sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Hoje foi dia de terapia. Ela sempre me recebe com a pergunta "como vc está?". Péssima, avisei. Expliquei que cansei de tudo, não quero mais nada. Cansei, inclusive, dela. Quero deixar a terapia. Ela me aconselhou aguardar mais um mês. Espero até uns dois ou três, mas não tô levando fé. Acho que já deu.
No fim-de-semana tive um chilique e decidi que ia pedir demissão. Não aguentava mais e não queria ir de novo naquele lugar sórdido. Não queria nunca mais entrar lá. Chorei e vomitei. Tentei me distrair, mas não deu. Segunda-feira não fui trabalhar porque, entre outras coisas, tava péssima do estômago. Como tenho contas pra pagar, segunda à noite decidi não ficar desempregada, ir trabalhar na terça e tentar ser o mais feliz possível naquela merda. Só que as decisões demoram pra se cristalizar, né? Vomito toda vez que penso no meu trabalho.
Amanhã começa tudo de novo.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Hoje eu não devia ter saído da cama.
Ontem eu tava morta de cansada e vim pra casa dormitando no ônibus, com medo de perder o ponto. Tinha umas coisas pra resolver, mas tava tão cansada que resolvi ir pra casa. Cheguei volta de 18h, mas pensei "Ah, se deitar agora vou acordar 2h da manhã sem sono". Tomei banho, jantei, vi um pouco de TV e deitei "cedo para os meus padrões". Rá!. Fritei na cama até depois das 3h.
Doeu muito quando o despertador tocou no cu da manhã. Levantei lerda e semi-atrasada. Fui me atrasando mais enquanto me arrumava. Saí de casa já bastante tarde e decidi não tomar café, pra economizar tempo. Comeria um salgado com café numa lanchonete na entrada da repartição.
Claro, quando o dia está para dar errado... tudo dá errado. O ônibus demorou pra sair do ponto, me atrasando mais. Como estava uma manhã ensolarada, aproveitei pra tentar melhorar meu humor e coloquei uma roupa linda. Uma das minhas calças favoritas, uma pantalona gelo, com uma camisa grafite maravilhosa e sandália rasteira ouro velho. A cobradora elogiou "Amiga, vc está linda". Obrigada, querida.
Por trás dos meus óculos escuros imensos, cochilei. Cada vez que acordava pensava "não acredito que essa lerdeza ainda tá aqui". E viagem que segue. Eis que acordo meio assustada e vejo que já estou quase chegando. Epa! Vejo também que tá chovendo. Ei, tá caindo um temporal. Maravilha. Claro que eu não tinha levado guarda-chuva, afinal, estava sol! Maravilha mesmo, afinal caminho uns 20 minutos por caminhos enlameados do ponto até a repartição e estava de calça clara e sandália baixa. Que beleza!
Pensei rápido e desci um ponto antes, na "expansão" da repartição, que fica do outro lado da Avenida Brasil, mas onde a portaria fica mais perto do portão e tem um ônibus-cata-corno que faz a travessia - e um périplo - até o campus do outro lado, onde fica a minha repartição. Rá, claro que foi uma idéia idiota.
Entrei e o ônibus tava parado. Perguntei ao guarda que horas ele ia sair. "Só sai de hora em hora". Tinham passado 15 minutos da hora cheia, logo ele ia levar 45 minutos pra sair de novo! Fui ao banheiro me secar e tentei não pensar muito enquanto não recobrasse a dignidade perdida.
De volta, já recomposta, dei de cara com o guardinha sorridente ao lado de um carro de praça. "A senhora não tá precisando de um táxi?". Eita guardinha esperto! Embarquei rumo ao outro lado da avenida. Me custou R$ 10, mas foi a melhor coisa que eu fiz. Ah, claro, a esta altura a chuva havia parado.
***********
Felizmente, ninguém me deu bom-dia, pois ia ouvir "Para quem?". Meu mau humor matinal já virou piada na repartição e todos já devem ter reparado que não dou bom dia, digo apenas "Olá todos". Ainda não tenho intimidade, sabe? Na repartição de outrora eu rosnava "E aí, putada?".
Contei minha gincana pra minha vizinha de computador. Li os e-mails e logo era hora de almoçar. É que o pessoal lá agora pegou uma mania de almoçar antes do meio-dia, pra pagar mais barato, já que a comida é uma merda mesmo. Além disso, nosso chefito (precisamos arrumar um codinome pro meu novo chefe, vou pensar) tinha que sair mais cedo porque ia extrair um dente. Aliás, ele tá odontologicamente muito fodido. Pobre de cristo do meu chefe. Um futuro banguelo o aguarda. Como homem é tudo palhaço, ele se conformou "pelo menos já sou casado".
