquer dia dou uma batida lá e tiro um monte. Agora vai ser assim, as comunidades vão mudar conforme meu humor.
Por que me ufano dos meus amigos....
Passei boa parte da tarde de hoje no tel com minha amiga Vanessa. Tagarelamos sobre as mesmas coisas de sempre. Falamos mal de algumas pessoas que conhecemos, sobre tatuagens, filhos (Vavs tem uma filha), trabalho, plantões. Enfim, tudo e nada, mas dessa vez poupamos nossos palhacinhos. Como sempre que falo com Vanessa, desliguei e corri pro banheiro. Tô lá no trono e toca o celular, é Bruno. Ele tinha me chamado pra festa de aniversário dele/do filho/open house sábado passado, mas dei bolo.
– Fala Demonha!
– Fala Demo.
– Tava dormindo?
– Não, tô no banheiro, ouve a descarga. É pra você!
– Tua mãe debaixo da cama com o negão. Tu lembra dessa?
– Claro, falo isso até hoje!
– Pô, achei que ia te acordar. Por que tu não veio na festa?
– Porque enchi a cara e dormi.
– Tô bebendo até hoje.
– A gente marca uma outra sessão de cachaça.
– Cara, eu tenho mó saudade de você, tu é quase homem.
– Porra, tu é o segundo amigo meu que fala isso. Vicente vivia perguntando se eu tinha piruzinho.
Esse são meus amigos. Bruno era meu melhor amigo na faculdade de Engenharia Química, falamos muita merda e tomamos muita cerveja juntos. Tínhamos um senso de humor bem parecido, levando em conta que tínhamos 18 anos. Mas vejam só o que dá ser amiga de alguém há 17 anos: o bruto enche a cara e liga pretendo me acordar, me chama de demonha, diz que minha mãe tá debaixo da cama com o negão e ainda diz que sou quase homem!
Passei boa parte da tarde de hoje no tel com minha amiga Vanessa. Tagarelamos sobre as mesmas coisas de sempre. Falamos mal de algumas pessoas que conhecemos, sobre tatuagens, filhos (Vavs tem uma filha), trabalho, plantões. Enfim, tudo e nada, mas dessa vez poupamos nossos palhacinhos. Como sempre que falo com Vanessa, desliguei e corri pro banheiro. Tô lá no trono e toca o celular, é Bruno. Ele tinha me chamado pra festa de aniversário dele/do filho/open house sábado passado, mas dei bolo.
– Fala Demonha!
– Fala Demo.
– Tava dormindo?
– Não, tô no banheiro, ouve a descarga. É pra você!
– Tua mãe debaixo da cama com o negão. Tu lembra dessa?
– Claro, falo isso até hoje!
– Pô, achei que ia te acordar. Por que tu não veio na festa?
– Porque enchi a cara e dormi.
– Tô bebendo até hoje.
– A gente marca uma outra sessão de cachaça.
– Cara, eu tenho mó saudade de você, tu é quase homem.
– Porra, tu é o segundo amigo meu que fala isso. Vicente vivia perguntando se eu tinha piruzinho.
Esse são meus amigos. Bruno era meu melhor amigo na faculdade de Engenharia Química, falamos muita merda e tomamos muita cerveja juntos. Tínhamos um senso de humor bem parecido, levando em conta que tínhamos 18 anos. Mas vejam só o que dá ser amiga de alguém há 17 anos: o bruto enche a cara e liga pretendo me acordar, me chama de demonha, diz que minha mãe tá debaixo da cama com o negão e ainda diz que sou quase homem!
Tô Pepê!
Na noite que conheci Iaríssima, amiga de Vicente PPS, logo engranamos num papo sobre animais, é claro. Como todo mundo sabe, gente legal gosta de bicho e adora falar sobre seus bichinhos. Iara conviveu alguns meses com o gato André, mas depois que se mudou tiveram que se separar pois o felino não era dela.
Aí ela resolveu ter um cachorro e escolheu um fox paulistinha, que batizou como Pepê. Quase morri de inveja, sou louca por fox paulistinha, sempre pensei que se algum dia tivesse um cão seria um dessa raça. Acho a coismais fofa do mundo, embora ele realmente tenha pinta de cachorro enjoado.
Segundo a própria, apesar de muito amado, Pepê é chatíssimo e morde. Iara credita a personalidade difícil de Pepê a Vicente Magno. Parece que quando Pepê era apenas um babe Pepezinho recém chegado, nosso amigo PPS deu pinta em Recife e, aboletado em casa de Iara, estragou o cachorro.
Vicente diz que era divertidão deixar o Pepê morder o dedo e levantar o cão, agarrado pelos dentes no polegar. Iara dizia que não podia deixar, que quando ele mordesse tinha que dizer "feio, feio, cachorro feio" pra ele aprender que não devia lascar o dente nas visitas. Vicente argumentou que o pobre cão ia pensar que se chamava Feio. Fato é que lindo Pepê cresceu acostumado a morder quem e quando quer e bem entende, não obedece ninguém.
Adorei. Agora quando estou insuportável, pronta pra morder o primeiro que me encha a paciência aviso logo "Cuidado comigo que hoje eu tô Pepê!".
Na noite que conheci Iaríssima, amiga de Vicente PPS, logo engranamos num papo sobre animais, é claro. Como todo mundo sabe, gente legal gosta de bicho e adora falar sobre seus bichinhos. Iara conviveu alguns meses com o gato André, mas depois que se mudou tiveram que se separar pois o felino não era dela.
Aí ela resolveu ter um cachorro e escolheu um fox paulistinha, que batizou como Pepê. Quase morri de inveja, sou louca por fox paulistinha, sempre pensei que se algum dia tivesse um cão seria um dessa raça. Acho a coismais fofa do mundo, embora ele realmente tenha pinta de cachorro enjoado.
Segundo a própria, apesar de muito amado, Pepê é chatíssimo e morde. Iara credita a personalidade difícil de Pepê a Vicente Magno. Parece que quando Pepê era apenas um babe Pepezinho recém chegado, nosso amigo PPS deu pinta em Recife e, aboletado em casa de Iara, estragou o cachorro.
