quinta-feira, 30 de abril de 2009

Saco cheio

Estou irritada, de saco cheio da vida e das pessoas burras. Sim, continuo com dor de cabeça. Quer saber? Foda-se. Hoje à noite tem um festão com muitos amigos. Vou beber e amanhã dormir até o corpo doer. É o que me resta.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

E lá vamos nós

O quarto dia consecutivo de dor de cabeça vai bem.

Sabe o que eu queria?

Dormir. Sim, tudo que eu preciso na vida atualmente é dormir. Mas dormir mesmo, sem hora pra acordar, sem medo de perder a hora, sem nenhum puto pra ligar e interromper meu soninho.

Ai, como eu quero dormir. Ai, quem me dera...

terça-feira, 28 de abril de 2009

Péssimo dia

Hoje foi um dia pior que os outros. Acordei cedo e mal-humorada, como era de se esperar. Tomei meu banho tão quente quando a merda do chuveiro elétrico permite, me arrumei e fui tomar café. Enquanto o pão tava na sanduicheira, fui calçar o sapato. Volto e tá um cheiro de queimado da porra. Só podia ser a sanduicheira de merda que tava derrendo. Peguei um pano e puxei correndo pelo fio mesmo, achando que era algo encostado. Nada, era a tomada. Comi meu pão não-suficientemente tostado e fui embora.

Na rua, percebi que tava calor e eu tava com uma roupa quente. Acho que uma nuvem fica estacionada no céu em frente à minha janela. Sempre que tá nublado e, na rua, descubro que tá sol. Fui pro ponto. Depois de esperar uns 10 minutos, resmungo "putaquepariu, tá demorando pra caralho" e, no mesmo instante, lembro que terça é dia de aula. Ainda bem que demorou, ou eu teria ido pego ônibus pro trabalho.

Caminho uma quadra e espero no sol o ônibus pra zona sul. Mais dez minutos e vem o 433. Vou em pé, é claro. No caminho passo pela sede do Botafogo e há uma fila enorme, no sol. É, o mundo é estranho. Eu queria estar dormindo e tem gente que tá de pé numa fila, pegando sol na moleira, por gosto. Eu não fico em fila pra comprar ingresso pra nada. Aliás, só fico em fila se não tiver jeito. Enfim, azar o deles.

Pelo menos cheguei na ECO faltando 20 minutos pra aula. Fui à xerox, pegar o texto de terça que vem. LOTADA. Fui pra sala. A aula foi ótima, mas na saída tive que encarar a xerox abarrotada de novo. Cerca de 180 páginas não tão facilmente digeríveis para a próxima semana. É a vida, a alternativa é ser tosca. Eu passo, prefiro estudar. Quando me perguntam pra que eu estudo, pra que quero fazer doutorado respondo que é para não ficar tosca.

De posse do volume de papel fotocopiado, fui para o ponto de ônibus, afinal a gincana tava na metade: ainda tinha o expediente na repartição. Resolvi esperar pelo 484B, que vai pela Perimetral e tem ar condicionado. Ele demorou e, quando veio, passou por fora. O motorista me ignorou e foi embora. Peguei o 484 comum, lerdo e calorento e fui pro trabalho sacolejando, suando e lendo Hobsbawm falar sobre Marx e a História.

Cheguei esbaforida, larguei o volume e a bolsa na mesa, liguei o computador e corri pra almoçar. Havia pouca gente na sala, os cálega tinha sumido quase tudo. Meu chefe foi comigo, mas ele tava com cara de poucos amigos. Fomos conversando sobre gatos, nosso assunto em comum favorita, daí acabamos sorrindo um pouco, apesar da comida podre e cara que nos servem. Ele me sacaneia por causa dos meus resgates felinos, mas confessou que nos tempos de faculdade já teve 18 gatos, sendo uma sem pata e outra sem olho. Hoje ele tem só dois, um amarelo e uma pretinha. No fim do almoço, sempre tomamos um café expresso, pra nossa vida ter alguma alegria.

Quando finalmente sentei a bunda pra trabalhar, havia 500 quilos de tarefas e e-mails acumulados, mas a rede tava péssima e suei pra conseguir dar conta pelo menos do inadiável. Saí mais tarde do que meu horário.

