Nihon no Seikatsu
O que signigfica não tenho a menor idéia, mas o nome do blog da minha amiga Janete que tá dando pinta no Japão. Tem muita foto pro meu gosto, prefiro textos, mas é legal. Ela tá morando em Hamamatsu, mas foi dar pinta em Tóquio outro dia. Disse que gente como ela queria passear por lá comigo. Não entendi, mas deve ser elogio.
segunda-feira, 9 de outubro de 2006
domingo, 8 de outubro de 2006
Procon
Sim, continua sendo contra minha religião trocar fluidos corporais com profissionais da área de saúde, mas sabe como é, né? Ele era gatinho, dançava bem, era fofo e educado, não aparentava estar muito bêbado, um pouco mais alto que eu, todo sarado, 30 aninhos, tinha boa pegada. Pois é.
Antes que vocês perguntem se ele realmente existia aviso que sim, ele existe, mas é uma fraude. Eu achando que ia aprender na carne o fascínio que minhas amigas têm por médicos: "é um homem que sabe cuidar de você", dizem elas. Eu crente que o dotô ia cuidar de mim, que eu ia cantar o funk da injeção. Humpf. O dotô tava com nada nas cuecas! Quer dizer, elas não estavam literalmente vazias, mas digamos que ele... tipo assim.... decepcionou. Vesti minha roupitcha e fui embora sem dar tchau nem olhar pra trás. Francamente!
Bom, acho que pior foi a situação da minha amiga que pegou o amigo dele ginecologista! :p
Sim, continua sendo contra minha religião trocar fluidos corporais com profissionais da área de saúde, mas sabe como é, né? Ele era gatinho, dançava bem, era fofo e educado, não aparentava estar muito bêbado, um pouco mais alto que eu, todo sarado, 30 aninhos, tinha boa pegada. Pois é.
Antes que vocês perguntem se ele realmente existia aviso que sim, ele existe, mas é uma fraude. Eu achando que ia aprender na carne o fascínio que minhas amigas têm por médicos: "é um homem que sabe cuidar de você", dizem elas. Eu crente que o dotô ia cuidar de mim, que eu ia cantar o funk da injeção. Humpf. O dotô tava com nada nas cuecas! Quer dizer, elas não estavam literalmente vazias, mas digamos que ele... tipo assim.... decepcionou. Vesti minha roupitcha e fui embora sem dar tchau nem olhar pra trás. Francamente!
Bom, acho que pior foi a situação da minha amiga que pegou o amigo dele ginecologista! :p
Relatório de pista pormenorizado
Bom, sexta fui ao Riocenacontemporânea com Ju, Pedro e Vicente.. Foi ótemo, apesar da chuva do caralho e eu não ter sapatos anfíbios adequados. Encontrei um monte de gente por lá. Dancei muito, bebi muito e me diverti muito. Cheguei em casa com o dia claro, bêbada e com os pés doendo.
Sábado fui ao Teatro Odisséia com Danny e Ana Paula D, antes tomei umas cervejas no Arco-íris com Tuninha. Foi ótimo, apesar de continuar sentindo falta de sapatos anfíbios. Encontrei um monte de gente, dancei muito, bebi muito e me diverti muito. Cheguei em casa com o dia claro, bêbada e com os pés doendo. Igual à noite anterior? Nãããão...nesse dia eu ainda dei beijo na boca! Ah, e colecionei histórias para o HTP.
Ai, cansei de dar relatório. Outra hora conto os detalhes sórdidos. Agora vou descolar alguma coisa pra comer.
Bom, sexta fui ao Riocenacontemporânea com Ju, Pedro e Vicente.. Foi ótemo, apesar da chuva do caralho e eu não ter sapatos anfíbios adequados. Encontrei um monte de gente por lá. Dancei muito, bebi muito e me diverti muito. Cheguei em casa com o dia claro, bêbada e com os pés doendo.
Sábado fui ao Teatro Odisséia com Danny e Ana Paula D, antes tomei umas cervejas no Arco-íris com Tuninha. Foi ótimo, apesar de continuar sentindo falta de sapatos anfíbios. Encontrei um monte de gente, dancei muito, bebi muito e me diverti muito. Cheguei em casa com o dia claro, bêbada e com os pés doendo. Igual à noite anterior? Nãããão...nesse dia eu ainda dei beijo na boca! Ah, e colecionei histórias para o HTP.
Ai, cansei de dar relatório. Outra hora conto os detalhes sórdidos. Agora vou descolar alguma coisa pra comer.
Planos pós-mestrado
Blogar mooooito
Arrumar meu armário e meus livros
Aprender a bordar e fazer crochê
Coçar, escovar e afofar meus gatos
Ver mais meus amigos
Emagrecer 6kg
Ler livros que nada têm a ver com minha vida acadêmica
Ir a todas as quadras de escola de samba do Rio
Beijar mooooito
Eu ia dizer que ia fazer uma assinatura da revista Caras, mas vocês não iam acreditar mesmo. E afinal, pra que eu vou fazer uma assinatura se leio digrátis na sala de espera da depilação, né?
Bom, eu confesso, também vou reler minha dissertação e todos os textos do grupo de estudos de O Orientador. Depois do carnaval vou começar a parir um projeto pro doutorado, mas em março eu penso nisso.
Blogar mooooito
Arrumar meu armário e meus livros
Aprender a bordar e fazer crochê
Coçar, escovar e afofar meus gatos
Ver mais meus amigos
Emagrecer 6kg
Ler livros que nada têm a ver com minha vida acadêmica
Ir a todas as quadras de escola de samba do Rio
Beijar mooooito
Eu ia dizer que ia fazer uma assinatura da revista Caras, mas vocês não iam acreditar mesmo. E afinal, pra que eu vou fazer uma assinatura se leio digrátis na sala de espera da depilação, né?
Bom, eu confesso, também vou reler minha dissertação e todos os textos do grupo de estudos de O Orientador. Depois do carnaval vou começar a parir um projeto pro doutorado, mas em março eu penso nisso.
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Resumo
Comunicação e Cultura Popular – A trajetória dos lugares através do samba. RIO DE JANEIRO: UERJ, 2006. 96p. (Dissertação - Mestre).
A cultura forja e atualiza constantemente significados, modelando os lugares através dos usos que os indivíduos fazem deles. A história cotidiana, tecida em rede nas interações das ruas, atua nessa construção permanente de representações. São essas interações que fazem da cidade um suporte sensível para a comunicação. Nossa pesquisa se debruça sobre a cidade como suporte, mediadora e veículo de comunicação. Cada cidade, cada lugar, possui uma coreografia própria, que o geógrafo humanista David Seamon (1980) chamou de “balé do lugar”. O ir e vir de pessoas e veículos no cotidiano da cidade formando a coreografia espontânea e característica de determinado lugar, integrando e conectando os indivíduos. Escolhemos analisar dois momentos da cultura que cortam a cidade, dois exemplos de “coreografias” urbanas especiais: o Trem do Samba, que a cada 2 de dezembro, dia Nacional do Samba, leva milhares de pessoas de toda a cidade para o pacato bairro de Oswaldo Cruz, e o desfile do Cordão da Bola Preta, que no sábado de carnaval toma o centro da cidade com mais de 100 mil pessoas. São momentos específicos, que acontecem apenas uma vez por ano, mas imprimem aos lugares uma significação especial e criam vínculos entre os atores sociais e o lugar. É essa resignificação propiciada pela cultura popular – no nosso estudo pelo samba – que recheia o lugar de signos e emoções, contaminando a maneira de se estar no mundo, de vivenciar a cidade.
Palavras-chave: comunicação, cultura, cidade.
Comunicação e Cultura Popular – A trajetória dos lugares através do samba. RIO DE JANEIRO: UERJ, 2006. 96p. (Dissertação - Mestre).
A cultura forja e atualiza constantemente significados, modelando os lugares através dos usos que os indivíduos fazem deles. A história cotidiana, tecida em rede nas interações das ruas, atua nessa construção permanente de representações. São essas interações que fazem da cidade um suporte sensível para a comunicação. Nossa pesquisa se debruça sobre a cidade como suporte, mediadora e veículo de comunicação. Cada cidade, cada lugar, possui uma coreografia própria, que o geógrafo humanista David Seamon (1980) chamou de “balé do lugar”. O ir e vir de pessoas e veículos no cotidiano da cidade formando a coreografia espontânea e característica de determinado lugar, integrando e conectando os indivíduos. Escolhemos analisar dois momentos da cultura que cortam a cidade, dois exemplos de “coreografias” urbanas especiais: o Trem do Samba, que a cada 2 de dezembro, dia Nacional do Samba, leva milhares de pessoas de toda a cidade para o pacato bairro de Oswaldo Cruz, e o desfile do Cordão da Bola Preta, que no sábado de carnaval toma o centro da cidade com mais de 100 mil pessoas. São momentos específicos, que acontecem apenas uma vez por ano, mas imprimem aos lugares uma significação especial e criam vínculos entre os atores sociais e o lugar. É essa resignificação propiciada pela cultura popular – no nosso estudo pelo samba – que recheia o lugar de signos e emoções, contaminando a maneira de se estar no mundo, de vivenciar a cidade.
Palavras-chave: comunicação, cultura, cidade.
Agradecimentos
Em primeiro lugar a João Maia, O Orientador, pela disponibilidade, paciência, apoio, incentivo, carinho, amizade e orientação para a vida.
Aos professores João Baptista Ferreira de Mello, por ter mudado meus caminhos acadêmicos e inspirado essa dissertação, e Ricardo Freitas, pela amizade, incentivo e generosidade. Agradeço ainda a ambos pelas orientações valiosas que me deram no exame de qualificação.
Ao professor Carlos Moreno pela amizade, confiança e incentivo.
A Wagner Dias por sempre acreditar em mim.
Agradeço em especial a ajuda dos amigos Antonia de Thuin, Camila Pohlmann, Clarisse Cintra, Inês Valença, Isadora Contins, Janete Oliveira, Kelly Russo, Pedro Prata e Vicente Magno.
E a todos os outros amigos que estiveram sempre presentes colaborando direta e indiretamente para a elaboração deste trabalho, pois como sempre digo, tenho alguns dos melhores amigos que alguém pode ter.
Em primeiro lugar a João Maia, O Orientador, pela disponibilidade, paciência, apoio, incentivo, carinho, amizade e orientação para a vida.
Aos professores João Baptista Ferreira de Mello, por ter mudado meus caminhos acadêmicos e inspirado essa dissertação, e Ricardo Freitas, pela amizade, incentivo e generosidade. Agradeço ainda a ambos pelas orientações valiosas que me deram no exame de qualificação.
Ao professor Carlos Moreno pela amizade, confiança e incentivo.
A Wagner Dias por sempre acreditar em mim.
Agradeço em especial a ajuda dos amigos Antonia de Thuin, Camila Pohlmann, Clarisse Cintra, Inês Valença, Isadora Contins, Janete Oliveira, Kelly Russo, Pedro Prata e Vicente Magno.
E a todos os outros amigos que estiveram sempre presentes colaborando direta e indiretamente para a elaboração deste trabalho, pois como sempre digo, tenho alguns dos melhores amigos que alguém pode ter.