Vicente diz que era divertidão deixar o Pepê morder o dedo e levantar o cão, agarrado pelos dentes no polegar. Iara dizia que não podia deixar, que quando ele mordesse tinha que dizer "feio, feio, cachorro feio" pra ele aprender que não devia lascar o dente nas visitas. Vicente argumentou que o pobre cão ia pensar que se chamava Feio. Fato é que lindo Pepê cresceu acostumado a morder quem e quando quer e bem entende, não obedece ninguém.
Adorei. Agora quando estou insuportável, pronta pra morder o primeiro que me encha a paciência aviso logo "Cuidado comigo que hoje eu tô Pepê!".
Tô num mau humor...
Mas também, fim de semana todo em casa, não consegui escrever uma linha da dissertação, garganta inflamada, gripada e com dor de cabeça, não podia estar feliz da vida. Não chega a ser daqueles resplandecentes, mas que num tô boa, num tô não.
Pra piorar, lembrei do plantão no próximo fim de semana. Eu tinha esquecido, achava que era só daqui a mais uns dois ou três. Cara, abrir a redação às 7h30 no sábado e às 8h no domingo, como diria meu amigo Gibi, é de doer os ovos.
Mas também, fim de semana todo em casa, não consegui escrever uma linha da dissertação, garganta inflamada, gripada e com dor de cabeça, não podia estar feliz da vida. Não chega a ser daqueles resplandecentes, mas que num tô boa, num tô não.
Pra piorar, lembrei do plantão no próximo fim de semana. Eu tinha esquecido, achava que era só daqui a mais uns dois ou três. Cara, abrir a redação às 7h30 no sábado e às 8h no domingo, como diria meu amigo Gibi, é de doer os ovos.
sexta-feira, 2 de junho de 2006
O teste
Aqui vai a versão original do meu relatório de pista com feromônios. Um pouco maior que a publicada no Viver Melhor.
Uma amiga minha me convidou para testar uma "colônia de feromônios" para um matéria no especial sobre conquista de O Globo. Disse ela que os homens cairiam aos meus pés, bom, até é não é mau, né? Vamos lá. Como me presto a quase qualquer papel, topei. Na verdade ela tinha me chamado pra ir a um "Trago pessoa amada em três dias", mas como eu não sabia bem quem eu ia querer trazer em três dias, adorei a mudança de pauta. Rapazes do Rio de Janeiro, vinde a mim! Altos, baixos, loiros, morenos, bonitos ou nem tanto, amo todos!
Sexta passada tinha marcado de sair pra dançar com umas amigas, íamos a uma festa de soul. Oportunidade perfeita. No caminho para a boate peguei o "perfume" milagroso e parti pra pista. Acabei indo apenas com uma amiga, as outras desistiram. Chegamos no local cedo ainda, pista quase cheia, já havia uns gatinhos por lá. A noite prometia.
Pegamos uma caipirinha cada uma e fomos fazer o reconhecimento do ambiente. Depois de mapear as possibilidades fui ao banheiro. O troço tinha um cheiro assim, digamos, de perfume vagabundo, mas não custa tentar, né? Mandei generosas borrifadas atrás da orelha, no pescoço, nas dobras do braço e pulsos, guardei o frasco e saí do banheiro me sentindo "a poderosa". Fui caminhando até onde minha amiga estava lançando olhares fatais para os rapazes, já imaginando todos se estapeando pela minha atenção.
Começamos a dançar. "Ui, lá vem um de toca na minha direção, ele não pode me cheirar!" , fiquei bem quietinha pra não exalar a afrodisíaca fragância. Lá vem um gatinho, danço eu toda exuberante pra esquentar e o perfume se propagar no ambiente. Gatinho pára do nosso lado. Oba. Gatinho conversa com amigo e até dá umas olhadas. Oba! Danço mais ainda. Gatinho sorri, lindo! Gatinho dá olhadas! Gatinho bate papo com amigo e gesticula. Opa, bola fora, aliança brilha na mão esquerda, tô fora. Com todos os homens prontos para se jogar aos meus pés por que vou arrumar sarna pra me coçar, né?
Vou ao bar e fico imaginando se o rapaz tá mais atencioso. Acho que não, na semana anterior minha caipirinha tava mais caprichada. Voltamos para pista. Danço, passa outro gatinho. Alto, moreno, digamos assim, bem apessoado. Olha e sorri. Lá vamos nós de novo em nova empreitada! Não passam cinco minutos e chega uma morena alta e se pendura no pescoço dele. Ah, palhaço, biscateando enquanto a namorada estava no banheiro!
Nisso, confesso que já tava meio enjoada do cheiro forte do perfume junto com as duas caipirinhas muito doces. Chega outro gatinho, moreno, alto, belo sorriso e cabeça quase raspada, um desses que eu tô precisando lá em casa! Até olha na minha direção, mas fica batendo papo com um amigo. Pelos olhares e sorrisos que trocamos, em outra noite eu até teria chegado nele, mas nesse dia não podia. Preciso testar o perfume, eles que têm que vir a mim. Canso da troca de olhares sem atitude e vou pra pista dançar. Quem sabe ele vem também, né? Humpf, nada.
Damos mais uma circulada pelo ambiente. Perto do bar do outro lado da boate um bem bonitinho vem falar com a minha amiga. Ele quer apresentar o amigo pra ela e apresenta as credenciais do rapaz: "ele é ator de Malhação". Ah, tá. Minha amiga, mais perversa do que eu, pergunta "E o que ele quer comigo, me dar uma entrevista exclusiva?" . O bonitinho quase cai pra trás quando descobre que somos jornalistas. "Sério? Você também é jornalista?", me pergunta. Tadinho, se visse nosso contra-cheque não se impressionaria tanto. Com medo das jornalistas, ele confessa, o amigo é quase figurante de Malhação. Emplaco uma conversinha-pra-boi-dormir com o brutinho. Minha amiga interrompe "Vai querer esse corpinho ou é só pra estudo?". Era só para estudo mesmo.
Resumo da noite: sei não, mas acho que a tal colônia de feromônios espanta os rapazes, isso sim. Se atraiu alguma coisa foi os olhares dos comprometidos.