Como cheguei em casa mais tarde que o usual, corri pra academia sem comer. A dor de cabeça aumentou e levei meia hora a mais que o normal. Quando saí, peguei o celular pra ligar pra uma amiga com quem tinha marcado de jantar. Ela cancelou. Então vi que meu amigo Gueto Blaster tinha ligado. É incrível como ele consegue só me ligar quando não posso atender. É na terapia, na academia, no dentista, no meio de reunião. Um talento!
Daqui a pouco ligo pra ele.

Do fitness club, parti para o supermercado. Fazer compras com fome não é muito inteligente, mas meu foco era no material de limpeza. Botei força na peruca e fé em Zambi e logrei êxito: de comida trouxe apenas duas caixas de leite, uma de corn flakes, uma bandeja de iogurte, um pote de alho picado e um saco de ervilhas congeladas. Básico.

Enquanto esperava o elevador, o porteiro me entregou a correspondência. Contas, é claro. Telefone e aluguel.

Agora estou aqui, sentada na cama, computador no colo e uma puta dor nos músculos dos ombros. Vou tomar banho e dormir, quem sabe amanhã será um dia melhor, pelo menos em dor de cabeça.

Terceiro dia

Estou com dor de cabeça há três dias, portanto não preciso explicar meu péssimo humor. Tudo começou com um "pulo" que um ônibus deu na Avenida Dom Hélder Camara. Acabei de capitular e tomar um Sumax, já tinha tentando Tylenol, Neosaldina e Dorflex.

Vamos ver se amanhã será um dia melhor.

domingo, 26 de abril de 2009

Péssimo humor

Saco cheio, dor de cabeça, cansaço e irritação. Não me encha o saco.

Enrolada

Ando muito enrolada da vida mesmo. As tarefas tão se acumulando e eu me enrolando cada vez mais. Antes que alguma mala pergunte "se não tem tempo pra nada, por que tá blogando pra resmungar que não tem tempo?", respondo que blogo pra me consolar.

Daí, chata e estressada, resolvi fazer feriadinho. Quer dizer, resolver mandar tudo pro caralho e aproveitar o feriadinho. Fui almoçar na casa de O Orientador na quinta-feira e só voltei hoje à noite. Me aboletei, encalhei no sofazão e fiquei por lá mesmo. Delícia. À tarde, acordávamos ao meio-dia, íamos almoçar em algum lugar aberto e agradável - pra ver gente bonita e com pouca roupa passar - e, à noite, viamos DVDs de filmes ruins e bebiamos vinho. Claro, enquanto isso íamos falando mal do mundo. Foi maravilhoso e revigorante estar com os meus.

Chato foi voltar hoje e descobrir que a casa foi invadida por baratas francesas. Já matei mais de 10 e quase me sufoquei com inseticida. Puta-que-pariu.

Inadimplente

A pasta de e-mails "blog" está abarrotada. Desculpem queridos, li todos, mas não tive tempo de responder. Estou muito enrolada da vida. Nem fiz meu IR ainda!

domingo, 19 de abril de 2009

É festa!

Já é quase segunda-feira e, apesar dos feriados de terça e quinta, já tô pensando no próximo fim-de-semana. Sábado estarei na Casa Rosa, na Festa da Foca, produzida pela nossa amiga e leitora Dani B. Vamos?

sexta-feira, 17 de abril de 2009

É sexta-feira...

E eu fiquei em casa.

Tinha uma festa, um convite pra beber com uns malucos divertidos e o convite pra acompanhar uma amiga no show do B'52. O negócio é que cheguei em casa com uma dor de cabeça do capeta, aliás, da TPM. Nem a academia fui, afinal, correr na esteira com a cabeça doendo não é exatamente uma boa ideia. Resolvi me poupar para as três festas de amanhã e não fui a lugar nenhum.

Pois é, meus amigos, às vezes é dura a vida de locomotiva social.

Presentes tardios

Ou Meus amigos meio lelés

Tenho recebido alguns mimos tardios pra minha casa que já não é tão nova. Sábado passado finalmente Alice me entregou meu pinguim (ai que vontade de escrever pingüim!) de geladeira. O pobre ficou empacotado um ano! Fofíssimo e fáxion, ele tem um topetinho loiro, o que lhe imediatamente lhe valeu o apelido de "Belo". Sim, Belo está em custódia aqui em casa, sobre minha geladeira frost free consul 300, aquela que me deu muita dor-de-cabeça, mas agora só me dá alegrias. Sim, querida, devo uma foto do Belo sobre a geladeira. Devo não nego, pago quando puder. Mentira, pago quando limpar a geladeira e obtiver a tampinha da bateria do celular, porque não tenho câmera.