Na trilha pro restaurante alguns assuntos desagradáveis vieram a baila, como por exemplo, como é feliz nossa vida profissional, como estamos satisfeitos e estimulados, otimistas com o futuro e como é agradável nosso ambiente de trabalho. Olha que nem tocamos no tópico sobre como somos bem-sucedidos e remunerados. Pois é. Não foi um bom assunto. Meu estômago embrulhou e trancou. O arroz integral, feijão carioquinha e panqueca não caíram bem. Até abdiquei do café expresso ao final, uma da poucas alegrias da minha estada diária na repartição.
Chefe se despediu na saída e foi ter com sua dentista sanguinária. Retornamos ao aprazível buraco onde ganhamos nosso sustento de moças trabalhadoras, embora não muito espertas, ou não teríamos marcado "jornalismo" quando fizemos vestibular. Claro, isso é irrelevante a esta altura do campeonato.
Sentei na minha cadeira adquirida pela instituição há menos de seis meses, logicamente às expensas do erário, obviamente por meio de uma licitação. A cadeira é uma merda e tá desmontando, como tudo lá. Cada dia cai um pedaço. Animador. Pelo menos o ar condicionado tava no talo. Fiquei olhando pra tela do computador e tava tudo meio embaçado. Respondi lacônica alguns e-mails. Bolo no estômago. Fui ao sórdido banheiro azul-bacia que as faxineiras imundas fazem de escritório e tentei vomitar. Nada. Voltei à sala.
Estômago doído e embrulhado. Conheço bem a sensação de ter engolido um paralelepípedo. Voltei ao banheiro e enfiei o dedo na goela. Lá se foram, em dois jatos quase contínuos, os R$ 12 de arroz integral, feijão e panqueca nojenta que eu tinha comido. Pedações, hein? Preciso mastigar melhor, mas é quase impossível com o aparelho ortodôntico. Alívio. Escovei os dentes e voltei pra sala, afinal, alguma caléga apertava socava a merda da porta. Esperaí, piranha apressada. Ou caga no mato, foda-se.
Sentei de novo na merda da minha mesa, naquele muquifo improvisado e deprimente. Como a sala é apertada e, obviamente, não foi projetada por um arquiteto ou coisa parecida, vivo batendo nas quinas das mesas ao passar. Sim, só se consegue sentar passando de lado entre a minha e da minha valente e perseverante vizinha. Sim, tenho a lateral da bunda e das coxas sempre com manchas roxas. É isso aí, dignidade cada vez mais ralo abaixo.
Eu devia estar verde, porque ninguém comentou nada, mas me olharam esquisito. Guardei minha necessaire, catei meus paninhos de bunda em cima da mesa e botei o computador pra desligar, enquanto avisava "vou embora, tô passando mal". Culparam minha fragilidade emocional, a incompetência da cozinheira, um suposto surto de gastroenterite e os ets. A caléga da direita chamou um táxi e me levou até a portaria.
O trótil do motorista de táxi passou direto e contornou o prédio umas duas vezes, antes que eu quase me jogasse na frente do carro pra ele parar. "Ah, minha filha, o vidro é escuro e com o ar condicionado ligado não dá pra ver nada(!)". Então tá. Veio lerdeando e parando em cada sinal, mesmo após eu ter avisado que tava passando mal e tinha vomitado.
Resumo da ópera: saí de casa pra gastar 50 reais em táxi e almoço, comer comida nojenta e vomitar num banheiro sujo e azul. Devia ter ficado na cama e seria 50 reais mais rica.
Amiga Carrie postou sua versão de relatório de pista do último sábado. Sim, era aniversário de Danielouca e nós nos enfiamos naquela cafofo sórdido de Botafogo em plena Paradiso. Carrie só omitiu suas intenções estéticas com Iracema.
Divirtam-se, enquanto esperam o relato do filho da Judith que disse que meu cabelo era cheiroso e nossos filhos teriam lindas madeixas lisas, do tchutchuco que me chamou de velha e do careca trololó que patolou meu peito esquerdo. Sem falar no bruto que disse pra Madame G. que a beijaria to-di-nha, menos na boca.
Pensando bem, acho que esse relatório vai pro HTP. Será que era uma convenção circense e ninguém nos avisou?
domingo, 1 de fevereiro de 2009
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
A vida é bela, apesar do mau-humor matinal
Na verdade, é hoje!
É claro que eu tô a fim. A noite nunca tem fim. Por que quê a gente é assim?