Epígrafe
"Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse, e razões não tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado é partilhado por todos vós. Nós somos irmãos, nós nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, não porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polícia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. É este mesmo o sentimento imperturbável e indissolúvel, o único que, como a própria vida, resiste às idades e às épocas. Tudo se transforma, tudo varia - o amor, o ódio, o egoísmo. Hoje é mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia. Os séculos passam, deslizam, levando as coisas fúteis e os acontecimentos notáveis. Só persiste e fica, legado das gerações cada vez maior, o amor da rua." (João do Rio: 1908)
"Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse, e razões não tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado é partilhado por todos vós. Nós somos irmãos, nós nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, não porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polícia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. É este mesmo o sentimento imperturbável e indissolúvel, o único que, como a própria vida, resiste às idades e às épocas. Tudo se transforma, tudo varia - o amor, o ódio, o egoísmo. Hoje é mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia. Os séculos passam, deslizam, levando as coisas fúteis e os acontecimentos notáveis. Só persiste e fica, legado das gerações cada vez maior, o amor da rua." (João do Rio: 1908)
Aperitivo
Depois, quando eu tiver tempo e saco, vou transformar em pdf e disponibilizar a dissertação aqui no blog para quem quiser ler. Como sempre digo, tem gente pra tudo no munto, até pra querer ler minha dissertação.
Enquanto não faço isso, vou postar a epígrafe, agradecimentos e resumo. Diviertam-se.
Depois, quando eu tiver tempo e saco, vou transformar em pdf e disponibilizar a dissertação aqui no blog para quem quiser ler. Como sempre digo, tem gente pra tudo no munto, até pra querer ler minha dissertação.
Enquanto não faço isso, vou postar a epígrafe, agradecimentos e resumo. Diviertam-se.
Comemoração
Seguimos para o bar. Dessa vez preferimos o Planeta do Chope. Rimos, bebemos, comemoramos, falamos bobagens e mal da vida alheia até às 2h da manhã.
A ficha continuava sem cair. O Orientador me jogou na cara "você ouviu que os dois disseram que sua dissertação é um livro?". Ouvir, ouvi babe. Digerir não digeri.
Ainda nem comecei a tirar onda "Agora além de blogstar sou uma estrela acadêmica: fila para autógrafos à esquerda, não adianta insistir". Agora Vicente pode dizer que eu sou o cara, sou o orgulho da família, sou foda com propriedade, mas eu mesma ainda não me convenci.
Mas enfim, o que interessa é que fiquei bebinha e feliz. Acabou que nem fui dormir em casa, me joguei na casa de um casal amigo perto de onde estávamos. Dormi é força de expressão. Tava tão pilhada que demorei séculos pra pegar no sono e toda hora acordava. Às 7h30 acordei de vez e fiquei repassando os flashs da noite anterior.
Seguimos para o bar. Dessa vez preferimos o Planeta do Chope. Rimos, bebemos, comemoramos, falamos bobagens e mal da vida alheia até às 2h da manhã.
A ficha continuava sem cair. O Orientador me jogou na cara "você ouviu que os dois disseram que sua dissertação é um livro?". Ouvir, ouvi babe. Digerir não digeri.
Ainda nem comecei a tirar onda "Agora além de blogstar sou uma estrela acadêmica: fila para autógrafos à esquerda, não adianta insistir". Agora Vicente pode dizer que eu sou o cara, sou o orgulho da família, sou foda com propriedade, mas eu mesma ainda não me convenci.
Mas enfim, o que interessa é que fiquei bebinha e feliz. Acabou que nem fui dormir em casa, me joguei na casa de um casal amigo perto de onde estávamos. Dormi é força de expressão. Tava tão pilhada que demorei séculos pra pegar no sono e toda hora acordava. Às 7h30 acordei de vez e fiquei repassando os flashs da noite anterior.
A repercussão
O Orientador disse que estava emocionado, que fui a primeira orientanda dele a receber louvor e que alunos como eu que fazem valer a pena ser professor. Quase chorei.
Juliana e Vanessa estavam emocionadas também, disseram que foi lindo e que estavam com vontade de chorar também. Vicente disse que sou o orgulho da família.
Nos despedimos de Carolina, que disse ter se animado pra tentar o mestrado também. Oba! Já corrompi o Vicente, mais uma pra minha lista!
Ana Paula me dá mais algumas instruções para os trâmites burocráticos do diploma. Claro que não lembro de nada, segunda-feira ligo pra ela. Fofíssima, eu devia tê-la incluído nos agradecimentos. Sou uma pangaré.
O Orientador disse que estava emocionado, que fui a primeira orientanda dele a receber louvor e que alunos como eu que fazem valer a pena ser professor. Quase chorei.
Juliana e Vanessa estavam emocionadas também, disseram que foi lindo e que estavam com vontade de chorar também. Vicente disse que sou o orgulho da família.
Nos despedimos de Carolina, que disse ter se animado pra tentar o mestrado também. Oba! Já corrompi o Vicente, mais uma pra minha lista!
Ana Paula me dá mais algumas instruções para os trâmites burocráticos do diploma. Claro que não lembro de nada, segunda-feira ligo pra ela. Fofíssima, eu devia tê-la incluído nos agradecimentos. Sou uma pangaré.
Agora sou mestre
Foi rápido e nem doeu. João Maia abriu a porta e nos chamou de volta. Todos de pé, numa pompa que me dá vontade de rir, ele avisou que por unanimidade a banca decidiu me aprovar com louvor, ou expressão que o valha.
Todos me abraçam e parabenizam. Os professores da banca se despediram. A ficha não caiu ainda, mas fico sorrindo, um sorriso pleno, de orelha a orelha, que é meu e que não como tirar da minha cara.
Alívio, felicidade e um certo vazio. Não sou mais mestranda, não sou mais a dileta de O Orientador, quem sou eu? Sei lá, porra, amanhã eu penso nisso, vamos beber.
Foi rápido e nem doeu. João Maia abriu a porta e nos chamou de volta. Todos de pé, numa pompa que me dá vontade de rir, ele avisou que por unanimidade a banca decidiu me aprovar com louvor, ou expressão que o valha.
Todos me abraçam e parabenizam. Os professores da banca se despediram. A ficha não caiu ainda, mas fico sorrindo, um sorriso pleno, de orelha a orelha, que é meu e que não como tirar da minha cara.
Alívio, felicidade e um certo vazio. Não sou mais mestranda, não sou mais a dileta de O Orientador, quem sou eu? Sei lá, porra, amanhã eu penso nisso, vamos beber.
O 2º Professor
Chegou a vez de João Baptista falar. Esse eu já conheço de oooooutros carnavais e já imaginava o que viria. Nenhuma falha passa por seu escrutínio, terrível! Claro, ele também é meu amigo, meu querido, fofo, educado, gentil e inspiração da minha dissertação, então sabia que não ia doer, que talvez ele quisesse fazer pinta, mas que não era nada demais. A verdade é que dele, assim como de O Orientador, eu não tenho medo.
JBFM foi passando a dissertação página por página, comentando tudo. Das notas de rodapé à concordância e escolha dos vocábulos. Questionou a informalidade do léxico empregado e até a minha informalidade, sentada com as pernas cruzadas em cima da cadeira. Bem JBFM!
Reclamou que eu escrevia como se fizesse uma crônica. Mas babe! Foi isso que O Orientador me pediu e isso que é legal!
Depois disse que eu escrevia muito bem, que minha dissertação estava brilhante, que se surpreendeu como eu apreendi os conceitos de geogragia cultural tão bem em tão pouco, elogiou a maneira como costurei Comunicação e Geografia, que eu tinha que fazer doutorado e podia prosseguir com aquela pesquisa, me convidou pra publicar artigos nas revistas da geografia e me aconselhou a publicar a dissertação como livro. Rá!
Não fez nenhuma pergunta, mas questionou o emprego da noção de "resitência lenta" que utilizei para falar dos processos contra-hegemônicos forjados na/pela cultura popular. Expliquei que não era lenta ou mole no sentido de preguiçosa ou pouco eficiente. Que é lenta pois é construída nas interações do cotidiano, no tempo das ruas, dos atores sociais utilizando a cultura como recurso de acordo com sua disponilidade e necessidade, nas negociações tecidas no espaço da contra-racionalidade, não no tempo da velocidade do projeto moderno, não no espaço vertical da história oficial. Não sei se convenci, mas O Orientador gostou.
Chegou a vez de João Baptista falar. Esse eu já conheço de oooooutros carnavais e já imaginava o que viria. Nenhuma falha passa por seu escrutínio, terrível! Claro, ele também é meu amigo, meu querido, fofo, educado, gentil e inspiração da minha dissertação, então sabia que não ia doer, que talvez ele quisesse fazer pinta, mas que não era nada demais. A verdade é que dele, assim como de O Orientador, eu não tenho medo.
JBFM foi passando a dissertação página por página, comentando tudo. Das notas de rodapé à concordância e escolha dos vocábulos. Questionou a informalidade do léxico empregado e até a minha informalidade, sentada com as pernas cruzadas em cima da cadeira. Bem JBFM!
Reclamou que eu escrevia como se fizesse uma crônica. Mas babe! Foi isso que O Orientador me pediu e isso que é legal!
Depois disse que eu escrevia muito bem, que minha dissertação estava brilhante, que se surpreendeu como eu apreendi os conceitos de geogragia cultural tão bem em tão pouco, elogiou a maneira como costurei Comunicação e Geografia, que eu tinha que fazer doutorado e podia prosseguir com aquela pesquisa, me convidou pra publicar artigos nas revistas da geografia e me aconselhou a publicar a dissertação como livro. Rá!
Não fez nenhuma pergunta, mas questionou o emprego da noção de "resitência lenta" que utilizei para falar dos processos contra-hegemônicos forjados na/pela cultura popular. Expliquei que não era lenta ou mole no sentido de preguiçosa ou pouco eficiente. Que é lenta pois é construída nas interações do cotidiano, no tempo das ruas, dos atores sociais utilizando a cultura como recurso de acordo com sua disponilidade e necessidade, nas negociações tecidas no espaço da contra-racionalidade, não no tempo da velocidade do projeto moderno, não no espaço vertical da história oficial. Não sei se convenci, mas O Orientador gostou.
O 1º professor
A palavra foi passada ao professor convidado, Mohammed. Confesso que eu estava com um pouco de medo dele, pois não o conhecia. Ele tinha sido super simpático quando entreguei a cópia, quando chegou na Uerj e talz, mas sabe-se lá se era doido, né?
Bom, se é doido continuo não sabendo, mas foi super fofo, fofíssimo. Disse que não tinha problema ter entregue o volume em cima da hora, pois a vida é corrida e mesmo que eu tivesse entregado com um mês de antecedência ele só ia ler naquela semana mesmo. Não foi gentil?
Disse que mesmo que não tivesse lido, minha apresentação cobriu toda a dissertação e que ele via o entusiasmo no brilho dos meus olhos enquanto eu falava. Sim, eu amo minha pesquisa. Olha que eu nem contei pra ele que me emociono e choro quando releio porque quase não acredito que fui eu que escrevi aquela lindeza toda.
Ele afirmou que gostou muito da minha dissertação e que escrevo muito bem. Pra minha surpresa, contou que a dissertação de mestrado dele teve um tema e recorte semelhantes ao meu.
Ele fez algumas considerações, comentou que por ele eu teria começado logo pelas entrevistas e diários de campo, deixando a teoria pra depois. Fez algumas sugestões bibligráficas e questionou a ausência de bibliografia sobre espaço, uma vez que eu falava de espacialidade.
Expliquei falo do espaço do popular no cotidiano, mas não trabalho com a noção de espaço como território constituído e a ser defendido, mas com a espaço dotado de afetividad que se torna um lugar. Espaço pode ser qualquer porção de terreno, distância qualquer a ser percorrida, espaço indiferente. A partir do momento que criamos laços topofílicos com esse espaço ele se torna um lugar para nós e é com essa noção que eu trabalho. Falo de sentimento, afeto pelos lugares. Falo da mapa sensível, da cartografia emocional construída pelos usos que as pessoas fazem dos lugares no cotidiano e que imprime sentidos a esses lugares, os dotando de significados. Acho que ele ficou satisfeito e o restante da banca amou minha explicação.