Aqui vai a versão original do meu relatório de pista com feromônios. Um pouco maior que a publicada no Viver Melhor.
Uma amiga minha me convidou para testar uma "colônia de feromônios" para um matéria no especial sobre conquista de O Globo. Disse ela que os homens cairiam aos meus pés, bom, até é não é mau, né? Vamos lá. Como me presto a quase qualquer papel, topei. Na verdade ela tinha me chamado pra ir a um "Trago pessoa amada em três dias", mas como eu não sabia bem quem eu ia querer trazer em três dias, adorei a mudança de pauta. Rapazes do Rio de Janeiro, vinde a mim! Altos, baixos, loiros, morenos, bonitos ou nem tanto, amo todos!
Sexta passada tinha marcado de sair pra dançar com umas amigas, íamos a uma festa de soul. Oportunidade perfeita. No caminho para a boate peguei o "perfume" milagroso e parti pra pista. Acabei indo apenas com uma amiga, as outras desistiram. Chegamos no local cedo ainda, pista quase cheia, já havia uns gatinhos por lá. A noite prometia.
Pegamos uma caipirinha cada uma e fomos fazer o reconhecimento do ambiente. Depois de mapear as possibilidades fui ao banheiro. O troço tinha um cheiro assim, digamos, de perfume vagabundo, mas não custa tentar, né? Mandei generosas borrifadas atrás da orelha, no pescoço, nas dobras do braço e pulsos, guardei o frasco e saí do banheiro me sentindo "a poderosa". Fui caminhando até onde minha amiga estava lançando olhares fatais para os rapazes, já imaginando todos se estapeando pela minha atenção.
Começamos a dançar. "Ui, lá vem um de toca na minha direção, ele não pode me cheirar!" , fiquei bem quietinha pra não exalar a afrodisíaca fragância. Lá vem um gatinho, danço eu toda exuberante pra esquentar e o perfume se propagar no ambiente. Gatinho pára do nosso lado. Oba. Gatinho conversa com amigo e até dá umas olhadas. Oba! Danço mais ainda. Gatinho sorri, lindo! Gatinho dá olhadas! Gatinho bate papo com amigo e gesticula. Opa, bola fora, aliança brilha na mão esquerda, tô fora. Com todos os homens prontos para se jogar aos meus pés por que vou arrumar sarna pra me coçar, né?
Vou ao bar e fico imaginando se o rapaz tá mais atencioso. Acho que não, na semana anterior minha caipirinha tava mais caprichada. Voltamos para pista. Danço, passa outro gatinho. Alto, moreno, digamos assim, bem apessoado. Olha e sorri. Lá vamos nós de novo em nova empreitada! Não passam cinco minutos e chega uma morena alta e se pendura no pescoço dele. Ah, palhaço, biscateando enquanto a namorada estava no banheiro!
Nisso, confesso que já tava meio enjoada do cheiro forte do perfume junto com as duas caipirinhas muito doces. Chega outro gatinho, moreno, alto, belo sorriso e cabeça quase raspada, um desses que eu tô precisando lá em casa! Até olha na minha direção, mas fica batendo papo com um amigo. Pelos olhares e sorrisos que trocamos, em outra noite eu até teria chegado nele, mas nesse dia não podia. Preciso testar o perfume, eles que têm que vir a mim. Canso da troca de olhares sem atitude e vou pra pista dançar. Quem sabe ele vem também, né? Humpf, nada.
Damos mais uma circulada pelo ambiente. Perto do bar do outro lado da boate um bem bonitinho vem falar com a minha amiga. Ele quer apresentar o amigo pra ela e apresenta as credenciais do rapaz: "ele é ator de Malhação". Ah, tá. Minha amiga, mais perversa do que eu, pergunta "E o que ele quer comigo, me dar uma entrevista exclusiva?" . O bonitinho quase cai pra trás quando descobre que somos jornalistas. "Sério? Você também é jornalista?", me pergunta. Tadinho, se visse nosso contra-cheque não se impressionaria tanto. Com medo das jornalistas, ele confessa, o amigo é quase figurante de Malhação. Emplaco uma conversinha-pra-boi-dormir com o brutinho. Minha amiga interrompe "Vai querer esse corpinho ou é só pra estudo?". Era só para estudo mesmo.
Resumo da noite: sei não, mas acho que a tal colônia de feromônios espanta os rapazes, isso sim. Se atraiu alguma coisa foi os olhares dos comprometidos.
Matéria publicada hoje no especial Viver Melhor do Globo Online
Nós testamos: colônia de feromônios
Para o teste convocamos RC, uma jornalista de 35 anos, autora de dois blogs de sucesso, que narram as desventuras da vida de solteira. A moça usou a colônia em sua última empreitada na noite carioca.
Bom....vcs adivinham quem é RC, jornalista de 35 anos, autora de dois blogs de sucesso? Pois é, euzinha. Querem saber como foi o teste? Clica no título da matéria.
;)
Nós testamos: colônia de feromônios
Para o teste convocamos RC, uma jornalista de 35 anos, autora de dois blogs de sucesso, que narram as desventuras da vida de solteira. A moça usou a colônia em sua última empreitada na noite carioca.
Bom....vcs adivinham quem é RC, jornalista de 35 anos, autora de dois blogs de sucesso? Pois é, euzinha. Querem saber como foi o teste? Clica no título da matéria.
;)
quinta-feira, 1 de junho de 2006
No dia do chope, tava lá também um amigo ótimo dela. "Você tá tão na lama que qualquer samba da Alcione ou Beth Carvalho fala da tua história". Dureza, hein? Essa foi foda. Já chafurdei muito na lama, mas nunca cheguei a esse ponto.
Se for pra me identificar com samba da Beth Carvalho, prefiro o hino das mal amadas, que namorando ou não, sempre cantamos em catarse: "Vou festejar".
Se for pra me identificar com samba da Beth Carvalho, prefiro o hino das mal amadas, que namorando ou não, sempre cantamos em catarse: "Vou festejar".
Cachaça para que te quero?