Então assim que acabar o ensaio técnico parto para a Lapa pra continuar bebendo. Vou parar no bar que tiver lugar e só saio de lá quando não agüentar mais engolir cerveja. Quem quiser me acompanhar, é só ligar pra saber onde estou.
Premiada!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Pooodres de famosas
Soninho
É hoje!
E a tristeza, nem pode pensar em chegar
Vejo vocês às 19h30, no Boteco do Gomes, na Lapa.
Vamos celebrar os 7 anos de HTP.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Espalhem a notícia!
O aniversário é na sexta, mas como tem ensaio técnico do Império Serrano e os leitores preferem meio de semana, vamos começar a comemorar já na quinta. Chope no Boteco do Gomes, esquina das ruas do Riachuelo com Gomes Freire, a partir das 19h30. Quem se animar pode esticar no Democráticos. ;)
Espalhem a notícia, convidem os amigos e inimigos, postem em seus blogs, gritem pela janela. Vejo vocês lá.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Deixem ele elucubrar!
Mau humor, teu nome é Roberta
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Blog dos gatos encantados
Elas já castraram quase 50 gatinhos de lá, mas ainda há outros tantos. Quando todos da colônia forem castrados, elas pretendem estender o projeto para outras colônias. Para isso precisam sempre de ajuda na divulgação, para arrecadar ração, para conseguir pessoas que possam ir ao local colocar alimento e água, além de ajuda para as castrações.
Visitem, prestigiem, ajudem!
Aniversário do HTP
Ainda estou em dúvida sobre o local, mas estou tentada a marcar no Boteco do Gomes, nosso escritório nos últimos chopes. Como tenho terapia às quintas, vamos marcar às 19h30. Tudo certo pra vocês? Nos vemos lá então.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Gato Paul Newman já foi adotado
Quem quiser adotar um gatinho, tanto eu quanto a Tatiana temos muitos filhotes pra doar. Estou com um três sialatinhas de olhos azuis, um ursinho, dois tigradinhos, dois branquinhos, um amarelo... fora os adultos. Todos disponíveis para fazer sua vida mais feliz. Vou ver se posto umas fotos.
E-mails para shaisha@hotmail.com
Nossas Comunidades!
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=13209176
Comunidade do OMEE no Orkut
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1628514
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Programa para domingo
(RE)CONHECENDO O CENTRO DO RIO A PÉ
Dia 18 de janeiro de 2008 - domingo
Ponto de Encontro: 9h55 minutos no adro do Mosteiro de São Bento (Rua Dom Gerardo 40, 5º andar)
Roteiro: Mosteiro de São Bento (assiste-se a cinco minutos da missa com cantos gregorianos), vista panorâmica da área portuária e Baía de Guanabara, Av. Rio Branco, Rua Teófilo Otoni, Av. Presidente Vargas, Igreja Nossa Senhora da Candelária (visita), Centro Cultural Banco do Brasil (intervalo de 15 minutos), Centro Histórico Beira-Mar, Rua Buenos Aires, Beco das Cancelas, Rua do Ouvidor, Travessa do Comércio/ sobrado de Aurora e Cármen Miranda, Praça XV, Paço Imperial e de Isabel de Orleans e Bragança (somente maquete do Centro do Rio), Palácio Tiradentes, Rua São José, almoço (Cinelândia, por volta das 13h30), Cinelândia de arrojado conjunto arquitônico, Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro (visita), Museu Nacional de Belas Artes (visita). Término por volta de 16h.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Os tambores e as flechas de São Sebastião do Rio de Janeiro - A riqueza musical de uma cidade
Harmonias, dissonâncias e pulsares nos tons da alma carioca em certos versos e eternas canções. A homenagem do NEPEC (Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Espaço e Cultura) da UERJ ao Santo Padroeiro e sua "Sebastianópolis", a mais musical de todas as cidades, com execução das músicas, exibição no telão do cancioneiro selecionado e análise sobre o acervo em tela.