A única pergunta que me fez foi "Mas onde está a Comunicação no seu trabalho". Oras, querido, a Comunicação está em todo lugar, tudo é Comunicação. Tá, respondi de maneira mais educada e convicente, eu acho. ;)
A palavra foi passada ao professor convidado, Mohammed. Confesso que eu estava com um pouco de medo dele, pois não o conhecia. Ele tinha sido super simpático quando entreguei a cópia, quando chegou na Uerj e talz, mas sabe-se lá se era doido, né?
Bom, se é doido continuo não sabendo, mas foi super fofo, fofíssimo. Disse que não tinha problema ter entregue o volume em cima da hora, pois a vida é corrida e mesmo que eu tivesse entregado com um mês de antecedência ele só ia ler naquela semana mesmo. Não foi gentil?
Disse que mesmo que não tivesse lido, minha apresentação cobriu toda a dissertação e que ele via o entusiasmo no brilho dos meus olhos enquanto eu falava. Sim, eu amo minha pesquisa. Olha que eu nem contei pra ele que me emociono e choro quando releio porque quase não acredito que fui eu que escrevi aquela lindeza toda.
Ele afirmou que gostou muito da minha dissertação e que escrevo muito bem. Pra minha surpresa, contou que a dissertação de mestrado dele teve um tema e recorte semelhantes ao meu.
Ele fez algumas considerações, comentou que por ele eu teria começado logo pelas entrevistas e diários de campo, deixando a teoria pra depois. Fez algumas sugestões bibligráficas e questionou a ausência de bibliografia sobre espaço, uma vez que eu falava de espacialidade.
Expliquei falo do espaço do popular no cotidiano, mas não trabalho com a noção de espaço como território constituído e a ser defendido, mas com a espaço dotado de afetividad que se torna um lugar. Espaço pode ser qualquer porção de terreno, distância qualquer a ser percorrida, espaço indiferente. A partir do momento que criamos laços topofílicos com esse espaço ele se torna um lugar para nós e é com essa noção que eu trabalho. Falo de sentimento, afeto pelos lugares. Falo da mapa sensível, da cartografia emocional construída pelos usos que as pessoas fazem dos lugares no cotidiano e que imprime sentidos a esses lugares, os dotando de significados. Acho que ele ficou satisfeito e o restante da banca amou minha explicação.
A única pergunta que me fez foi "Mas onde está a Comunicação no seu trabalho". Oras, querido, a Comunicação está em todo lugar, tudo é Comunicação. Tá, respondi de maneira mais educada e convicente, eu acho. ;)
A defesa
Local: Sala RAV 102 da Uerj
Horário: 19 horas
Título do trabalho: "Comunicação e Cultura Popular – A trajetória dos lugares através do samba"
Banca Examinadora: Professores Doutores João Maia, vulgo O Orientador, João Baptista Ferreira de Mello, do Departamento de Geografia da UERJ, e Mohammed ElHajji, da ECO-UFRJ.
Começamos com um pequeno atraso. O Orientador abriu os trabalhos e me passou a palavra. Agradeci a presença da banca, pedi desculpas por ter entregue a dissertação com tão pouca antedência e comecei a falar. Estava nervosíssima e, depois de uns dois minutos, começou a me dar o tal do "branco" de novo. Parei de falar, olhei meu roteiro no bloco. Botei déis merréis no viado e mandei ver. Desandei a falar de uma maneira que nem eu imaginava, expliquei a dissertação inteira, fazendo caras e bocas, gesticulando. Parei quando vi a cara de "Chega" de O Orientador. Confesso que depois do nervosismo inicial fiquei totalmente à vontade, falei como falo em mesa de bar.
Local: Sala RAV 102 da Uerj
Horário: 19 horas
Título do trabalho: "Comunicação e Cultura Popular – A trajetória dos lugares através do samba"
Banca Examinadora: Professores Doutores João Maia, vulgo O Orientador, João Baptista Ferreira de Mello, do Departamento de Geografia da UERJ, e Mohammed ElHajji, da ECO-UFRJ.
Começamos com um pequeno atraso. O Orientador abriu os trabalhos e me passou a palavra. Agradeci a presença da banca, pedi desculpas por ter entregue a dissertação com tão pouca antedência e comecei a falar. Estava nervosíssima e, depois de uns dois minutos, começou a me dar o tal do "branco" de novo. Parei de falar, olhei meu roteiro no bloco. Botei déis merréis no viado e mandei ver. Desandei a falar de uma maneira que nem eu imaginava, expliquei a dissertação inteira, fazendo caras e bocas, gesticulando. Parei quando vi a cara de "Chega" de O Orientador. Confesso que depois do nervosismo inicial fiquei totalmente à vontade, falei como falo em mesa de bar.
O ensaio
Comecei a assitir à defesa de Isa, enquanto ela falava fui escrevendo o roteiro da minha apresentação. Quando Vicente chegou saí para ensaiar com ele, Vavs chegou e também participou da audiência. Lá pela metade eu já tava tão nervosa que não lembrava mais nada, desisti e fomos pra RAV. Nisso Isa já estava ouvindo o "aprovada".
Foi bom o ensaio, deu um pouco de segurança, mas na hora claro que esqueci tudo que tinha dito antes.
Comecei a assitir à defesa de Isa, enquanto ela falava fui escrevendo o roteiro da minha apresentação. Quando Vicente chegou saí para ensaiar com ele, Vavs chegou e também participou da audiência. Lá pela metade eu já tava tão nervosa que não lembrava mais nada, desisti e fomos pra RAV. Nisso Isa já estava ouvindo o "aprovada".
Foi bom o ensaio, deu um pouco de segurança, mas na hora claro que esqueci tudo que tinha dito antes.
A indumentária
O Orientador tava chiquerésimo, como sempre. Com uma camisa branca com listras em tons claros e flores bordadas no bolso e na pala das costas. Luxo só.
Modéstia à parte, eu também estava muito bem. Eu tinha comprado uma saia nova pra usar na defesa desde fevereiro. Acabou que ontem não acordei com um "astral saia". Mandei minha calça jeans escuro de todas as sextas, uma bata branca e allstar preto. Confesso é a mesma bata branca linda de morrer que a Narinha me deu de presente de aniversário ano passado e que usei no exame de qualificação. Completei o visual com meus brincões que fazem barulho quando mexo a cabeça (OO fica hipnotizado por esse brincos) e um fio de canutilhos vermelhos enrolado no pulso direito. Ah, meias vermelhas também.
Como comentei com OO, sou uma mulher de detalhes, sabe, não é qualquer um que repara. ;)
O Orientador tava chiquerésimo, como sempre. Com uma camisa branca com listras em tons claros e flores bordadas no bolso e na pala das costas. Luxo só.
Modéstia à parte, eu também estava muito bem. Eu tinha comprado uma saia nova pra usar na defesa desde fevereiro. Acabou que ontem não acordei com um "astral saia". Mandei minha calça jeans escuro de todas as sextas, uma bata branca e allstar preto. Confesso é a mesma bata branca linda de morrer que a Narinha me deu de presente de aniversário ano passado e que usei no exame de qualificação. Completei o visual com meus brincões que fazem barulho quando mexo a cabeça (OO fica hipnotizado por esse brincos) e um fio de canutilhos vermelhos enrolado no pulso direito. Ah, meias vermelhas também.
Como comentei com OO, sou uma mulher de detalhes, sabe, não é qualquer um que repara. ;)
A exclusiva pré-defesa
Tinha pedido a O Orientador uma reunião de orientação exclusiva antes da minha defesa. Marcamos na Uerj às 15h, para almoçarmos juntos e conversarmos até a hora da defesa da cálega Isadora, às 17h30.
Cheguei às 15h30 e ele já me esculhambou "é uma uerjana mesmo, nunca menos de meia hora de atraso e nem pede desculpas!". Cai na gargalhada. Atravessamos a rua e fomos almoçar um PF simpaticíssimo no Rio 40º Graus. Nos tempos da graduação, esse bar se chamava Campanário e era conhecido entre a gente como Azulzinho, pela cor das paredes. Era um pé sujo safado com cerveja de garrafa onde bebíamos depois da aula. Pois é, era. Agora tem ar condicionado e o banheiro tá um luxus. Como nada é perfeito tem TVs ligadas o tempo todo e o chope é NovaSchin.
Eu pedi uma coca light e OO um chope. Fomos comendo e conversando. De repente ele faz aquela cara debochada e fala em tom de bronca "que orientação que nada, você não quer saber nada, queria só olhar pra minha cara!". Sim, é verdade, O Orientador me acalma e me transmite confiança. Mas eu tinha umas duas ou três perguntas sim.
Quando ele pediu o 4º chope eu larguei de frescura e pedi um também. Quatro calderetas depois fomos alegrinhos toda vida pra defesa de menina Isa.
Tinha pedido a O Orientador uma reunião de orientação exclusiva antes da minha defesa. Marcamos na Uerj às 15h, para almoçarmos juntos e conversarmos até a hora da defesa da cálega Isadora, às 17h30.
Cheguei às 15h30 e ele já me esculhambou "é uma uerjana mesmo, nunca menos de meia hora de atraso e nem pede desculpas!". Cai na gargalhada. Atravessamos a rua e fomos almoçar um PF simpaticíssimo no Rio 40º Graus. Nos tempos da graduação, esse bar se chamava Campanário e era conhecido entre a gente como Azulzinho, pela cor das paredes. Era um pé sujo safado com cerveja de garrafa onde bebíamos depois da aula. Pois é, era. Agora tem ar condicionado e o banheiro tá um luxus. Como nada é perfeito tem TVs ligadas o tempo todo e o chope é NovaSchin.
Eu pedi uma coca light e OO um chope. Fomos comendo e conversando. De repente ele faz aquela cara debochada e fala em tom de bronca "que orientação que nada, você não quer saber nada, queria só olhar pra minha cara!". Sim, é verdade, O Orientador me acalma e me transmite confiança. Mas eu tinha umas duas ou três perguntas sim.
Quando ele pediu o 4º chope eu larguei de frescura e pedi um também. Quatro calderetas depois fomos alegrinhos toda vida pra defesa de menina Isa.
É festa!
A comemoração segue hoje à noite, no RioCenaContemporânea, na gare da Leopoldina. Vai rolar um balacobaco e meu amigo DJ Cris vai tocar. Eu vou e vocês estão todos convidados.
Como sou uma locomotiva social, amanhã continuo comemorando no Teatro Odisséia, onde vai tocar meu outro amigo, DJ Valente. Quem quiser ir sabe onde fica, te vejo lá.
A comemoração segue hoje à noite, no RioCenaContemporânea, na gare da Leopoldina. Vai rolar um balacobaco e meu amigo DJ Cris vai tocar. Eu vou e vocês estão todos convidados.
Como sou uma locomotiva social, amanhã continuo comemorando no Teatro Odisséia, onde vai tocar meu outro amigo, DJ Valente. Quem quiser ir sabe onde fica, te vejo lá.
quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Delícia
Olhem que coisa rica, milionária que está o Joãozinho, ex-João Vitor, rebatizado J. Floyd. Sim é aquele bebezudo que apareceu madrugada dessas, choroso e dengoso, na minha porta.