Amanhã vou sair com uma amiga que conheci via Internet. Tínhamos quilos de amigos em comum, mas foi um e-mail procurando lar pra um gatinho que nos aproximou. Hoje somos amicíssimas.
Amanhã vamos comemorar o emprego novo dela e dar uma biscateada básica que ninguém é de ferro. Ela se separo recentemente, ainda estou aguardando ela escrever a história pr eu postar no HTP, pois é um número circense e tanto. Diz ela que vai escrever. Foi um espetáculo tão especial que ela me convocou pra um chope no dia seguinte pra me contar, não dava pra ser pro telefone ou e-mail.
O mais engraçado de tudo é que ela quer o sujeito de volta. "Se ele bater na minha porta eu abro". Ela mesma diz "joguei a dignidade na lama e tô pisando com vontade, bato palmas pra maluco dançar". Me ufano da falta de vergonha na cara dela de admitir isso publicamente assim.
Não vou tacar pedra que às vezes também jogo minha dignidade na lama, piso em cima e ainda me orgulho disso, ainda me diverto.
Amanhã vou sair com uma amiga que conheci via Internet. Tínhamos quilos de amigos em comum, mas foi um e-mail procurando lar pra um gatinho que nos aproximou. Hoje somos amicíssimas.
Amanhã vamos comemorar o emprego novo dela e dar uma biscateada básica que ninguém é de ferro. Ela se separo recentemente, ainda estou aguardando ela escrever a história pr eu postar no HTP, pois é um número circense e tanto. Diz ela que vai escrever. Foi um espetáculo tão especial que ela me convocou pra um chope no dia seguinte pra me contar, não dava pra ser pro telefone ou e-mail.
O mais engraçado de tudo é que ela quer o sujeito de volta. "Se ele bater na minha porta eu abro". Ela mesma diz "joguei a dignidade na lama e tô pisando com vontade, bato palmas pra maluco dançar". Me ufano da falta de vergonha na cara dela de admitir isso publicamente assim.
Não vou tacar pedra que às vezes também jogo minha dignidade na lama, piso em cima e ainda me orgulho disso, ainda me diverto.
Por que me ufano dos meus amigos
Uma amiga minha ia a um reencontro dos amigos do 2º grau. Como ela tá solteira, resolveu garantir que certo ex-coleguinha de escola estaria presente.
– Oi fulano, você vai hoje né?
– Vou.
– Você tem que ir porque meu caso é com você, eu quero você, vou te pegar, vou te dar um chá de buceta...
– Eu sou viado.
– Ah, tá. Então não vou querer te mudar, mas sei que você não quer experimentar porque sabe que ia se gamar.
Sim, eu conheço a pessoa que entabulou tal diálogo e me orgulho muito dela!
Uma amiga minha ia a um reencontro dos amigos do 2º grau. Como ela tá solteira, resolveu garantir que certo ex-coleguinha de escola estaria presente.
– Oi fulano, você vai hoje né?
– Vou.
– Você tem que ir porque meu caso é com você, eu quero você, vou te pegar, vou te dar um chá de buceta...
– Eu sou viado.
– Ah, tá. Então não vou querer te mudar, mas sei que você não quer experimentar porque sabe que ia se gamar.
Sim, eu conheço a pessoa que entabulou tal diálogo e me orgulho muito dela!
Saudade de Vanessa
Hoje em dia quase não vejo minha amada amiga Vavs. Lembro que a gente sempre comentava como precisávamos de pouco pra no sentirmos felizes. Às vezes era estar sentadas na praia tomando nossa cerveja gelada e fumando um. Noutras era tomar um café expresso e uma coca light fumando um cigarro de menta. Ainda havia os dias que simplesmente encher a cara em qualquer boteco falando bobagem nos bastava. Também gostávamos de sair pra dançar e depois de muito bêbadas dançarmos com a caixa de som - poucos sabem o apreciar o prazer de dançar assim. Sabíamos nos divertir juntas.
Hoje em dia quase não vejo minha amada amiga Vavs. Lembro que a gente sempre comentava como precisávamos de pouco pra no sentirmos felizes. Às vezes era estar sentadas na praia tomando nossa cerveja gelada e fumando um. Noutras era tomar um café expresso e uma coca light fumando um cigarro de menta. Ainda havia os dias que simplesmente encher a cara em qualquer boteco falando bobagem nos bastava. Também gostávamos de sair pra dançar e depois de muito bêbadas dançarmos com a caixa de som - poucos sabem o apreciar o prazer de dançar assim. Sabíamos nos divertir juntas.
quarta-feira, 31 de maio de 2006
Mamãe malvada
Madrugada dessas encontrei Menino Daniel no MSN. Ele é mais um daqueles meus amigos estranhos que se mudaram pra longe, vivem dizendo que sentem falta do Rio, mas não voltam. Ele tá em Buenos Aires.
Nós já fomos os amigos mais próximos do mundo. Embora a gente nunca tenha tido vontade de se beijar na boca, acho que éramos apaixonados um pelo outro. Houve um tempo que ele era a pessoa mais importante da minha vida, tudo que acontecia, que eu via o vivia pensava o que ele diria, acharia. A opinião dele era a mais importante de todas e ele dizia a mesma coisa da minha. Eu era a mamãe malvada dele.
Aí tivemos uma rusga. Ele foi pra Buenos Aires e depois na Espanha. Voltou tempos depois e eu tinha acabado de me separar. Voltamos a ser muuuuito amigos e eu me aboletei na casa dele quase um ano. Aí tivemos uma diferença. E ele foi pra Buenos Aires de novo e tá lá até hoje. E eu o rebaixei a categoria de ex-colega de faculdade.
Nos achamos online na madrugada e ficamos lembrando os velhos tempos, como ríamos juntos, como falávamos bobagem. Lembramos um dia que eu levei um bolo de um cara e ele ficou me alisando pra me consolar. Fomos pra uma boate e na saída eu tava tão bêbada e dei de cara em um poste. Cara, e não era um poste pequeno. E um outro dia que cheguei em casa muito bêbada e tava de quatro vomitando no banheiro. Ele acordou com o barulho e ficou puto. Chegou na porta do banheiro e ficou me chamando de piranha bêbada. Êita novidade! Mas me chamava de piranha mas também pedia pra eu fazer festinha pra ele dormir, que era coçar a cabeça dele. Sim, nos acreditávamos na família brasileira e nos divertíamos muito juntos.