Dia 21 de janeiro de 2008 - quarta-feira - auditório 13 - 18 horas
Uerj - Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Rua São Francisco Xavier, 524 - Auditório 13
Entrada franca
Promoção:
Nepec - Núcleo de Estudos e Cultura sobre Espaço e Cultura
Departamento de Geografia Humana
Instituto de Geografia / CTC
Informações: sebastianopolis@uol.com.br
celular: (21) 8871-7238
Palestrante: prof. João Baptista Ferreira de Mello
Bolsistas participantes: Ivo Venerotti, Melissa Anjos, Olga Maíra Figueiredo, Alex Rodrigues, Carla Monteiro, Ana Lobo Terra e Patrícia Frangelli
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Agora à noite são meus dentes que tão doendo. Apertei o aparelho na sexta-feira, mas só hoje começou a doer. Durante o fim-de-semana tava sentindo só a pressão. Estou com o corpo dolorido e cansada também.
sábado, 10 de janeiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Sempre pode piorar
Após a repartição, vou jantar na casa da minha mãe. Amanhã tenho duas reuniões de trabalho que me tomarão o dia inteiro e, à noite, vou à academia. Quinta tenho otorrino de manhã e terapia à tardinha. Sexta de manhã marquei consulta na ortodontista pra apertar o aparelho. Saio do trabalho e corro pra academia. À noite tenho um jantar e depois show da Mart'nália no Circo. Sábado tem ensaio técnico do Império Serrano na Sapucaí (espero que não chova). À noite tenho um aniversário na Barra da Tijuca. Manjou minha exaustão? Acrescenta que na segunda de manhã retorno à Dotôra M de manhã e academia à noite.
Quero dormir!
Mau humor
Eu andava chata e meramente apática. A idiotice, mediocridade e cafonice andavam apenas me entediando, me dando preguiça. Eu já não tinha ânimo para discutir, nem mesmo pra blogar a respeito. Simplesmente me dava um cansaço e eu ia pra casa. Hoje estou novamente mal-humorada. Não é pela idiotice ou cafonice humana, é apenas pela lama na qual sou obrigada a pisar para chegar no trabalho. Pensando bem, também me dá preguiça e dor de cabeça. Das pessoas que não reparam na sordidez da repartição... tenho preguiça.
Acordei muito cedo, ainda escuro, pra ir a uma consulta médica. Chovia. Não havia táxis. Esperei como uma corna na chuva, mas nada. Decidi andar até a esquina com uma rua mais movimentada, pra ver se conseguia tomar um carro de praça. Foi chegar na esquina e veio um, vindo da minha rua, é claro. Nisso... sapatos molhados, é claro. Trânsito e motorista bisonho. Finalmente logrei êxito e cheguei no consultóriol. Ainda deu tempo de folhear a Marie Claire de dezembro antes da médica chegar.
Felizmente, ela divertidíssima, debochada e minha amiga. É minha ginecologista desde os 16 anos, mas hoje em dia é quase minha xamã. Me receita de antidepressivos e ansiolíticos a cremes para pele (ela tem uma especialização em algo como medicina estética e cirurgia plástica também!), além de me dar esporros básicos como "toma vergonha na cara e emagrece". Hoje me prescreveu uns antioxidantes e vamos começar um tratamento antienvelhecimento. Ela não quis conversar sobre botox, mas confesso que ando com uma obsessão pela idéia de me botocar. Vi uma matéria sobre mulheres de 20 anos que usam a toxina botulínica preventivamente. Como a cara já tá esticada, não vai enrrugar. Adorei. Infelizmente, meus médicos não me deram trela.
Do consultório de Dotôra M., após um lanchinho rápido e uma rápida incursão nas farmácias de Copacabana, parti pra repartição. Como era de se esperar, só vinham ônibus com ar condicionado, já que meus pés estavam molhados. Após deixar passar o segundo, me conformei e entrei no terceiro. Deve ter vindo um sem ar logo atrás. Frio, engarrafamento e mau humor.
Quando desci do ônibus continuava chovendo. O trajeto até a minha sala é sordido, conforme outrora descrito. Sou obrigada a subir e descer escadas, passarela, morrinhos e calçadas mal cuidadas, pisar em poças e em lama. Não há alternativa, muito menos dignidade. Só me resta torcer pelo desmoronamento noturno do prédio. Enquanto ele não cai, vou refazer minhas contas. Talvez, se eu beber menos, possa passar a ir para o trabalho de táxi.
Estou com dor-de-cabeça e mau humor. Estou meio burra também.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Meus amigos
Sexta-feira, 1h30 da madrugada apita uma mensagem de texto no meu celular. "Gata, tô Rio. Quero bater buceta". Só uma pessoa no mundo me diria isso: sim, Menino Oiticica está na cidade.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
FORÇA REDOBRADA
Marte em sextil com Sol natal
DE: 24/12 (Hoje), 18h02
ATÉ: 05/01 , 17h22
Energização pessoal, Roberta! Neste período, que vai de 24/12 (Hoje) até 05/01, o planeta Marte estará entrando em harmonia com o seu Sol pessoal, intensificando o uso da sua força de vontade, o que lhe possibilita lutar mais pelas coisas que você deseja, organizando suas capacidades, habilidades e recursos com o fito de atingir objetivos específicos.