Há mais um tempinho ganhei outro jogo de toalhas (pelaamordedeusquenãoexiste, não me deem mais toalhas, não cabe mais nada na gaveta). Volta e meia alguém aparece com um presente que tinha esquecido de me dar. Aliás, alguns dos meus melhores amigos nunca me deram o que prometeram: Nara ia me dar um jogo de roupa de cama, nem precisa mais porque também não caberia na gaveta. Mãe Camila ia me dar a louça, mas se até hoje vivi bem com dois pratos rasos e quatro de sobremesa, posso continuar assim, afinal, não recebo ninguém pra jantar mesmo. O Orientador ia me dar uma capa pro meu edredon. Humpf. Cadê? Tá certo que me deu uma TV de 29 polegadas, mas prometeu a capa de edredon...

Pois é, quanto mais amigo, mais safado.

Alegria, alegria!

Ontem quando cheguei em casa o porteiro veio meio rindo com dois pacotes pra mim (eles riem porque recebo muita coisa). Eu, que já não gosto de receber um pacotinho, disse sorridente e surpresa "Ué, não comprei nada! Ou comprei?". Que alegria quando peguei os embrulhos e vi que tinham sido enviados por uma amiga exilada na Escócia.

Subi rindo à toa e fiquei emocionada quando abri. Parecia criança no Natal. Ganhei uma toalha de banho verde, um tapetinho verde, uma ecobag, uma colher para mel, uma espécie de frasco medidor que ainda não analisei direito, um pegador de pratos quentes pras duas mãos, um avental, um pegador de salada e, rufem os tambores, um gatinho laranja que suga as migalhas! Em outro pacote uma necessaire que usarei como carteira e uma pulseira lindas, mas o melhor tudo foi encontrar um cartão com uma carta dentro. Carta mesmo, escrita à mão, em papel decorado, sabe? Não via uma dessas há anos.

Adorei tudo, tudo lindo e fofo, mas me emocionei foi pelo carinho, pela amizade, pela afetividade da minha amiga, do outro lado do mundo, lembrar de mim e se dar ao trabalho de comprar um monte de coisas, empacotar cuidadosamente, ainda escrever um cartão e uma carta e levar ao correio... obrigada querida, obrigada pela atenção, obrigada por ser minha amiga.

Quando li a carta, rindo e chorando, senti tanta saudade da minha amiga. Quis comprar uma passagem pra Abeerden no dia seguinte. Infelizmente, este ano não rola. Quem sabe se ela ainda estiver lá ano que vem.

Mandei um e-mail curto agradecendo, mas amanhã vou comprar um bloco de papel de carta, tão bonito quanto o que ela me mandou, e escrever uma missiva manuscrita. Será que ainda sei fazer isso? Vai ser uma delícia ir ao correio. Vou fazer questão de colar os selos!

Como sempre digo, tenho alguns dos melhores amigos que alguém pode ter.


PS. "Ué, mas você não se mudou há um ano?", perguntariam vocês. Pois é, mas Vivi sempre foi meio biruta (só ela, eu nunca, tá?). Deve ter comprado isso quando soube da minha casa nova e só despachou agora. E Menina Antonia ainda não me entregou meus copos de coca-cola! Se é que já não deu pra outra amiga que se mudou...

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Já é quase fim-de-semana

Hoje à tarde quase chorei de tristeza quando percebi que ainda era quinta e tinha que trabalhar amanhã. Que lástima. Mas tudo bem, já é quase meia-noite, vou dormir e acordar numa alegre sexta-feira. Tenho tanto trabalho que nem vou perceber o tempo passar e, à noite, tenho uma festa pra ir. Rá!

Falar em festa, sábado tenho três. Como é chata essa vida de locomotiva social.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Esfolada

Não, não, não é isso. Antes fosse.
Desta vez, o aparelho ortodôntico esburacou minha boca.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Pelo menos não sou a única velha chata....

www.velhachata.wordpress.com

Datada

Hoje de manhã na aula, ao fazer minha anotações no caderno, me peguei colocando trema em sequência.
Como alguém disse outro dia por aqui, tantos anos pra aprender a escrever para agora, depois de velha, não saber mais.

Entrevada

Destranquei a matrícula na academia ontem.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Bode

Hoje não fui trabalhar, vão fazer uma obra na minha sala e a equipe foi dispensada. Acordei na hora de ir trabalhar e foi bom olhar o relógio e dormir de novo. Levantei às 10h. Pelo menos não estou com sono, mas também não estou bem. Tô num bode danado.