Ele disse que naquela época era feliz e não sabia. Ah, eu era feliz e sabia sim. Continuo sendo feliz e sei disso, apesar de ter momentos de tristeza.
Apesar de tudo, em nome dos velhos tempos e de tudo que já rimos juntos, resolvi reabilitá-lo à categoria de amigo. Ou pelo menos de doido que me diverte, afinal não teremos mais a mesma "diferença".
Ando numa de esquecer as mágoas pra seguir melhor em frente, sabe?
Madrugada dessas encontrei Menino Daniel no MSN. Ele é mais um daqueles meus amigos estranhos que se mudaram pra longe, vivem dizendo que sentem falta do Rio, mas não voltam. Ele tá em Buenos Aires.
Nós já fomos os amigos mais próximos do mundo. Embora a gente nunca tenha tido vontade de se beijar na boca, acho que éramos apaixonados um pelo outro. Houve um tempo que ele era a pessoa mais importante da minha vida, tudo que acontecia, que eu via o vivia pensava o que ele diria, acharia. A opinião dele era a mais importante de todas e ele dizia a mesma coisa da minha. Eu era a mamãe malvada dele.
Aí tivemos uma rusga. Ele foi pra Buenos Aires e depois na Espanha. Voltou tempos depois e eu tinha acabado de me separar. Voltamos a ser muuuuito amigos e eu me aboletei na casa dele quase um ano. Aí tivemos uma diferença. E ele foi pra Buenos Aires de novo e tá lá até hoje. E eu o rebaixei a categoria de ex-colega de faculdade.
Nos achamos online na madrugada e ficamos lembrando os velhos tempos, como ríamos juntos, como falávamos bobagem. Lembramos um dia que eu levei um bolo de um cara e ele ficou me alisando pra me consolar. Fomos pra uma boate e na saída eu tava tão bêbada e dei de cara em um poste. Cara, e não era um poste pequeno. E um outro dia que cheguei em casa muito bêbada e tava de quatro vomitando no banheiro. Ele acordou com o barulho e ficou puto. Chegou na porta do banheiro e ficou me chamando de piranha bêbada. Êita novidade! Mas me chamava de piranha mas também pedia pra eu fazer festinha pra ele dormir, que era coçar a cabeça dele. Sim, nos acreditávamos na família brasileira e nos divertíamos muito juntos.
Ele disse que naquela época era feliz e não sabia. Ah, eu era feliz e sabia sim. Continuo sendo feliz e sei disso, apesar de ter momentos de tristeza.
Apesar de tudo, em nome dos velhos tempos e de tudo que já rimos juntos, resolvi reabilitá-lo à categoria de amigo. Ou pelo menos de doido que me diverte, afinal não teremos mais a mesma "diferença".
Ando numa de esquecer as mágoas pra seguir melhor em frente, sabe?
Quando a gente pensa que já viu de um tudo...
ou Fura Olho Life Style
Hoje soube de uma que me desbundou. Furaram o olho de uma amiga minha de uma maneira baixíssima. Chocou pela maneira, a área de atuação e a pessoa que furou. Sinistro. Nêgo tá com medo que ela vá tomar satisfação. Humpf. Sou mais da gente juntar a furadora de olho, mesmo porque ela já furadora de olhos emérita. Já avisei que por mim a gente quebra a bruta. Furou olho de amiga minha, furou o meu.
ou Fura Olho Life Style
Hoje soube de uma que me desbundou. Furaram o olho de uma amiga minha de uma maneira baixíssima. Chocou pela maneira, a área de atuação e a pessoa que furou. Sinistro. Nêgo tá com medo que ela vá tomar satisfação. Humpf. Sou mais da gente juntar a furadora de olho, mesmo porque ela já furadora de olhos emérita. Já avisei que por mim a gente quebra a bruta. Furou olho de amiga minha, furou o meu.
Enganos de Vicente
Esses dias tivemos uma confrontação de opiniões, eufemismo pra arranca rabo. Para defender minha posição avisei "contei tudo pra Ana Paula, só os fatos, sem dar minha opinião e na mesma hora ela disse exatamente o que tô te dizendo". Sei que ele respeita a opinião de PL.
– A Ana Paula não vale! Ela é a pessoa mais parecida com você no mundo.
– Não é não.
– É sim, vocês são doidas iguais.
Não, babe. Somos amigas, mas somos muito diferentes. Aliás, é talvez uma das amigas com quem eu tenho mais opiniões divergentes, embora sejamos muito próximas.
A pessoa mais parecida comigo que já conheci é NathaliaM.
Hoje Ana me ligou e contei a ela. Reclamei que parece que Vicente não me conhece. Ela completou "nem a mim". Nescauzinho que nos aguarde.
Esses dias tivemos uma confrontação de opiniões, eufemismo pra arranca rabo. Para defender minha posição avisei "contei tudo pra Ana Paula, só os fatos, sem dar minha opinião e na mesma hora ela disse exatamente o que tô te dizendo". Sei que ele respeita a opinião de PL.
– A Ana Paula não vale! Ela é a pessoa mais parecida com você no mundo.
– Não é não.
– É sim, vocês são doidas iguais.
Não, babe. Somos amigas, mas somos muito diferentes. Aliás, é talvez uma das amigas com quem eu tenho mais opiniões divergentes, embora sejamos muito próximas.
A pessoa mais parecida comigo que já conheci é NathaliaM.
Hoje Ana me ligou e contei a ela. Reclamei que parece que Vicente não me conhece. Ela completou "nem a mim". Nescauzinho que nos aguarde.
Sou uma mulher de sorte
Além de ter alguns dos melhores amigos que alguém pode ter, tenho o melhor orientador que alguém pode ter. Tava no MSN com ele hoje e mandei logo a real que não tô conseguindo escrever. Primeiro ele disse pra eu terminar a dissertação primeiro e chorar depois. Bom, essa era a intenção, mas não tô dando conta.