A vitalidade está favorecida neste momento, e inclusive é favorável que você pratique esportes nesta fase, aproveite o pique para dar movimento à sua vida.
A qualidade guerreira de Marte se harmoniza positivamente com a sua vontade solar, de modo que este é um período bom para lutar pelas coisas que deseja. A saúde entra num ciclo reativo positivo, e este pode ser um bom momento para tomar atitudes que ajudem seu corpo a melhorar naquilo que precisa ser melhorado.
A idéia para o momento, Roberta, pode ser sintetizada da seguinte maneira: esta é a hora certa para imprimir velocidade ao que você deseja. As coisas parecerão estar se resolvendo com mais facilidade, mas na verdade é você quem estará numa fase mais objetiva da vontade.
Fonte: http://www.personare.com.br/
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Nova Promoção
Finalmente consegui pegar os convites da promo do filme Um Amor de Vizinho. Quem quiser ingressos deve enviar um e-mail para tudopalhaco@gmail.com com o assunto "Promoção Um Amor de Vizinho".
Um Amor de Vizinho (The Neighbor)
A poderosa, bonita e bem sucedida Christine está com tudo, inclusive a única coisa entre ela e um perfeito lugar para viver; o detestável vizinho Jeff. Christine e seu noivo, Jonathan, tem planos para expandir o seu apartamento dos sonhos num duplex grande o suficiente para acomodar ambos os seus egos – mas até agora, seus esforços foram em vão por causa do obstinado Jeff, que aluga exatamente o apartamento em cima do dela.
Ambos decidem enfrentar-se e o fazem com prazer, mas seu jogo de gato e rato começa a sair do controle e vira uma bagunça quando Jeff recebe um convite surpresa para o casamento da sua ex-mulher. Desesperado para provar à sua ex-mulher que não está sozinho, Jeff propõe um acordo para Christine: De fingir ser sua acompanhante em troca de devolver o apartamento. Porém o que acontece no casamento dá a Christine uma outra visão dos prazeres da vida... e de Jeff. Mas Jonathan consegue o despejo de Jeff e de repente Christine começa a mudar de idéia sobre seu amor de vizinho.
Distribuidor: Serendip Filmes
Título original: The Neighbor
Gênero: comédia
Cópias: digital e 35mm
País: USA / 2008
Censura: (solicitada livre)
Diretor: Eddie 0'Flaherty
Roterista: J.P. Davis e Eddie O'flaherty
Elenco: Michèle Laroque – Matthew Modine – Ed Quin – Gina Mantegna – Ann Cusack – Krysten Leigh Jones
Link do trailer: http://br.youtube.com/watch?v=bj5w13tdwnm
Esta semana esta em cartaz nos cinemas:
Art West Shopping
Cinemark Carioca Shopping
Cinemark Downtown
CI New York City Center
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Consulta
Como o mundo é estranho, minha irmã me pediu de presente de Natal uma prancha alisadora de cerâmica com íon. Acho que é a popular "chapinha", né? O curioso é que o cabelo dela é tão liso quanto o meu, mas se ela quer, eu dou. Só que nunca usei, muito menos comprei, um treco desses. Alguém aí tem dicas pra me dar, me explica qual a melhor, qual eu devo evitar?
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
E por falar em samba...
Dia 21 de fevereiro, quando completarei 38 aninhos de pura travessura, cai no sábado de carnaval. A comemoração será, obviamente, em um bloco. Em outros tempos, já comemorei no Bola Preta, mas já tem uns três anos que está impraticável de cheio. Desde que larguei o Bola, tenho ido ao Céu na Terra nas manhãs de sábado de carnaval, mas também anda muito cheio. E aí, sugestões de blocos para eu comemorar meus 38 aninhos?
Alegria, alegria
Estou feliz e alegre da vida. O céu está azul e o tempo quente. Sou bicho de calor, sabe? Adoro verão, quentinho gostoso. Pode fazer 40ºC que eu adoro. E olha que só ando de ônibus e passo diariamente pela Avenida Brasil.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Exausta
Preciso dormir. Estou morrendo de sono, exausta. Além da agenda concorrida no fim-de-semana, tive insônia esta noite. Meus joelhos doem, meus pés doem, estou burra e lesada. Eu deveria ir à academia hoje, mas vou gazetear. Vou é pra casa dormir!
Feliz
Como o mundo é estranho, sabe que tô feliz hoje, apesar dos dentes latejando?
Não sei se é o solzinho, o calorzinho, a proximidade no fim-do-ano, a perspectiva do recesso na repartição. Sei que estou feliz.