Depois de ser adotado e devolvido, teve não um final, mas um começo feliz, com uma família que o mereceu. Ele é o 5º filho felino da minha amiga Bela, Belíssima! Ela é doida de pedra, como convém a todas as pessoas de bom senso: leva gato à praia. Adorei.
Olha que felicidade as notícias que ela me mandou dele. Fiquei toda boba, chorei rindo sozinha. Que bom saber que essa coisinha tem uma família linda e é amado. Ah, e meu afilhado narizinho de tijolo continua mamando paninho!
Caraca! O Joao Floyd tah goooooooooooordo feito um porquinho. E mamar ele mama na gente, largou do paninho pq gente eh mais gostoso...hahahahahah! Só o chato do meu marido que nao deixa o menino mamar na camisa dele, pq "infantiliza o gato". Tá, eu vou desinfantilizar meu marido em dois segundos, jogando fora os CDs de joguinhos de computador dele...Palhacinho Chips...
O Floyd OPRIME minha prima com isso de mamar...hahahaha... tem que ver... às vezes tou na sala e escuto os dois discutindo... ele: miau miau purrrnhau ... ela: pô, Floyd, vc babou minha camisa, pô, Floyd, faz isso com meu short não... ahahuahauhua... parecem dois irmãos mesmo...
Ele faz a maior bagunça, e eu acho o maior barato... pior é a minha ex-aluna que esteve aqui e disse que ele tem o olhar do Puss in Boots do Shrek 2.. E é verdade, tem mesmo!!! :D
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Momento "O mundo é estranho"
Fernanda Rena deixou um comentários por aqui avisando que tinha me incluído/indicado/convidado/metido numa furada de uma corrente de blogueiros. Na correria da disserta eu já tinha até esquecido. Disserta
concluída, vou flanar pelos blogs pra distrair as idéias. Tô lá comentando no 3x4Colorido e vejo o mesmo comentário. Bateu a curiosidade e fui lá olhar que porra era essa.
Nosso amigo Andreh Sociólogo Bípede meteu ela na roubada e ela me repassou a função de fazer um post contando seis fatos aleatórios da minha vida e convidar outros seis blogueiros. Babe, o que foi que eu ainda não contei aqui? Bom, eu sei o que ainda não contei aqui, embora vocês não saibam, mas se não contei é porque não é pra contar! Oras, se eu contar tudo quem vai comprar meu livro de memórias?
Fernanda contou que não tem cabelos brancos. Eu os tenho desde os 13 anos.
Ela começou a freqüentar boates aos 13. Eu também.
Teve uma fase metaleira. Tive uma fase e um marido anarcopunk.
Ela escreve diário, suponho que de papel. Já escrevi, hoje me contento com blog.
Ela já morou em quatro lugares. Eu em 11, se não esqueci nenhum. Sendo que em dois desses morei duas vezes.
Ela bebe sozinha em casa. Prefiro beber acompanhada na rua, mas também não dispenso um "aperitivo" pra relaxar.
Servem essas revelações, Fernanda? Acho que não, né? Tinha que ser aleatório, esses são resposta aos seus. Se eu não conseguir dormir hoje vou pensar em seis fatos exóticos pra contar.
Fernanda Rena deixou um comentários por aqui avisando que tinha me incluído/indicado/convidado/metido numa furada de uma corrente de blogueiros. Na correria da disserta eu já tinha até esquecido. Disserta
concluída, vou flanar pelos blogs pra distrair as idéias. Tô lá comentando no 3x4Colorido e vejo o mesmo comentário. Bateu a curiosidade e fui lá olhar que porra era essa.
Nosso amigo Andreh Sociólogo Bípede meteu ela na roubada e ela me repassou a função de fazer um post contando seis fatos aleatórios da minha vida e convidar outros seis blogueiros. Babe, o que foi que eu ainda não contei aqui? Bom, eu sei o que ainda não contei aqui, embora vocês não saibam, mas se não contei é porque não é pra contar! Oras, se eu contar tudo quem vai comprar meu livro de memórias?
Fernanda contou que não tem cabelos brancos. Eu os tenho desde os 13 anos.
Ela começou a freqüentar boates aos 13. Eu também.
Teve uma fase metaleira. Tive uma fase e um marido anarcopunk.
Ela escreve diário, suponho que de papel. Já escrevi, hoje me contento com blog.
Ela já morou em quatro lugares. Eu em 11, se não esqueci nenhum. Sendo que em dois desses morei duas vezes.
Ela bebe sozinha em casa. Prefiro beber acompanhada na rua, mas também não dispenso um "aperitivo" pra relaxar.
Servem essas revelações, Fernanda? Acho que não, né? Tinha que ser aleatório, esses são resposta aos seus. Se eu não conseguir dormir hoje vou pensar em seis fatos exóticos pra contar.
A minha homenagem
Também quero agradecer aos meus amores Tutti, Nina, Mimi e Lillo por fazerem minha vida mais feliz, meus dias mais alegres, por me darem motivo pra levantar da cama todos dias e vontade de voltar para casa todas as noites. Obrigada por me amarem do jeito que eu sou, de me ensinarem generosidade, desapego, entrega, paciência, perseverança e, acima de tudo, amor incondicional.
Mas quero agradecer acima de tudo ao meu amor eterno, meu maior amor, Shaisha. No dia 18 de setembro fez três anos que meu gatão amarelo me deixou, depois de quase 17 anos de convivência. Shaisha morreu no meu colo. Nunca vai existir um gato como Shaisha e eu nunca vou deixar de amar meu gatão amarelo. Hoje acordei e lembrei dele, chorei e fui coçar gatão Tutti, aquela coisa gostosa da barriga peluda morena que sempre me consola. Depois lembrei que hoje era Dia dos Animais.
Shaisha me ensinou várias lições, ele não gostava de colo nem de muito carinho, era um gato na dele, "durinho", como diz minha irmã. Mesmo não nos deixando fazer muita festa sempre soubemos que ele nos amava infinitamente, nunca houve dúvida disso.
Tínhamos que conter nossos ímpetos de apertar ele, de beijar, pegar no colo. Assim, mesmo sendo muito novas, aprendemos a aceitar e respeitar a personalidade do outro, aprendemos que não podíamos fazer valer nossa vontade pela força, aprendemos a domar nossos ímpetos. Shaisha nos ensinou que não podíamos tudo. Tínhamos que conquistar a atenção de Shaisha todos os dias, com sua altivez dura nosso gatão amarelo nos ensinou que o amor vale mais que a força.
Hoje quero lembrar também dos meus primeiros gatinhos: um frajola pelo curto chamado Tutti-fruti e um peludão azul chamado Hortelã, com os olhos verdes mais lindos que já vi. Viveram pouco tempo comigo e não sei qual foi o destino deles, espero que não tenha sido duro demais. Eu era muito pequena para protegê-los, mas sempre os amarei também. Sei que um dia todos reuniremos do outro lado da Ponte do Arco-íris.
Também quero agradecer aos meus amores Tutti, Nina, Mimi e Lillo por fazerem minha vida mais feliz, meus dias mais alegres, por me darem motivo pra levantar da cama todos dias e vontade de voltar para casa todas as noites. Obrigada por me amarem do jeito que eu sou, de me ensinarem generosidade, desapego, entrega, paciência, perseverança e, acima de tudo, amor incondicional.
Mas quero agradecer acima de tudo ao meu amor eterno, meu maior amor, Shaisha. No dia 18 de setembro fez três anos que meu gatão amarelo me deixou, depois de quase 17 anos de convivência. Shaisha morreu no meu colo. Nunca vai existir um gato como Shaisha e eu nunca vou deixar de amar meu gatão amarelo. Hoje acordei e lembrei dele, chorei e fui coçar gatão Tutti, aquela coisa gostosa da barriga peluda morena que sempre me consola. Depois lembrei que hoje era Dia dos Animais.
Shaisha me ensinou várias lições, ele não gostava de colo nem de muito carinho, era um gato na dele, "durinho", como diz minha irmã. Mesmo não nos deixando fazer muita festa sempre soubemos que ele nos amava infinitamente, nunca houve dúvida disso.
Tínhamos que conter nossos ímpetos de apertar ele, de beijar, pegar no colo. Assim, mesmo sendo muito novas, aprendemos a aceitar e respeitar a personalidade do outro, aprendemos que não podíamos fazer valer nossa vontade pela força, aprendemos a domar nossos ímpetos. Shaisha nos ensinou que não podíamos tudo. Tínhamos que conquistar a atenção de Shaisha todos os dias, com sua altivez dura nosso gatão amarelo nos ensinou que o amor vale mais que a força.
Hoje quero lembrar também dos meus primeiros gatinhos: um frajola pelo curto chamado Tutti-fruti e um peludão azul chamado Hortelã, com os olhos verdes mais lindos que já vi. Viveram pouco tempo comigo e não sei qual foi o destino deles, espero que não tenha sido duro demais. Eu era muito pequena para protegê-los, mas sempre os amarei também. Sei que um dia todos reuniremos do outro lado da Ponte do Arco-íris.
Dia dos animais
Hoje é dia de São Francisco de Assis, protetor dos animais. Por isso também é comemorado o dia dessas criaturas maravilhosas que existem para garantir que qualquer humano, por pior que seja, tenha direito a ter um amigo. Recebi inúmeros e-mails emocionantes dos meus companheiros de causa, das gateiras, dos ailurófilos assumidos em geral.
Recebi a legislação de proteção aos animais, a vida de São Francisco de Assis, testemunhos, poesias. Mas a mensagem com a qual mais me identifiquei, que me fez chorar foi a da Cris, de Campinas. Reproduzo abaixo.
"Minha homenagem aos meus filhinhos"
Eu não tenho palavras para expressar a minha paixão pelos meus gatinhos. Eles me ensinaram mais coisas que todos os livros que eu li e todas as pessoas com as quais convivi não conseguiram me ensinar numa vida inteira.
Eles me ensinaram que o simples é mais gostoso.
Que os sofás servem mais para arranhar do que para sentar.
Que os bibelôs são mais legais quebrados no chão do que inteiros no móvel.
Que brincar e dormir são as coisas mais gostosas do mundo.
Que dormir juntinho pode ser delicioso.
Que ver os passarinhos na janela pode ser um bom passatempo.
Que pular em cima das pessoas às 5 horas da manhã é divertido.
Mas que, principalmente, amar e ser amado é tudo de booooooom!!!!!
Tenha animais. E sinta todo o amor e gratidão que um ser vivo possa ter por você.
Tenha animais, mas seja responsável. Cuide dele sem desrespeitá-lo.
Castre-o. Há muitos animais abandonados por aí e poucos lares para acolhê-los.
Não permita que façam mal a ele, não permita que o envenenem, machuquem, atropelem. Mantenha-o dentro de casa e seguro.
Seja responsável e desfrute da companhia de um ser que te ama incondicionalmente, do jeito dele.
Obrigada Nina, Teca, Nala, Sandy, Jolly e Debbie por fazerem dos meus dias mais iluminados, mais gostosos, mais gratificantes. Vocês são, com certeza, uma das minhas maiores razões para continuar vivendo. Sou muito grata mesmo.
Aprendi e aprendo muito com vocês todos os dias.
Mamãe Cris
Hoje é dia de São Francisco de Assis, protetor dos animais. Por isso também é comemorado o dia dessas criaturas maravilhosas que existem para garantir que qualquer humano, por pior que seja, tenha direito a ter um amigo. Recebi inúmeros e-mails emocionantes dos meus companheiros de causa, das gateiras, dos ailurófilos assumidos em geral.