Aí ele disse pra eu ir pra casa dele escrever. Lá, sob supervisão constante pra não me perder pelo Orkut, blog e msn, vou produzir. Sem falar que a qualquer dúvida ou empacada terei orientação imediata! Vai, quem tem um orientador com essa disponibilidade? Vou correndo, tô mesmo com saudade dos gatos dele!
Só temos que ter cuidado pra não nos distraírmos. Sempre quenos encontramos são cinco minutos pra orientaçao acadêmica e duas horas pra orientação de vida, pra falar mal da vida dos outros e dos ausentes, pra falar sacanagem, rir de tudos e todos. Eu amo meu orientador!
Além de ter alguns dos melhores amigos que alguém pode ter, tenho o melhor orientador que alguém pode ter. Tava no MSN com ele hoje e mandei logo a real que não tô conseguindo escrever. Primeiro ele disse pra eu terminar a dissertação primeiro e chorar depois. Bom, essa era a intenção, mas não tô dando conta.
Aí ele disse pra eu ir pra casa dele escrever. Lá, sob supervisão constante pra não me perder pelo Orkut, blog e msn, vou produzir. Sem falar que a qualquer dúvida ou empacada terei orientação imediata! Vai, quem tem um orientador com essa disponibilidade? Vou correndo, tô mesmo com saudade dos gatos dele!
Só temos que ter cuidado pra não nos distraírmos. Sempre quenos encontramos são cinco minutos pra orientaçao acadêmica e duas horas pra orientação de vida, pra falar mal da vida dos outros e dos ausentes, pra falar sacanagem, rir de tudos e todos. Eu amo meu orientador!
Zero culpa
Acabei de traçar um pratão de macarrão um com molho gordureba delicioso, que incluía até lingüiça! E quer saber? Tô nem aí!
Lembrei de uma vez que cheguei com culpa no trabalho e comentei com uma amiga que tinha comido 3 salsichas cruas. Ela me disse "É amiga Bob, sei exatamente o que é traçar 3 salsichas de bobeira, esquenta não". Cara, a expressão de sabedoria dela mudou minha relação com os embutidos.
Acabei de traçar um pratão de macarrão um com molho gordureba delicioso, que incluía até lingüiça! E quer saber? Tô nem aí!
Lembrei de uma vez que cheguei com culpa no trabalho e comentei com uma amiga que tinha comido 3 salsichas cruas. Ela me disse "É amiga Bob, sei exatamente o que é traçar 3 salsichas de bobeira, esquenta não". Cara, a expressão de sabedoria dela mudou minha relação com os embutidos.
O estranho mundo em rede
Hoje recebi um e-mail muito freak de um cara que assina Rui Pantera. Pelo que entendi ele me achou no Multiply, de lá foi pro Orkut, achou meu blog e leu os arquivos, me adicionou no MSN, me mandou mensagem e, pelo jeito, vem pro aniversário da minha mãe.
Bom, não sofro de delírios de privacidade perdida, ou não teria blogs, mas foi engraçado. Amanhã vou responder ao e-mail do bruto.
Hoje recebi um e-mail muito freak de um cara que assina Rui Pantera. Pelo que entendi ele me achou no Multiply, de lá foi pro Orkut, achou meu blog e leu os arquivos, me adicionou no MSN, me mandou mensagem e, pelo jeito, vem pro aniversário da minha mãe.
Bom, não sofro de delírios de privacidade perdida, ou não teria blogs, mas foi engraçado. Amanhã vou responder ao e-mail do bruto.
Hoje descobri outras ótimas, mas ainda não entrei pra nenhuma. Vou dar uma analisada amanhã, sabem como é, sou uma mulher exigente e seletiva. Não posso banalizar assim minha participação em comunidades.
Pagode Marxista
Cabras não têm muitas ambições
Não fui eu, foi meu eu lírico
Tiranossauro não limpa a bunda
Carreata da distorção temporal
Proto cardume de cupins
O homem que mudou de filo
Bário me deixa possessivo
Percevejo de instinto coletivo
Colostro de Yakult
Fábulas da alergia de pepino
Encantadores de suco de tomate
E a melhor de todas: Niilismo Miguxu
Pagode Marxista
Cabras não têm muitas ambições
Não fui eu, foi meu eu lírico
Tiranossauro não limpa a bunda
Carreata da distorção temporal
Proto cardume de cupins
O homem que mudou de filo
Bário me deixa possessivo
Percevejo de instinto coletivo
Colostro de Yakult
Fábulas da alergia de pepino
Encantadores de suco de tomate
E a melhor de todas: Niilismo Miguxu
Redescobrindo o Orkut
Eu andava me divertindo me perdendo por perfis de pessoas que não conheço, comparando como elas se descrevem com o que suas comunidades dizem delas e com o que seus amigos deixam de testemunho. Tava engraçado.
Mas agora descobri um novo mundo. São as comunidades. Ando freak. Entro no Orkut, dou uma gerenciada básica na comuna do HTP, uma bisoiada na do OMEE e parto pra minha flânerie. Ontem entrei pra várias como Procon de Jesus, Anão vestido de palhaço mata 8, Depois das onze sou um pirata, Marmotas monoelétricas de Utah, Quiça, Bom trabalho pulga, e a melhor de todas: Just Flunfa!
Eu andava me divertindo me perdendo por perfis de pessoas que não conheço, comparando como elas se descrevem com o que suas comunidades dizem delas e com o que seus amigos deixam de testemunho. Tava engraçado.
Mas agora descobri um novo mundo. São as comunidades. Ando freak. Entro no Orkut, dou uma gerenciada básica na comuna do HTP, uma bisoiada na do OMEE e parto pra minha flânerie. Ontem entrei pra várias como Procon de Jesus, Anão vestido de palhaço mata 8, Depois das onze sou um pirata, Marmotas monoelétricas de Utah, Quiça, Bom trabalho pulga, e a melhor de todas: Just Flunfa!
Coisas aborrecidas no Orkut
Além das decepções e revelações fuxicando perfis alheios, outras coisas me incomodam.