Talvez seja apenas sono. Preciso dormir!
Começou a tortura
Apertei o aparelho hoje de manhã. Ela pregou uns bololós de arame esquisitos.
Tá começando a doer. Merda.
domingo, 7 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Já é Natal
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Hoje à tarde vim para casa do trabalho pensando exatamente nisso, como ando triste, mas como estou feliz. Tava uma tarde tão bonita, cheguei quase 6h e ainda tava sol. Fui na loja de tintas comprar uma nova lata pra fazer lambança em casa, depois fui à academia me matricular e em seguida ao supermercado comprar mais itens pra abarrotar minha geladeira. Eu tava triste, mas feliz.
Desde que comecei a fazer terapia ando assim. No começo tinha o esquema de, assim que acabava a sessão, sentir alívio. Quando saía de lá, no ônibus pra casa, sentia tristeza e, no dia seguinte, raiva da terapeuta. Era isso: alívio-tristeza-raiva. Agora sinto apenas tristeza. Não chega a aliviar, mas sei que é melhor assim. Me sinto orgulhosa por ter coragem de mexer em feridas tão antigas, tão doídas. Sabe como é, né? Eu sempre faço o que precisa ser feito e era preciso fazer isso agora pra seguir em frente.
Daí tava voltando pra casa e pensando na minha vida, em como está tudo. O negócio é esse mesmo: tá tudo quase-ótimo, vou bem, obrigada. O que não tá bom, os motivos das minha tristezas são coisas que não posso mudar, sobre as quais não tenho poder ou que machucam, mas são têm alternativa. É a minha mãe lelé e doente que não quer se tratar e só piora, é a minha irmã que não entende/aceita que nossa mãe é lelé e não quer se tratar, são amores impossíveis e irremediáveis, coisas que só o tempo resolve. De resto, o que dá pra eu resolver, eu resolvo. Daí tô assim...nessa tristeza reconfortante.
Outro dia eu disse pra terapeuta que tinha cansado, que tava cansada e não queria mais, que não podia mais, que tinha me esgotado, exaurido, que não tinha mais nada pra dar pra ninguém porque o que sobra pra mim é pouco. Num tom de voz muito calmo ela disse "você pode sim e sabe que pode". Saco, logo ela já me sacaneou perguntando pela minha roupa de mulher-maravilha. Então vou lá, tentar resolver até o que quase não tem solução. Eu sou foda, sabe?
Mas quanto mais eu converso com Mãe Camila e quanto mais partilhamos nossas terapias, mais vemos o quanto somos parecidas ou, pelo menos, temos maluquices semelhantes. Quando uma começa a descrever os mecanismos de birutice a outra já identifica logo, afinal, sabe muito bem como é...
Ela me ligou há pouco e trocamos impressões sobre nossas tristezas e manias, sobre nossas terapeutas e o que temos feito pra ser menos malucas. Ai-ai-ai. Tô boa não, sabe? Ando no limite do choro o tempo todo. Mãe Camila me contou uma história ótima pro HTP, mas não tô boa pra escrever. Tô triste, não tô pra fazer graça.
- Me matriculei na academia hoje.
- Você não ia entrar na do seu trabalho?
- Mas era fictícia, eu não ia nunca, é do outro lado da bagaça! Sem falar que não existe chegar mais cedo, muito menos na hora do almoço. Ficar depois do expediente naquele buraco muito menos!
Gargalhada do outro lado da linha.
- Então na Lapa é mais perto do que dentro do seu trabalho?
- É! É sim! Fiz logo um pacote trimestral porque daí tá pago vou ter que ir. Se vc paga um mês só vai uma semana e desiste.
- Eu já fiz isso tudo, um mês, pacote, não adianta.
Tão animadora...
Travei um edificante diálogo com cuidadoso e amoroso amigo, que em passado recente havia se vangloriado de ter se matriculado em luxuosa academia e adquirido uma coleção de trajes esportivos invejáveis.
Em 01/12/08 Roberta Carvalho escreveu:
Tb vou me matricular na cadimia hoje!
Em 01/12/08 Amigo da Onça escreveu:
Força e sucesso para voce!
Em 01/12/08 Roberta Carvalho escreveu:
Se matriculei num pacote trimestral. Tá pago, vou ter que ir!
Em 01/12/08 Amigo da Onça escreveu:
Não necessariamente. Mesmo assim te desejo força, perseverança e sucesso.
Vou tentar voltar tb. Vamos ver qual vai ser.
Em 01/12/08 Roberta Carvalho escreveu:
força, perseverança e sucesso de cu é rola, debochado.