Recebi a legislação de proteção aos animais, a vida de São Francisco de Assis, testemunhos, poesias. Mas a mensagem com a qual mais me identifiquei, que me fez chorar foi a da Cris, de Campinas. Reproduzo abaixo.
"Minha homenagem aos meus filhinhos"
Eu não tenho palavras para expressar a minha paixão pelos meus gatinhos. Eles me ensinaram mais coisas que todos os livros que eu li e todas as pessoas com as quais convivi não conseguiram me ensinar numa vida inteira.
Eles me ensinaram que o simples é mais gostoso.
Que os sofás servem mais para arranhar do que para sentar.
Que os bibelôs são mais legais quebrados no chão do que inteiros no móvel.
Que brincar e dormir são as coisas mais gostosas do mundo.
Que dormir juntinho pode ser delicioso.
Que ver os passarinhos na janela pode ser um bom passatempo.
Que pular em cima das pessoas às 5 horas da manhã é divertido.
Mas que, principalmente, amar e ser amado é tudo de booooooom!!!!!
Tenha animais. E sinta todo o amor e gratidão que um ser vivo possa ter por você.
Tenha animais, mas seja responsável. Cuide dele sem desrespeitá-lo.
Castre-o. Há muitos animais abandonados por aí e poucos lares para acolhê-los.
Não permita que façam mal a ele, não permita que o envenenem, machuquem, atropelem. Mantenha-o dentro de casa e seguro.
Seja responsável e desfrute da companhia de um ser que te ama incondicionalmente, do jeito dele.
Obrigada Nina, Teca, Nala, Sandy, Jolly e Debbie por fazerem dos meus dias mais iluminados, mais gostosos, mais gratificantes. Vocês são, com certeza, uma das minhas maiores razões para continuar vivendo. Sou muito grata mesmo.
Aprendi e aprendo muito com vocês todos os dias.
Mamãe Cris
Conclusão
Após uma troca de e-mails com minha Narinha chegamos a uma conclusão bombástica. Que o mundo é estranho já temos certeza há muito, mas agora também somos obrigadas a admitir que dignidade e bom senso é luxo para poucos.
Após uma troca de e-mails com minha Narinha chegamos a uma conclusão bombástica. Que o mundo é estranho já temos certeza há muito, mas agora também somos obrigadas a admitir que dignidade e bom senso é luxo para poucos.
O que será (À flor da pele)
Chico Buarque
O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita
O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite
O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores me vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus nervos estão a rogar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo
Chico Buarque
O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita
O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite
O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores me vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus nervos estão a rogar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo
Gente que nem a gente
Toda hora alguém me pergunta se estou nervosa com a defesa. Respondo que nervosa não, mas ansiosa. Aí ouço "ah, não, você nervosa não!" ou "você nervosa? Rá! Nem te imagino nervosa". Só porque sou malcriada, desbocada, tenho um senso crítico agudo e, digamos assim, sou uma mulherzinha intragável não quer dizer que eu não fique nervosa. Sou que nem todo mundo, oras. Eu fico nervosa/ansiosa sim. Também choro, dou gargalhada, tenho medo e faço cocô que nem todo mundo.
Toda hora alguém me pergunta se estou nervosa com a defesa. Respondo que nervosa não, mas ansiosa. Aí ouço "ah, não, você nervosa não!" ou "você nervosa? Rá! Nem te imagino nervosa". Só porque sou malcriada, desbocada, tenho um senso crítico agudo e, digamos assim, sou uma mulherzinha intragável não quer dizer que eu não fique nervosa. Sou que nem todo mundo, oras. Eu fico nervosa/ansiosa sim. Também choro, dou gargalhada, tenho medo e faço cocô que nem todo mundo.
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
Hoje eu quero
Quero meus gatinhos. Quero coçar, afofar, escovar e brincar com aquelas coisas ricas. Sou milionária porque tenho quatro coisas riquíssimas.
Quero conversar com as bonequinhas de palito que moram numa caixinha de madeira que a Camila me deu de presente. Eu conto meus problemas para elas e as guardo embaixo do travesseiro. Quando eu acordo o problema já está resolvido pelas bonequinhas e posso guardá-las na caixinha. Um problema por boneca, portanto não posso ter mais do que seis problemas por noite. Foi o melhor presente que já ganhei na vida. As bonquinhas sabem de todos os meus problemas.
Quero beber vinho tinto e ir dormir de pilequinho pra não pensar. Acho que não tenho vinho em casa, mas tenho champagne, vai servir.
Quero meus gatinhos. Quero coçar, afofar, escovar e brincar com aquelas coisas ricas. Sou milionária porque tenho quatro coisas riquíssimas.
Quero conversar com as bonequinhas de palito que moram numa caixinha de madeira que a Camila me deu de presente. Eu conto meus problemas para elas e as guardo embaixo do travesseiro. Quando eu acordo o problema já está resolvido pelas bonequinhas e posso guardá-las na caixinha. Um problema por boneca, portanto não posso ter mais do que seis problemas por noite. Foi o melhor presente que já ganhei na vida. As bonquinhas sabem de todos os meus problemas.
Quero beber vinho tinto e ir dormir de pilequinho pra não pensar. Acho que não tenho vinho em casa, mas tenho champagne, vai servir.
Eu deveria estar feliz
Quando estava indo entregar as cópias para os professores da banca estava agitadíssima, ansiosa. Tava um mega engarrafamento por causa da chuva e cada um deles mora de um lado da cidade.
Imprime, encaderna, pega ônibus e fica presa no engarrafamento, anda como corna e toca interfone. Professor que eu não conhecia desce - até simpático - pega seu volume e me deseja boa sorte. Fofo.
Anda como corna no caminho inverso, pega ônibus e engarrafamento da porra, pega Metrô, sobe escada, se perde, liga para o celular do professor e descobre que está em frente a casa dele. Ele não está e a criada já foi, mas tinha avisado pra "jogar na varanda" - esse é meu amigo e tem intimidade pra dar essas instruções exóticas. O volume não passa na grade. Dobra o volume, que é parrudinho, e joga pela grade tentando não deixar sair do envelope e jogar bem no fundo da varanda, pra não molhar se chovesse de vento. Foi, foda-se.
Anda de volta, pega Metrô, anda como corna e chega no trabalho com 3 singelas horas de atraso e os pés doendo.
Acho que eu deveria estar feliz por ter conseguido completar todas as etapas da gincana e encerrado essa etapa. Ou pelo menos deveria estar aliviada. Só que estou sei lá, entende? Quase triste. Quero ir para casa chorar na minha cama.
Quando estava indo entregar as cópias para os professores da banca estava agitadíssima, ansiosa. Tava um mega engarrafamento por causa da chuva e cada um deles mora de um lado da cidade.
Imprime, encaderna, pega ônibus e fica presa no engarrafamento, anda como corna e toca interfone. Professor que eu não conhecia desce - até simpático - pega seu volume e me deseja boa sorte. Fofo.
Anda como corna no caminho inverso, pega ônibus e engarrafamento da porra, pega Metrô, sobe escada, se perde, liga para o celular do professor e descobre que está em frente a casa dele. Ele não está e a criada já foi, mas tinha avisado pra "jogar na varanda" - esse é meu amigo e tem intimidade pra dar essas instruções exóticas. O volume não passa na grade. Dobra o volume, que é parrudinho, e joga pela grade tentando não deixar sair do envelope e jogar bem no fundo da varanda, pra não molhar se chovesse de vento. Foi, foda-se.
Anda de volta, pega Metrô, anda como corna e chega no trabalho com 3 singelas horas de atraso e os pés doendo.
Acho que eu deveria estar feliz por ter conseguido completar todas as etapas da gincana e encerrado essa etapa. Ou pelo menos deveria estar aliviada. Só que estou sei lá, entende? Quase triste. Quero ir para casa chorar na minha cama.
domingo, 1 de outubro de 2006
Sem agenda
Meu celular está no conserto desde sexta. Leva sete dias úteis só pra sair o "laudo" do "especialista". Bom, eu diria pra ele na mesma hora "descolou o revestimento", mas parece que ele quer descobrir sozinho e leva sete dias úteis pra isso. Paciência.
Tô com um aparelho emprestado, mas a agenda morreu. Logo vocês podem me ligar no número de sempre, mas só estou ligando para quem sei o número de cabeça - poucos. Bom, talvez não seja ruim, acho que vou economizar uma grana na conta de celular esse mês.
Meu celular está no conserto desde sexta. Leva sete dias úteis só pra sair o "laudo" do "especialista". Bom, eu diria pra ele na mesma hora "descolou o revestimento", mas parece que ele quer descobrir sozinho e leva sete dias úteis pra isso. Paciência.
Tô com um aparelho emprestado, mas a agenda morreu. Logo vocês podem me ligar no número de sempre, mas só estou ligando para quem sei o número de cabeça - poucos. Bom, talvez não seja ruim, acho que vou economizar uma grana na conta de celular esse mês.
Confesso que dormi
Esse fim de semana quase não fiz nada. Dormi e muito: eu tava precisada.
Ontem saí de casa apenas pra comer empadas de palmito com coca light à guisa de almoço e hoje fui cumprir meu dever cívico.
Pra ser sincera nem blogar me animou muito. Tô aqui esperando um e-mail, quando ele chegar vou dormir. Sim, tenho muita coisa pra blogar, mas estou cansada e sem disposição. Tantos posts por fazer e tão pouca animação. Se antes me faltava tempo, agora me sobra sono.
Esse fim de semana quase não fiz nada. Dormi e muito: eu tava precisada.
Ontem saí de casa apenas pra comer empadas de palmito com coca light à guisa de almoço e hoje fui cumprir meu dever cívico.
Pra ser sincera nem blogar me animou muito. Tô aqui esperando um e-mail, quando ele chegar vou dormir. Sim, tenho muita coisa pra blogar, mas estou cansada e sem disposição. Tantos posts por fazer e tão pouca animação. Se antes me faltava tempo, agora me sobra sono.
Falta poucoBom, agora só falta eu ter paciência pra botar força na peruca teórica na conclusão. Pretendia fazer isso hoje, mas confesso que tirei o dia para dormir. Amanhã, quando eu chegar da minha zona eleitoral, faço isso. Se não tiver saco também tudo bem, estou preparada psicologicamente pra ouvir "achei que você poderia ter usado mais os autores na conclusão".
Aí é só imprimir e na segunda de manhã levar na casa dos professores da banca. Ah, falta O Orientador me passar o endereço do novo componente.
Aí é só imprimir e na segunda de manhã levar na casa dos professores da banca. Ah, falta O Orientador me passar o endereço do novo componente.
A banca soberana
Pois é, a banca já está na terceira formação, mas acho que agora vai. Como tava super em cima da hora, O Orientador convidou um professor amigo dele que eu nunca vi mais gordo (ou magro, sei lá). Dizem que é super gente boa, até não duvido, mas não posso dar testemunho de fé pros irmãos. Aí eu faço a pergunta idiota para O Orientador "Ele é legal?"
– Éééé....
– É seu amigo?
– É.
– Não vai me humilhar?
– Não, alguém te humilhou na qualificação? Então, vai ser informal, tranquilo, também.
– A qualificação era diferente, era o Ricardo na banca, que eu conheço.
– Olha, eu nunca vi o XXXX em banca, mas ele sempre gosta do que eu escrevo.
– Nunca viu? Nunca viu? E eu vou ser a cobaia? E se ele me humilhar?
Gargalhadas de O Orientador indo pegar um cigarro e cagando pro meu chilique.