Não consigo entrar para comunidades com erros de português na descrição. Porra, tu vai fazer uma parada pública, uma comunidade e nem se dá ao trabalho de ver como se escreve tal palavra? Nem vou falar das escritas em idioleto de retardado tipo "miguxa", "Axim", "akele"...ah, não.
Outra coisa me incomoda sobremaneira são as pessoas que não gerenciam suas comunidades, deixam spams, tópicos idiotas que fogem ao tema, "jogos" e coisas como "Baianinha safadas não-sei-que-lá". Porra, custa ir lá uma vez por semana apagar essas merdas.
Ah, ainda tem as pessoas que "tomam", roubam ou assumem (sei lá) a moderação de uma comunidade e mudam totalmente o perfil. Às vezes passo um tempo sem ir a uma comuna e quando volto tá lá "novo moderador, tudo mudou". Que merda é essa?
Além das decepções e revelações fuxicando perfis alheios, outras coisas me incomodam.
Não consigo entrar para comunidades com erros de português na descrição. Porra, tu vai fazer uma parada pública, uma comunidade e nem se dá ao trabalho de ver como se escreve tal palavra? Nem vou falar das escritas em idioleto de retardado tipo "miguxa", "Axim", "akele"...ah, não.
Outra coisa me incomoda sobremaneira são as pessoas que não gerenciam suas comunidades, deixam spams, tópicos idiotas que fogem ao tema, "jogos" e coisas como "Baianinha safadas não-sei-que-lá". Porra, custa ir lá uma vez por semana apagar essas merdas.
Ah, ainda tem as pessoas que "tomam", roubam ou assumem (sei lá) a moderação de uma comunidade e mudam totalmente o perfil. Às vezes passo um tempo sem ir a uma comuna e quando volto tá lá "novo moderador, tudo mudou". Que merda é essa?
terça-feira, 30 de maio de 2006
Horóscopo!
Fui no Estrela Guia ler meu as previsões para Peixes. Caramba, perfeitas!
Tire os pés do chão e se entregar ao universo dos sentimentos, das coisas que não são palpáveis. Agradeça a Lua em Câncer, que guiará você neste período.
Amor
Procure analisar se a pessoa que ama lhe transmite serenidade. Para o pisciano/a é fundamental um relacionamento afetivo e equilibrado.
Carreria
Não deixe os assuntos pessoais influenciarem nos profissionais. Nesta fase utilize o trabalho como forma de distração.
Dica do dia
Não sobrecarregue seu dia com muitas atividades ao mesmo tempo. Você anda inconstante e poderá não agüentar muita pressão.
Fui no Estrela Guia ler meu as previsões para Peixes. Caramba, perfeitas!
Tire os pés do chão e se entregar ao universo dos sentimentos, das coisas que não são palpáveis. Agradeça a Lua em Câncer, que guiará você neste período.
Amor
Procure analisar se a pessoa que ama lhe transmite serenidade. Para o pisciano/a é fundamental um relacionamento afetivo e equilibrado.
Carreria
Não deixe os assuntos pessoais influenciarem nos profissionais. Nesta fase utilize o trabalho como forma de distração.
Dica do dia
Não sobrecarregue seu dia com muitas atividades ao mesmo tempo. Você anda inconstante e poderá não agüentar muita pressão.
A teoria de Vicente
Minha dissertação tá paradinha da Silva. Passo hooooooras olhando pro computador e não sai nada, embora falte pouquíssimo. Se eu pegasse o jeito, ou pegasse a disserta de jeito, terminava em uma tarde. Mas cadê?
Vicente ontem me deu esporro, ele tem a teoria que a "culpa" é de O Orientador. Que eu amo tanto meu orientador poderoso e gosto tanto de ser a dileta orientanda dele que não quero terminar o mestrado e fico enrolando. Claro, de maneira inconsciente.
É pode ser, mas não sei se é isso. Dizem que apesar do sofrimento os mestrando têm medo de terminar a dissertação, de deixar de serem mestrandos. Sim, eu sinto isso. Tipo, comemoro a defesa da dissertação e no dia seguinte acordo e me pergunto "e agora?". Ué, e agora preparo meu projeto pra tentar o doutorado, oras.
Eu quero muito terminar omestrado pra poder passar a outra etapa da minha vida. Sem falar que tô doida pra tentar o doutorado, pra começar a dar aulas e talz. E, apesar de ficar sem vínculo com a universidade, não vou me afastar: tem o grupo de estudos e as aulas de O Orientador, das quais sou dependente.
E, de qualquer jeito, repito a frase que disse para O Orientador no reveillon, com os papeizinhos picados do Sofitel caindo sobre nossas cabeças. "Agora que te encontrei não te largo nunca mais!". Claro que estávamos bêbados feliz com nossas lindas carinhas cheias de prossecuzinho, mas era verdade.
Não sei se Vicente tem razão, mas sei que tenho que dar um jeito de terminar esse troço. O problema é que tô sem vontade de escrever.
Minha dissertação tá paradinha da Silva. Passo hooooooras olhando pro computador e não sai nada, embora falte pouquíssimo. Se eu pegasse o jeito, ou pegasse a disserta de jeito, terminava em uma tarde. Mas cadê?
Vicente ontem me deu esporro, ele tem a teoria que a "culpa" é de O Orientador. Que eu amo tanto meu orientador poderoso e gosto tanto de ser a dileta orientanda dele que não quero terminar o mestrado e fico enrolando. Claro, de maneira inconsciente.
É pode ser, mas não sei se é isso. Dizem que apesar do sofrimento os mestrando têm medo de terminar a dissertação, de deixar de serem mestrandos. Sim, eu sinto isso. Tipo, comemoro a defesa da dissertação e no dia seguinte acordo e me pergunto "e agora?". Ué, e agora preparo meu projeto pra tentar o doutorado, oras.
Eu quero muito terminar omestrado pra poder passar a outra etapa da minha vida. Sem falar que tô doida pra tentar o doutorado, pra começar a dar aulas e talz. E, apesar de ficar sem vínculo com a universidade, não vou me afastar: tem o grupo de estudos e as aulas de O Orientador, das quais sou dependente.