No afã de ser menos gorda safada, arfar menos após subir uma escada, me preparar para a maratona de carnaval e, quem sabe, entrar nas dezenas de vestidos pendurados no meu Bartirão, me inscrevi em uma academia hoje. Cheguei lá pra olhar, fiz matricula, exame médico e marquei a avaliação física para quarta-feira. Fechei logo um pacote de três meses (seis achei demais, nem sei se sobrevivo ao carnaval!), assim "tá pago, vou ter que ir". Vamos ver.
Voltei a comprar todos os dias. Tenho ido ao supermercado um dia sim e o outro também. Mas vou ter que parar: não cabe mais nada na minha geladeira.
Se bem que umas comprinhas de farmácia não iriam nada mal, uma ida às Lojas Americanas, outra à Casa&Vídeo... pronto, fudeu. Nunca mais pago essas dívidas.
tá na hora de tomar uma gelada
Poucas coisas na vida são tão certas quanto que eu estarei lá. Não marco com ninguém, vou encontrando o povo pelo caminho, na Central, nos vagões, em O.C. Em poucas ocasiões me sinto tão soltinha, tão pinto no lixo quanto no Trem do Samba.
Vejo vocês pelas esquinas de Oswaldo Cruz.
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PAGODE DO TREM FESTEJA DIA NACIONAL DO SAMBA
Evento mais tradicional do Dia Nacional do Samba, o Pagode do Trem chega a sua 13ª edição na terça-feira, 2 de dezembro. Marquinhos de Oswaldo Cruz, cantor e compositor que idealizou o projeto, promete muita animação esse ano, oferecendo uma programação intensa – e gratuita – para sambista nenhum botar defeito.
A partir das 17h, bambas começam a se encontrar na Central do Brasil, para a concentração antes das saídas dos trens. Como nas outras edições, um palco será montado no local, e, ali mesmo, o ritmo preferido dos brasileiros vai começar a ser tocado, com shows do próprio Marquinhos e das Velhas Guardas das escolas de samba do Rio, como Portela, Império Serrano, Mangueira e Vila Isabel.
Após as apresentações na Central, quatro trens darão partida, rumo a Oswaldo Cruz, para continuar, no bairro do subúrbio carioca, a festa em homenagem ao Dia Nacional do Samba. O primeiro trem sairá às 19h e os outros três a cada 20 minutos. Além de passageiros comuns e amantes do bom samba, os vagões estarão repletos de surdos, caixas e tamborins, para embalar a voz de ilustres sambistas, como Tia Doca, Nelson Sargento, Moacyr Luz, Almir Guineto, Mauro Diniz e Dona Ivone Lara.
Na chegada a Oswaldo Cruz, a turma se divide em três palcos, onde shows vão durar até o dia raiar.
- Meu objetivo é consolidar Oswaldo Cruz como o território sagrado do samba. Já nasci sambista e minha alegria é ver um evento, que reúne anualmente 40 mil pessoas, ganhar força e enaltecer o subúrbio através da maior demonstração cultural da região – diz Marquinhos de Oswaldo Cruz.
Para atravessar a cidade no trem do samba é preciso apenas 1 kg de alimento não perecível, que para ser trocado por ticket deve ser entregue na bilheteria da Central do Brasil. Os alimentos arrecadados serão doados para o Banco Rio de Alimentos, do programa Fome Zero.
O Pagode do Trem 2008 tem patrocínio da Petrobras, apoio da Caixa Econômica Federal, do SEBRAE, da Lei Rouanet, do Governo Federal, do Ministério do Turismo, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e apoio institucional da SuperVia, da Riotur e da Prefeitura do Rio de Janeiro. A promoção é da rádio MPB FM.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
SHOWS DE ABERTURA
LOCAL: CENTRAL DO BRASIL – DAS 17H ÀS 20H30
Bateria do Mestre Faísca
Marquinhos de Oswaldo Cruz
Velha Guarda da Portela
Velha Guarda do Império Serrano
Velha Guarda da Mangueira
Velha Guarda do Salgueiro
Velha Guarda da Vila Isabel
Nelson Sargento
Wilson Moreira
Walter Alfaiate
Nadinho da Ilha
Xangô da Mangueira
PARTIDAS DOS TRENS PARA OSWALDO CRUZ:
PRIMEIRO TREM – TREM CANDEIA – SAÍDA: 19h
Vagão 1 – Velha Guarda da Portela e Marquinhos de Oswaldo Cruz
Vagão 2 – Tia Doca
Vagão 3 – Cacique de Ramos
Vagão 4 – Pagode do Negão da Abolição
Vagão 5 – Grupo Autonomia
Vagão 6 – Clube do Samba
Vagão 7 – Embaixadores da Folia
Vagão 8 - Quilombo
SEGUNDO TREM – TREM SILAS DE OLIVEIRA – SAÍDA: 19h20
Vagão 1 – Velha Guarda do Império Serrano
Vagão 2 – Grupo Roda do Bip
Vagão 3 – Pagode do Nelsinho e da Wilma
Vagão 4 – Mestre Faísca
Vagão 5 – Manga Preta
Vagão 6 – Pagode da Tia Ciça
TERCEIRO TREM – TREM CARTOLA – SAÍDA: 19h40
Vagão 1 – Velha Guarda da Mangueira
Vagão 2 – Velha Guarda do Salgueiro
Vagão 3 – Pagode do Sambola
Vagão 4 – Bloco Voltar pra Quê?