Pois é, a banca já está na terceira formação, mas acho que agora vai. Como tava super em cima da hora, O Orientador convidou um professor amigo dele que eu nunca vi mais gordo (ou magro, sei lá). Dizem que é super gente boa, até não duvido, mas não posso dar testemunho de fé pros irmãos. Aí eu faço a pergunta idiota para O Orientador "Ele é legal?"
– Éééé....
– É seu amigo?
– É.
– Não vai me humilhar?
– Não, alguém te humilhou na qualificação? Então, vai ser informal, tranquilo, também.
– A qualificação era diferente, era o Ricardo na banca, que eu conheço.
– Olha, eu nunca vi o XXXX em banca, mas ele sempre gosta do que eu escrevo.
– Nunca viu? Nunca viu? E eu vou ser a cobaia? E se ele me humilhar?
Gargalhadas de O Orientador indo pegar um cigarro e cagando pro meu chilique.
Os preparativos
Sexta de manhã levei "o volume" na casa de O Orientador. Sexta à noite ele me ligou: já havia lido e o texto estava aprovado, (quase) sem necessidade de alterações.
– Se você tivesse me entregadado isso há dois meses eu ia mandar você incluir um monte de coisas que eu sei que você sabe mas não usou não sei porque. Mas a essa altura tá bom. É como você disse, cada vez que a gente lê quer melhorar, então chega.
– Não precisa mudar nada?
– Bom, seria bom se fosse usasse mais os autores na conclusão.
– Eu não tava a fim, tava cansada. Vou ver se coloco mais alguma coisa.
– Seria bom.
– Mas não faz feio do jeito que tá?
– Nãããão!
Eu amo O Orientador.
Já pedi uma exclusiva antes da defesa, pra ele me preparar e eu me acalmar. Ele cuida de mim.
Sexta de manhã levei "o volume" na casa de O Orientador. Sexta à noite ele me ligou: já havia lido e o texto estava aprovado, (quase) sem necessidade de alterações.
– Se você tivesse me entregadado isso há dois meses eu ia mandar você incluir um monte de coisas que eu sei que você sabe mas não usou não sei porque. Mas a essa altura tá bom. É como você disse, cada vez que a gente lê quer melhorar, então chega.
– Não precisa mudar nada?
– Bom, seria bom se fosse usasse mais os autores na conclusão.
– Eu não tava a fim, tava cansada. Vou ver se coloco mais alguma coisa.
– Seria bom.
– Mas não faz feio do jeito que tá?
– Nãããão!
Eu amo O Orientador.
Já pedi uma exclusiva antes da defesa, pra ele me preparar e eu me acalmar. Ele cuida de mim.
Medo, para que te quero?
Já passei por uma fase de piripaques, umas crises de choro e uns ataques de medo. Agora quero simplesmente que seja sexta-feira, dia 6, e eu tenha sido aprovada.
Como nunca ouvi falar de ninguém que tenha sido reprovada em defesa de dissertação, não acredito que eu vá ser a primeira. Posso ser humilhada, mas confesso que não estou mais nem aí. Se a banca me chamar de cachorra eu respondo "auau". Se me esculhambem eu faço cara de paisagem e respondo "eu concordo com a observação do professor, realmente não havia me ocorrido. Vou anotar para um possível doutorado no futuro".
MEDO, sim, sinto medo, mas não é um medão, é um medinho básico.
Já passei por uma fase de piripaques, umas crises de choro e uns ataques de medo. Agora quero simplesmente que seja sexta-feira, dia 6, e eu tenha sido aprovada.
Como nunca ouvi falar de ninguém que tenha sido reprovada em defesa de dissertação, não acredito que eu vá ser a primeira. Posso ser humilhada, mas confesso que não estou mais nem aí. Se a banca me chamar de cachorra eu respondo "auau". Se me esculhambem eu faço cara de paisagem e respondo "eu concordo com a observação do professor, realmente não havia me ocorrido. Vou anotar para um possível doutorado no futuro".
MEDO, sim, sinto medo, mas não é um medão, é um medinho básico.
Defesa marcada
Será na próxima quinta-feira, dia 5, às 19h30.
Acho que assistir defesa de dissertação não é exatamente a coisa mais divertida do mundo, principalmente para quem não faz mestrado, mas como o mundo é estranho várias creatura querem ir. Se você quer ir sinta-se convidadíssimo. É só me mandar um e-mail que eu digo o local exato.
Será na próxima quinta-feira, dia 5, às 19h30.
Acho que assistir defesa de dissertação não é exatamente a coisa mais divertida do mundo, principalmente para quem não faz mestrado, mas como o mundo é estranho várias creatura querem ir. Se você quer ir sinta-se convidadíssimo. É só me mandar um e-mail que eu digo o local exato.
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
Defesa da dissertação
É hoje não, ficou pro dia 5 de outubro. Tive que mudar um professor da banca e agora dependo de encontrar uma alma caridosa que aceite ler a dissertação no fim de semana. Só quando encontrar essa criatura vou confirmar o horário, afinal o bruto vai poder botar banca na banca e dizer que horas está disponível.
É hoje não, ficou pro dia 5 de outubro. Tive que mudar um professor da banca e agora dependo de encontrar uma alma caridosa que aceite ler a dissertação no fim de semana. Só quando encontrar essa criatura vou confirmar o horário, afinal o bruto vai poder botar banca na banca e dizer que horas está disponível.
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
terça-feira, 26 de setembro de 2006
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
domingo, 24 de setembro de 2006
Dias de potranca louca
Gente, meu horóscopo continua tentando me convencer que sou uma potranca louca e não apenas uma blogstar. Bom, se a conjunção astral é favorável, quem sou eu pra contrariar, né?
Momento de prazer e diversão
24/09 às 19:12h a 18/10 às 00:39h
Vênus na casa 5
Prazer: esta palavra curta e simples sintetiza perfeitamente o momento que vai de 24/09 (ontem) às 19:12h e 18/10 às 00:39h em sua vida, Roberta. Vênus em trânsito pela quinta casa astrológica sugere um período de festividades, de lazer, de romances e de sexo. É claro que não é apenas uma questão de se sentar e ficar esperando que tudo isso venha até você, e sim de aproveitar a maré do momento, que estará predispondo você a situações de prazer e de deleite.
Não perca a oportunidade de ir a festas, shows, eventos sociais. Neste divertido ciclo de Vênus, boas oportunidades podem surgir e você saberá usufruir delas. Tenha apenas atenção a um ponto especial: apaixonar-se por alguém neste momento é bem possível, mas lembre-se que você está numa fase naturalmente predisposta a paixões. Convém ir devagar, não se precipitar, esperar este ciclo passar e ver se o sentimento perdura. Muitas vezes aquilo que nos parece "amor" não passa de uma situação circunstancial, que tem mais a ver com o clima, com o dia...
De todo modo, Roberta, esta é uma fase para você aproveitar os prazeres da vida. Se jogue! Mas aprecie tudo com moderação...
Gente, meu horóscopo continua tentando me convencer que sou uma potranca louca e não apenas uma blogstar. Bom, se a conjunção astral é favorável, quem sou eu pra contrariar, né?
Momento de prazer e diversão
24/09 às 19:12h a 18/10 às 00:39h
Vênus na casa 5
Prazer: esta palavra curta e simples sintetiza perfeitamente o momento que vai de 24/09 (ontem) às 19:12h e 18/10 às 00:39h em sua vida, Roberta. Vênus em trânsito pela quinta casa astrológica sugere um período de festividades, de lazer, de romances e de sexo. É claro que não é apenas uma questão de se sentar e ficar esperando que tudo isso venha até você, e sim de aproveitar a maré do momento, que estará predispondo você a situações de prazer e de deleite.
Não perca a oportunidade de ir a festas, shows, eventos sociais. Neste divertido ciclo de Vênus, boas oportunidades podem surgir e você saberá usufruir delas. Tenha apenas atenção a um ponto especial: apaixonar-se por alguém neste momento é bem possível, mas lembre-se que você está numa fase naturalmente predisposta a paixões. Convém ir devagar, não se precipitar, esperar este ciclo passar e ver se o sentimento perdura. Muitas vezes aquilo que nos parece "amor" não passa de uma situação circunstancial, que tem mais a ver com o clima, com o dia...
De todo modo, Roberta, esta é uma fase para você aproveitar os prazeres da vida. Se jogue! Mas aprecie tudo com moderação...
Conclusão da noite
Entre uma revelação e outra chegamos a uma conclusão: V.P. pegou geral V.P. são as iniciais de um ex-namorado meu. Em poucos minutos de conversa percebemos que ele tinha pego praticamente todas as presentes e várias amigas nossas. E olha que o bruto nem é bonito...
Eu confesso, namorei oito meses com a criatura em priscas eras.
Entre uma revelação e outra chegamos a uma conclusão: V.P. pegou geral V.P. são as iniciais de um ex-namorado meu. Em poucos minutos de conversa percebemos que ele tinha pego praticamente todas as presentes e várias amigas nossas. E olha que o bruto nem é bonito...
Eu confesso, namorei oito meses com a criatura em priscas eras.
Hoje não estou bêbada!
Estou apenas bebinha. Juro que tentei, fui pra casa da minha amiga M.A. encontrar "as meninas do zezinho" e levei coca light. Hoje não vou beber, tenho bebido demais, vou ficar na coquinha da saúde. Ah, tá. E vcs acreditaram? Na saída da casa de M.A., M.S. fez a proposta "vamos beber alguma coisa em algum bar:". Bobage. Mas bebi pouco, quatro chopinhos pra ficar legal. Legal o suficiente pra fazer uma série de confissões inconfessáveis. Felizmente as meninas me conhecem há mais de 20 anos e não vão fazer uma idéia errada a meu respeito, pelo contrário, elas sabem muito bem quem sou. :p
Estou apenas bebinha. Juro que tentei, fui pra casa da minha amiga M.A. encontrar "as meninas do zezinho" e levei coca light. Hoje não vou beber, tenho bebido demais, vou ficar na coquinha da saúde. Ah, tá. E vcs acreditaram? Na saída da casa de M.A., M.S. fez a proposta "vamos beber alguma coisa em algum bar:". Bobage. Mas bebi pouco, quatro chopinhos pra ficar legal. Legal o suficiente pra fazer uma série de confissões inconfessáveis. Felizmente as meninas me conhecem há mais de 20 anos e não vão fazer uma idéia errada a meu respeito, pelo contrário, elas sabem muito bem quem sou. :p
sábado, 23 de setembro de 2006
Quem não foi perdeu
A festa bombou, foi ótema! Dancei muito, me diverti muito, encontrei vários amigos e fiquei muito bêbada. Mas tava todo mundo muito doido.
Pra vocês terem uma idéia, cai de bunda no chão, mas acho que ninguém reparou, tavam todos iguais ou piores que eu. Meu amigo Pedro me levantou e continuei dançando. Nem liguei.
Tá, vocês vão dizer que é desculpa, mas tinha um tabalhadinho escorregadio que, cheio de cerveja que os bêbados derramavam dos copos, fiou mais escorregagio ainda. Bom, caiu levanta e segue em frente.
A festa bombou, foi ótema! Dancei muito, me diverti muito, encontrei vários amigos e fiquei muito bêbada. Mas tava todo mundo muito doido.
Pra vocês terem uma idéia, cai de bunda no chão, mas acho que ninguém reparou, tavam todos iguais ou piores que eu. Meu amigo Pedro me levantou e continuei dançando. Nem liguei.
Tá, vocês vão dizer que é desculpa, mas tinha um tabalhadinho escorregadio que, cheio de cerveja que os bêbados derramavam dos copos, fiou mais escorregagio ainda. Bom, caiu levanta e segue em frente.