E, de qualquer jeito, repito a frase que disse para O Orientador no reveillon, com os papeizinhos picados do Sofitel caindo sobre nossas cabeças. "Agora que te encontrei não te largo nunca mais!". Claro que estávamos bêbados feliz com nossas lindas carinhas cheias de prossecuzinho, mas era verdade.
Não sei se Vicente tem razão, mas sei que tenho que dar um jeito de terminar esse troço. O problema é que tô sem vontade de escrever.
O melhor cu da praça
Semana passada mandei um e-mail pra Vicente "Tô na merda, tô triste". Ele me ligou na mesma hora.
– Tá triste por que, rapá?
– Por tudo e por nada. Quero chorar.
– Que que eu posso fazer pra te deixar feliz? Quer que eu corra pelado na rua pra te fazer rir?
– Me dá o cu.
– Só não vou te chamar de filha da puta por que eu respeito sua mãe.
Vicente, há cerca de 15 dias, tornou-se o portador do cu mais cobiçado do Rio de Janeiro. Como disse Ana Paula, sempre sábia, a frase "Vicente, vem dar o cu pra gente" nunca fez tanto sentido.
Semana passada mandei um e-mail pra Vicente "Tô na merda, tô triste". Ele me ligou na mesma hora.
– Tá triste por que, rapá?
– Por tudo e por nada. Quero chorar.
– Que que eu posso fazer pra te deixar feliz? Quer que eu corra pelado na rua pra te fazer rir?
– Me dá o cu.
– Só não vou te chamar de filha da puta por que eu respeito sua mãe.
Vicente, há cerca de 15 dias, tornou-se o portador do cu mais cobiçado do Rio de Janeiro. Como disse Ana Paula, sempre sábia, a frase "Vicente, vem dar o cu pra gente" nunca fez tanto sentido.
Fla-Flu
Vicente tinha me chamado pra ir no Fla-Flu com ele no domingo.
– Porra, tu é flamengo e eu sou fluminense, como vamos juntos ao estádio?
– A gente fica na torcida mista.
– Sei não, tu vai ficar gritando "Mengoooo" no meu ouvido.
Cara, eu parei de ir ao Maracanã porque acho que sou pé frio. Nunca vi o Fluminense ganhar, no máximo um empate 0x0. Tava todo mundo dizendo que o Flu ia ganhar o jogo (o que se concretizou), se perdesse eu ia ficar me sentindo culpada (a culpa do mundo é minha, tira o olho).
Vicente é muito flameguista (ele faz performances enrolado na bandeira), se o Fluminense ganhasse ia chutar minha canela. Fui não, melhor ir pra praia. Fiz bem, Flamengo perdeu e ele desligou o celular de tão putinho da estrela que tava. Fiquei tentando falar com ele até tarde e nada. Imagina a canela roxa que eu estaria hoje?
Vicente tinha me chamado pra ir no Fla-Flu com ele no domingo.
– Porra, tu é flamengo e eu sou fluminense, como vamos juntos ao estádio?
– A gente fica na torcida mista.
– Sei não, tu vai ficar gritando "Mengoooo" no meu ouvido.
Cara, eu parei de ir ao Maracanã porque acho que sou pé frio. Nunca vi o Fluminense ganhar, no máximo um empate 0x0. Tava todo mundo dizendo que o Flu ia ganhar o jogo (o que se concretizou), se perdesse eu ia ficar me sentindo culpada (a culpa do mundo é minha, tira o olho).
Vicente é muito flameguista (ele faz performances enrolado na bandeira), se o Fluminense ganhasse ia chutar minha canela. Fui não, melhor ir pra praia. Fiz bem, Flamengo perdeu e ele desligou o celular de tão putinho da estrela que tava. Fiquei tentando falar com ele até tarde e nada. Imagina a canela roxa que eu estaria hoje?
Faceta bofe
Mas não pensem que Vic Nescauzinho é sempre assim não. Quando tá zangado chuta minha canela, briga no maracanã por ausa do Flamengo, persegue motorista de ônibus por que levou fechada e planeja o assassinato de um vizinho com quem ele teve "uma diferença". Tá, ele não vai matar ninguém e não tacou pedra no ônibus, mas que deu chiliquinho de maaaaacho, deu.
Mas não pensem que Vic Nescauzinho é sempre assim não. Quando tá zangado chuta minha canela, briga no maracanã por ausa do Flamengo, persegue motorista de ônibus por que levou fechada e planeja o assassinato de um vizinho com quem ele teve "uma diferença". Tá, ele não vai matar ninguém e não tacou pedra no ônibus, mas que deu chiliquinho de maaaaacho, deu.
Fui pro trabalho hoje pensando nisso tudo. Eu tinha tido uma discussão com Vicente no telefone de manhã. Não chegou a ser uma briga, digamos que foi um confronto de opiniões diferentes. Claro, eu o acusei de ser bonzinho demais (a gente sempre briga por causa disso, ou eu sempre chamo ele de bonzinho quando a gente briga, sei lá). Ele respondeu que era por isso que eu gostava dele, porque ele é bonzinho. Na hora eu xingue, como sempre, afinal eu não sou boazinha, sou nitratinho.
Depois, no ônibus (sempre penso na vida no ônibus) conclui que ele tá certo, gosto dele também por ele ser um rapaz bonzinho, bem educado pela dona Glória, que sempre vê o lado melhor das pessoas, gosta de todo mundo, sempre quer acalmar os ânimos, não fala mal das pessoas, não faz fofoca. Tudo que eu não sou.
Sim, eu confesso, somos nos completamos, ele Nescauzinho e eu Nitratinho.
Depois, no ônibus (sempre penso na vida no ônibus) conclui que ele tá certo, gosto dele também por ele ser um rapaz bonzinho, bem educado pela dona Glória, que sempre vê o lado melhor das pessoas, gosta de todo mundo, sempre quer acalmar os ânimos, não fala mal das pessoas, não faz fofoca. Tudo que eu não sou.
Sim, eu confesso, somos nos completamos, ele Nescauzinho e eu Nitratinho.
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