Vagão 5 – Grupo Parados na Ponte
Vagão 6 – Grupo Regente
QUARTO TREM – TREM LUIZ CARLOS DA VILA – SAÍDA: 20h
Vagão 1 – Velha Guarda da Vila Isabel
Vagão 2 – Caldos e Canjas
Vagão 3 – Quizomba
Vagão 4 – Bloco da Cachaça
Vagão 5 – Pagode do Renascença e Renato Milagres
Vagão 6 – Democráticos de Guadalupe
Vagão 7 – Grupo Nossa Arte de Niterói/Quintal de Jorge
Vagão 8 – Pagode do Ouvidor/Pagode de São Gonçalo
SHOWS EM OSWALDO CRUZ
PALCO 1: Rua João Vicente, ao lado da Estação de Oswaldo Cruz – Início: 19h
Grupo Família
Pagode da Tia Doca e do Nem
Bombril
Genaro da Bahia
Efson
Marquinhos de Oswaldo Cruz
Délcio Carvalho
Bandeira Brasil
Noca da Portela
Elaine Machado
Trio Calafrio
Almir Guineto
Gaúcha
Deni de Lima
PALCO 2: Praça Paulo da Portela, em frente à Portelinha, em Oswaldo Cruz – Início: 19h
Grupo Descendo a Serra
Velha Guarda da Portela
Velha Guarda do Império Serrano
Velha Guarda da Mangueira
Velha Guarda do Salgueiro
Velha Guarda da Vila Isabel
Zé Catimba
Trio ABC
Ari do Cavaco
Bateria da Portela e Anderson Paz
Tantinho da Mangueira
PALCO 3: Rua Átila da Silveira, em Oswaldo Cruz – Início: 19h
Grupo do César
Marquinhos de Oswaldo Cruz
Moacyr Luz
Ernesto Pires
Serginho Procópio
Dorina
Ircéia
Zé Luiz do Império
Toninho Geraes
Agrião
Mauro Diniz
Dona Ivone Lara
RODAS DE SAMBA EM OSWALDO CRUZ
Rodas de número ímpar: Rua Átila da Silveira – A partir das 21h
Rodas de número par: Rua João Vicente – A partir das 21h
RODA DE SAMBA 01 – Bloco da Cachaça
RODA DE SAMBA 02 – Grupo Manga Preta
RODA DE SAMBA 03 – Grupo Autonomia
RODA DE SAMBA 04 – Quizomba e Tia Gessy
RODA DE SAMBA 05 – Mestre Faísca
RODA DE SAMBA 06 – Democráticos de Guadalupe
RODA DE SAMBA 07 – Clube do Samba
RODA DE SAMBA 08 – Pagode do Gil
RODA DE SAMBA 09 – Tia Ciça
RODA DE SAMBA 10 – Pagode da Dulcinha e do Zau
RODA DE SAMBA 11 – Luciano da Carvoaria
RODA DE SAMBA 12 – Pagode do Renascença e Renato Milagres
RODA DE SAMBA 13 – Grupo Senzala
RODA DE SAMBA 14 – Vera Caju
RODA DE SAMBA 16 – Grupo Regente
RODA DE SAMBA 18 – Pagode do Nelsinho e da Wilma
RODA DE SAMBA 20 – Roda do Bip
BLOCO DE PARTIDO ALTO
Local: Vai da Rua Carolina Machado (esquina com Rua Fernandes Marinho) à Praça Paulo da Portela (Oswaldo Cruz) – Início: 20h
Marquinhos de Oswaldo Cruz
Renatinho Partideiro
Di Caprio
Gabrielzinho do Irajá
Baiacó
Coelho
Cacique de Ramos