O mundo é estranho
Estou de ressaca, com sono e dor de cabeça, mas estou ótima.
Cheguei da festa já depois das 8h da manhã, ainda meio bêbada, pagando mico de vestido de lurex ao sol. Tomei café da manhã e chapei. Acordei uma vez ao meio-dia: "tá sol, vou à praia. Praia é o caralho, vou é dormir". Levantei de vez um pouco depois das 14h.
Passei o dia todo mei panqueca, mas e daí? Às 23h minha amiga Kalline Russel vai passar pra me pegar e é outra pista, outra festa, outras cervejas e outros gatinhos. Vida que segue.
Estou de ressaca, com sono e dor de cabeça, mas estou ótima.
Cheguei da festa já depois das 8h da manhã, ainda meio bêbada, pagando mico de vestido de lurex ao sol. Tomei café da manhã e chapei. Acordei uma vez ao meio-dia: "tá sol, vou à praia. Praia é o caralho, vou é dormir". Levantei de vez um pouco depois das 14h.
Passei o dia todo mei panqueca, mas e daí? Às 23h minha amiga Kalline Russel vai passar pra me pegar e é outra pista, outra festa, outras cervejas e outros gatinhos. Vida que segue.
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
Mau humor, teu nome é Roberta
Acordei chata, cansada, atrasada, mal humorada, irritadiça. Nem eu tô me aturando.
Meu cabelo está lindo hoje e minha pele até que não está mal, mas estou me sentindo gorda, embora não tenha engordado - apenas piti de mulher maluca. Demorei horas pra decidir uma roupa pra ir pro trabalho, nada me agradava. Pior que hoje é sexta, dia de felicidade! Que lástima.
Tudo bem, a esperança pra pauta de Caxias cair sobrevive. E, com ou sem Caxias, vou em casa tomar um banho de beleza, secar o cabelo no secador, fazer uma maquilage de festa, meter meu vestido de lurex e as bijous doiradas que descolei e vou pra festa. Como breguice é coisa de alma, não importa a indumentária estarei leeeeenda! Quem sabe não tem um cafona gostosão pra eu dar uns amassos na festa?
Aguardem relatório pormenorizado.
Acordei chata, cansada, atrasada, mal humorada, irritadiça. Nem eu tô me aturando.
Meu cabelo está lindo hoje e minha pele até que não está mal, mas estou me sentindo gorda, embora não tenha engordado - apenas piti de mulher maluca. Demorei horas pra decidir uma roupa pra ir pro trabalho, nada me agradava. Pior que hoje é sexta, dia de felicidade! Que lástima.
Tudo bem, a esperança pra pauta de Caxias cair sobrevive. E, com ou sem Caxias, vou em casa tomar um banho de beleza, secar o cabelo no secador, fazer uma maquilage de festa, meter meu vestido de lurex e as bijous doiradas que descolei e vou pra festa. Como breguice é coisa de alma, não importa a indumentária estarei leeeeenda! Quem sabe não tem um cafona gostosão pra eu dar uns amassos na festa?
Aguardem relatório pormenorizado.
quinta-feira, 21 de setembro de 2006
Vida de repórti
Na quarta compromissos profissionais levaram-me ao Simpósio da Centralidade da Família nas Políticas Públicas ou coisa que o valha. Hoje fui ao jantar de encerramento da Assembléia da Interpol. O rango tava meia bomba, mas confesso que cai de boca no prosecuzinho.
A mulherada ficou me sacaneando que eu ia pegar uns puliça gringo, mas como não tenho a menor atração por uniformes ou homens caretinhas, fiz foi amizade com os garçons e enchi a cara. Eu nunca bebo trabalhando, mas hoje sei lá sabe? Chutei o balde.
Como vida de repórti é isso aí mermo, amanhã vou pra inauguração na Baixada, lá niCaxia, com direito a show de funkeiro ou pagodeiro, ainda não sei. Rapadura é doce, marné mole não.
Na quarta compromissos profissionais levaram-me ao Simpósio da Centralidade da Família nas Políticas Públicas ou coisa que o valha. Hoje fui ao jantar de encerramento da Assembléia da Interpol. O rango tava meia bomba, mas confesso que cai de boca no prosecuzinho.
A mulherada ficou me sacaneando que eu ia pegar uns puliça gringo, mas como não tenho a menor atração por uniformes ou homens caretinhas, fiz foi amizade com os garçons e enchi a cara. Eu nunca bebo trabalhando, mas hoje sei lá sabe? Chutei o balde.
Como vida de repórti é isso aí mermo, amanhã vou pra inauguração na Baixada, lá niCaxia, com direito a show de funkeiro ou pagodeiro, ainda não sei. Rapadura é doce, marné mole não.
Sol na casa 5, lua na casa 5
21/09 (ontem) às 22:51h a 24/09 às 09:46h
Lua Nova, Roberta! E, neste momento que vai de 21/09 (ontem) às 22:51h a 24/09 às 09:46h, é uma Lua Nova que age sobre a Casa 5 do seu mapa astral, indicando que é tempo de festa! Aproveite esta fase de renovação total das energias para se divertir, namorar, fazer sexo, curtir a vida a todo o vapor (com responsabilidade, é claro!). Você sentirá sua energia vital mais ampla, e sua disposição de alegria lhe possibilitará bons momentos de entretenimento. Excelente fase para iniciar um romance, ou vivificar um que já exista. Você estará com muito mais luz, e as pessoas perceberão isso! Curta!
Este é um momento especial para tudo o que diz respeito ao lazer, às diversões, à satisfação da sua "criança interior". Nesta fase, seu magnetismo sexual fica mais forte, as pessoas lhe notam mais. Que tal aproveitar pra dar aquele trato no visual, dar um tempo pros pudores e se exibir um pouquinho? Todo mundo tem seu momento de estrela!
Apenas procure tomar um pouco de cuidado com paixões súbitas, intensas, que não são necessariamente "amor". Costumamos muito confundir atrações instantâneas com amor, e terminamos vendo na outra pessoa coisas que não são necessariamente reais. Às vezes estamos tão entusiasmados que simplesmente colorimos os outros com mais beleza do que eles realmente têm...
Esta é uma ótima fase para você se colocar, se expor, Roberta. Você provavelmente estará se apresentando de uma maneira agradável e envolvente, os outros estarão sentindo empatia em relação a você.
Reflexão para o período: o prazer faz parte da existência e eu mereço vivê-lo!
21/09 (ontem) às 22:51h a 24/09 às 09:46h
Lua Nova, Roberta! E, neste momento que vai de 21/09 (ontem) às 22:51h a 24/09 às 09:46h, é uma Lua Nova que age sobre a Casa 5 do seu mapa astral, indicando que é tempo de festa! Aproveite esta fase de renovação total das energias para se divertir, namorar, fazer sexo, curtir a vida a todo o vapor (com responsabilidade, é claro!). Você sentirá sua energia vital mais ampla, e sua disposição de alegria lhe possibilitará bons momentos de entretenimento. Excelente fase para iniciar um romance, ou vivificar um que já exista. Você estará com muito mais luz, e as pessoas perceberão isso! Curta!
Este é um momento especial para tudo o que diz respeito ao lazer, às diversões, à satisfação da sua "criança interior". Nesta fase, seu magnetismo sexual fica mais forte, as pessoas lhe notam mais. Que tal aproveitar pra dar aquele trato no visual, dar um tempo pros pudores e se exibir um pouquinho? Todo mundo tem seu momento de estrela!
Apenas procure tomar um pouco de cuidado com paixões súbitas, intensas, que não são necessariamente "amor". Costumamos muito confundir atrações instantâneas com amor, e terminamos vendo na outra pessoa coisas que não são necessariamente reais. Às vezes estamos tão entusiasmados que simplesmente colorimos os outros com mais beleza do que eles realmente têm...
Esta é uma ótima fase para você se colocar, se expor, Roberta. Você provavelmente estará se apresentando de uma maneira agradável e envolvente, os outros estarão sentindo empatia em relação a você.
Reflexão para o período: o prazer faz parte da existência e eu mereço vivê-lo!
Se eu fosse a Ana Paula...
...diria que sou uma potranca lôca! Como sou Roberta Carvalho, sou uma estrela!
Tenho lido meu horóscopo e jogado meu tarot virtual diariamente e tenho adorado: ele fala pra mim todos os dias! Aí hoje, depois de aproveitar minha estada na condução pra refletir sobre minha vida sentimental, cheguei no trabalho e fui olhar meus e-mails. Tava lá um aviso de novo trânsito astrológico. Fui ler, é claro. Manja só, postei abaixo reproduzindo os grifos do original.
Uau, sou quase uma potranca lôca. Pena que esse período, digamos favorável, só vai até domingo. A probabilidade de eu encontrar a boca que eu queria beijar até lá é mínima. Ai, ai, ai....
Bom, pelo menos resta o consolo que até o horóscopo sabe que sou uma estrela!
...diria que sou uma potranca lôca! Como sou Roberta Carvalho, sou uma estrela!
Tenho lido meu horóscopo e jogado meu tarot virtual diariamente e tenho adorado: ele fala pra mim todos os dias! Aí hoje, depois de aproveitar minha estada na condução pra refletir sobre minha vida sentimental, cheguei no trabalho e fui olhar meus e-mails. Tava lá um aviso de novo trânsito astrológico. Fui ler, é claro. Manja só, postei abaixo reproduzindo os grifos do original.
Uau, sou quase uma potranca lôca. Pena que esse período, digamos favorável, só vai até domingo. A probabilidade de eu encontrar a boca que eu queria beijar até lá é mínima. Ai, ai, ai....
Bom, pelo menos resta o consolo que até o horóscopo sabe que sou uma estrela!
Quero beijar moooooito
Hoje no ônibus indo pro trabalho fui pensando queria dar beijo na boca, nem precisava de sexo, mas queria beijar muito na boca. Sabe beijar até ficar com a boca inchada? Como sabia que ia trabalhar até tarde não tinha muitas esperanças. Pois é, eu queria, quero dizer ainda quero, porque não beijei ninguém mesmo.
Mas tudo bem, amanhã é sexta....
Hoje no ônibus indo pro trabalho fui pensando queria dar beijo na boca, nem precisava de sexo, mas queria beijar muito na boca. Sabe beijar até ficar com a boca inchada? Como sabia que ia trabalhar até tarde não tinha muitas esperanças. Pois é, eu queria, quero dizer ainda quero, porque não beijei ninguém mesmo.
Mas tudo bem, amanhã é sexta....
quarta-feira, 20 de setembro de 2006
Por que que a gente é assim?
Mais uma dose?
É claro que eu tô a fim
A noite nunca tem fim
Por que que a gente é assim?
Agora fica comigo
E vê se não desgruda de mim
Vê se ao menos me engole
Mas não me mastiga assim
Canibais de nós mesmos
Antes que a terra nos coma
Cem gramas, sem dramas
Por que que a gente é assim?
Mais uma dose?
É claro que eu tô a fim
A noite nunca tem fim
Baby, por que a gente é assim?
Você tem exatamente
Três mil horas pra parar de me beijar
Hum, meu bem, você tem tudo
Pra me conquistar
Você tem exatamente
Um segundo pra aprender a me amar
Você tem a vida inteira
Pra me devorar
Pra me devorar!
Mais uma dose?
É claro que eu tô a fim
A noite nunca tem fim
Por que a gente é assim?
Não preciso dizer de quem é a música e na voz de quem gosto de ouvir. Quem ou o que essa música me lembra, ou tem me lembrado nos últimos dias já é outro assunto.
Na verdade essa música me lembra muitas coisas e algumas pessoas, mas no momento descreve perfeitamente meu momento e ainda mais e melhor outro momentos recentes.
Mais uma dose?
É claro que eu tô a fim
A noite nunca tem fim
Por que que a gente é assim?
Agora fica comigo
E vê se não desgruda de mim
Vê se ao menos me engole
Mas não me mastiga assim
Canibais de nós mesmos
Antes que a terra nos coma
Cem gramas, sem dramas
Por que que a gente é assim?
Mais uma dose?
É claro que eu tô a fim
A noite nunca tem fim
Baby, por que a gente é assim?
Você tem exatamente
Três mil horas pra parar de me beijar
Hum, meu bem, você tem tudo
Pra me conquistar
Você tem exatamente
Um segundo pra aprender a me amar
Você tem a vida inteira
Pra me devorar
Pra me devorar!
Mais uma dose?
É claro que eu tô a fim
A noite nunca tem fim
Por que a gente é assim?
Não preciso dizer de quem é a música e na voz de quem gosto de ouvir. Quem ou o que essa música me lembra, ou tem me lembrado nos últimos dias já é outro assunto.
Na verdade essa música me lembra muitas coisas e algumas pessoas, mas no momento descreve perfeitamente meu momento e ainda mais e melhor outro momentos recentes.
O Orientador recebe
Acabei de chegar da casa de O Orientador. Fui pra lá direto da repartição e ele me recebeu com vinho. Até a berinjela sair do forno eu já tava bêbada. Menos mal.
Ele disse que minha dissertação tá uma delícia de se ler, super simpática, mas.... pois é, mas... quase me chamou de estelionatária. Disse que não cumpro o que prometo na introdução. Porra, é a milésima vez que ele lê a introdução e só agora, há uma semana da defesa, percebeu isso? Bom, vou tentar fazer todas as alterações a tempo, mas se não der, vida que segue.
Acabei de chegar da casa de O Orientador. Fui pra lá direto da repartição e ele me recebeu com vinho. Até a berinjela sair do forno eu já tava bêbada. Menos mal.
Ele disse que minha dissertação tá uma delícia de se ler, super simpática, mas.... pois é, mas... quase me chamou de estelionatária. Disse que não cumpro o que prometo na introdução. Porra, é a milésima vez que ele lê a introdução e só agora, há uma semana da defesa, percebeu isso? Bom, vou tentar fazer todas as alterações a tempo, mas se não der, vida que segue.
terça-feira, 19 de setembro de 2006
segunda-feira, 18 de setembro de 2006
Minha sorte tá virando!
Pra poder viabilizar minha viagem à BSB tive que trocar meu plantão. Fui ligando pra cada um que exerce a mesma função que eu e ninguém podia trocar. Já tava começando a me preocupar quando um colega diz "troco". Troca? Assim facinho? Que amor! Então tá trocado! Até fiquei meio bolada porque toda vez que troco plantão caiu uma viagem no meu colo, mas como queria trocar nem esquentei.
Eis que no fim de semana caiu a ficha. O plantão dele era no fim de semana da eleição, o que significa ir à certa (nada) aprazível localidade do norte fluminense e ter que justificar o voto. Porra, logo agora que escolhi meus candidatos? E porra, já fui uma vez, é mó furada. Já tava puta e avisando a todo mundo "tomei no cu e nem gozei: tô de plantão no dia da eleição".
Mas né que assim como o tempo, minha sorte virou? Eis que hoje abri o e-mail da repartição e uma cálega pedia pra trocar. Aceitei, mas generosa que sou, perguntei se ela tinha certeza e se sabia o que isso implicava. Ela disse que sim, ou teria que vir trabalhar no meio das férias.
Rá! me livrei do plantão de eleição! Nem tão mau humor assim. Acho que vou até ler meu horóscopo e tirar o Tarot Virtual pra me divertir!
Pra poder viabilizar minha viagem à BSB tive que trocar meu plantão. Fui ligando pra cada um que exerce a mesma função que eu e ninguém podia trocar. Já tava começando a me preocupar quando um colega diz "troco". Troca? Assim facinho? Que amor! Então tá trocado! Até fiquei meio bolada porque toda vez que troco plantão caiu uma viagem no meu colo, mas como queria trocar nem esquentei.
Eis que no fim de semana caiu a ficha. O plantão dele era no fim de semana da eleição, o que significa ir à certa (nada) aprazível localidade do norte fluminense e ter que justificar o voto. Porra, logo agora que escolhi meus candidatos? E porra, já fui uma vez, é mó furada. Já tava puta e avisando a todo mundo "tomei no cu e nem gozei: tô de plantão no dia da eleição".
Mas né que assim como o tempo, minha sorte virou? Eis que hoje abri o e-mail da repartição e uma cálega pedia pra trocar. Aceitei, mas generosa que sou, perguntei se ela tinha certeza e se sabia o que isso implicava. Ela disse que sim, ou teria que vir trabalhar no meio das férias.
Rá! me livrei do plantão de eleição! Nem tão mau humor assim. Acho que vou até ler meu horóscopo e tirar o Tarot Virtual pra me divertir!
Generosa
Apesar do mau humor que tô hoje e da minha fama de mulherzinha intragável, ando generosa, generosíssima aliás. Resolvi perdoar todos os meus desafetos, esquecer as pendengas e deixar barato meia-dúzia de sopapos que eu tava devendo pra uns fura-olhos aí. Estou um doce. Claro, estou um doce quando não estou de ressaca.
Apesar do mau humor que tô hoje e da minha fama de mulherzinha intragável, ando generosa, generosíssima aliás. Resolvi perdoar todos os meus desafetos, esquecer as pendengas e deixar barato meia-dúzia de sopapos que eu tava devendo pra uns fura-olhos aí. Estou um doce. Claro, estou um doce quando não estou de ressaca.
Formô, já é!
Tá marcada a defesa da minha dissertação. Quinta-feira, dia 28 de setembro, às 20h.
Sei que vou ficar nervosa, sei que vou ficar intimidada com o público, mas fazer o que? Minha fama de exibida e mulher sem vergonha na cara me precede e mó cabeçada já disse que vai. Quer ir também?
Pensando bem, será que rola cobrar ingresso?
Tá marcada a defesa da minha dissertação. Quinta-feira, dia 28 de setembro, às 20h.
Sei que vou ficar nervosa, sei que vou ficar intimidada com o público, mas fazer o que? Minha fama de exibida e mulher sem vergonha na cara me precede e mó cabeçada já disse que vai. Quer ir também?
Pensando bem, será que rola cobrar ingresso?
Horário eleitoral
Enquanto blogo tá passando aquela porra de programa eleitoral gratuito. Às vezes me divirto, mas hoje não tô no meu melhor humor. Tá um momento "povo fala" e uma velha podre dizendo "ando na rua tenho medo, entro no ônibus tenho medo, entro no metrô tenho medo. Que que a gente vai fazer?". Respondi "Tu é maluca, porra! Se mata!". A velha podre finalizou "Não dá pra viver assim!". Isso que eu falei, não dá pra viver assim, se mata velha podre filha da puta, menos uma idiota no mundo consumindo oxigênio e produzindo esgoto. Aposto que ela não separa o lixo. Olhei pra TV e a bruxa era feia como o capeta. Gente feia devia pagar mais imposto, gente feia e burra tem é que morrer, até os aluguéis iam ficar mais baratos!
Odeio gente que tem medinho de tudo. Que acha que vai ser assaltado o tempo todo, que tem medo de gente, que tem medo de vazio, de cheio. Se matem logo!
Sim, sou louca e grito pra TV.
Enquanto blogo tá passando aquela porra de programa eleitoral gratuito. Às vezes me divirto, mas hoje não tô no meu melhor humor. Tá um momento "povo fala" e uma velha podre dizendo "ando na rua tenho medo, entro no ônibus tenho medo, entro no metrô tenho medo. Que que a gente vai fazer?". Respondi "Tu é maluca, porra! Se mata!". A velha podre finalizou "Não dá pra viver assim!". Isso que eu falei, não dá pra viver assim, se mata velha podre filha da puta, menos uma idiota no mundo consumindo oxigênio e produzindo esgoto. Aposto que ela não separa o lixo. Olhei pra TV e a bruxa era feia como o capeta. Gente feia devia pagar mais imposto, gente feia e burra tem é que morrer, até os aluguéis iam ficar mais baratos!
Odeio gente que tem medinho de tudo. Que acha que vai ser assaltado o tempo todo, que tem medo de gente, que tem medo de vazio, de cheio. Se matem logo!
Sim, sou louca e grito pra TV.
Chuta que é macumba!
Bem que sábia Narinha disse "bêbado não pode ter telefone nem e-mail". Pois é, me deixaram bêbada no computador, deu no que deu. Escrevi o que não devia para aquele cujo nome não se pronuncia.
Narinha já avisou que na próxima vai é me dar um tanque de roupa suja pra eu me ocupar. Pior que maluca do jeito que tô é capaz de lavar mesmo. Sábia Nara já setenciou hoje "chuta que é macumba, filha!". Chutei antes que ela me chute - meus amigos cuidam de mim, sabe?
Bem que sábia Narinha disse "bêbado não pode ter telefone nem e-mail". Pois é, me deixaram bêbada no computador, deu no que deu. Escrevi o que não devia para aquele cujo nome não se pronuncia.
Narinha já avisou que na próxima vai é me dar um tanque de roupa suja pra eu me ocupar. Pior que maluca do jeito que tô é capaz de lavar mesmo. Sábia Nara já setenciou hoje "chuta que é macumba, filha!". Chutei antes que ela me chute - meus amigos cuidam de mim, sabe?
Confesso que bebi
Seguindo prescrição médica enchi a cara no fim de semana. O Dotô Todo Bom ia ficar orgulhoso de mim.
Sexta fui comemorar o aniversário de Kelly na Lapa. Levei a cálega de repartição Nelza comigo. Lá estavam Kelly com Dani e a irmã Kalline, depois chegou Vicente. Surpreendentemente apareceu O Orientador & JR. Bebi que nem sei.
Sábado saí com amiga Kika, ela me pegou pra eu conhecer o cafofo novo dela. A idéia era tomar umas cervejotas em casa e sair depois. Acabamos nos jogando no sofazão dela e enchendo a cara enquanto víamos um dvd do Nando Reis, eu acho. Bebi.
Domingo fui à praia sozinha. À noitinha encontrei Nelza, a cálega de repartição, no Belmonte de Copa. Kelly disse que ia mas não apareceu. Bebemos nós duas.
Hoje ainda estou sóbria, mas acho que dá tempo de encher a cara antes de dormir.
Seguindo prescrição médica enchi a cara no fim de semana. O Dotô Todo Bom ia ficar orgulhoso de mim.
Sexta fui comemorar o aniversário de Kelly na Lapa. Levei a cálega de repartição Nelza comigo. Lá estavam Kelly com Dani e a irmã Kalline, depois chegou Vicente. Surpreendentemente apareceu O Orientador & JR. Bebi que nem sei.
Sábado saí com amiga Kika, ela me pegou pra eu conhecer o cafofo novo dela. A idéia era tomar umas cervejotas em casa e sair depois. Acabamos nos jogando no sofazão dela e enchendo a cara enquanto víamos um dvd do Nando Reis, eu acho. Bebi.
Domingo fui à praia sozinha. À noitinha encontrei Nelza, a cálega de repartição, no Belmonte de Copa. Kelly disse que ia mas não apareceu. Bebemos nós duas.
Hoje ainda estou sóbria, mas acho que dá tempo de encher a cara antes de dormir.
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