A vida é bela, mas às vezes é uma merda. Vou sair pra resolver problemas em horário comercial que tavam acumulados, vamos ver se meu humor melhora ao longo do dia.

sábado, 11 de abril de 2009

quarta-feira, 8 de abril de 2009

É grave a crise

Estou a dois passos de um chilique.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Sabe uma das melhores coisas da vida?

Ser uma blogstar há sete anos e ter vários leitores que viraram grandes amigos!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Qual a boa do feriadão?

Trabalho até meio-dia de quinta, depois só terça de manhã porque vão fazer uma obra na minha sala na segunda-feira. Menina Krako tá na cidade e tamos na pista pra negócio, aceitando até convite pra chá de bebê (se for de beber é melhor).

Queremos beber, dançar rir e ser felizinhas. Tô pensando em Bukowski, Democráticos e Teatro Odisséia. Casa da Matriz costuma ficar muito vazia e estranha em feriados. Mas se tiver idéia melhor, chama que a gente vai!

Meu mal era sono

A tristeza do dia era sono mesmo. Cheguei em casa, tirei a roupa, liguei o ventilador de teto e chapei. Nem tomei banho ou comi. Acordei agora há pouco alegrinha da silva. O negócio vai ser dormir de novo daqui a pouco.

Sempre que tô muito cansada eu fico com triste.

O mundo é estranho

E eu sou estranhíssima. Hoje acordei triste sem motivo, cansada, desanimada, sem energia.
Tá certo que acordei mais cedo que o usual, mas dormi cedo. Havia uma apresentação importantíssima no trabalho e não queria perder a hora. Deu tudo certíssimo, foi um sucesso. Mas eu só sinto vontade de sentar no chão e chorar. Pretendia ir a academia destrancar matrícula e talvez ao supermercado. Precisava dar um monte de telefonemas e resolver um monte de coisas. Sabe o que eu vou fazer? Nada. Vou pra casa chorar na minha caminha.

domingo, 5 de abril de 2009

Hoje eu vou mudar...

...Vasculhar minhas gavetas

Pois é, eu adoro me reinventar. A revista Criativa de abril tem uma chamada de capa "Mudança geral". Comprei correndo. Além de depoimentos e dicas, havia até uma lista de mudanças possíveis. Como não posso mudar de casa e emprego no momento, me restou a mudança de visual. Corri na farmácia e comprei uma caixa de Excellence L'oreal. Fiz uma cagada desgraçada em casa e me atrasei pra festa, mas desde sexta-feira exibo madeixas negras como a asa da graúna.

Não tenho opinião formada ainda, não sei se ficou melhor ou pior, mas é bom mudar, então tá bom.

Decisão decidida

Tô gorda que nem uma vaca obesa, nenhuma roupa dá em mim e me choco cada vez que me vejo em uma foto. Comecei a dieta hoje e amanhã destranco a matrícula na academia. Peraí que vou pegar minha lasanha no microondas e já volto.

VDM

Quando saí do trabalho na sexta-feira o tempo tava nublado claro, com pinta de que ia abrir. Deixei o guarda-chuva na gaveta, pois era o que mora lá mesmo (tenho um em casa e um no trabalho). Tô chegando em casa e cai um temporal. Como ando 3 quadras do ponto até meu prédio, resolvi comprar um guarda-chuva. Olhei em volta e nenhum camelô. Merda, cadê os senso de oportunidade dessa gente, hein?

Entrei em uma loja e demorei séculos pra lograr êxito, pois você precisava tirar a nota em um balcão, pagar no caixa e ir a outro guichê pra pegar o produto. Isso tudo por um guarda-chuva de cinco reau. Quando finalmente saí, tinha parado de chover.

Sim, agora tenho um novo guarda-chuva vagabundo no armário. Posso guardar para ceder a visitas em caso de emergências pluviais (quiçá fluviais, já que minha rua enche).

O mistério do pote de requeijão

Sexta-feira fui a uma festa daquelas que cada convidado deve levar "uma unidade" (como diz Vanessa, uma caixa de cerveja é uma unidade). Passei rapidinho no supermercado pra comprar. Não ia levar mais nada, pois o pacote de cerveja já pesa, mas tinha promoção de requeijão e em casa o produto tinha acabado. Comprei.

Hoje na hora do café da manhã fui procurar. Cadê? Sumiu.

Já refleti longamente sobre o mistério e cheguei a conclusão que podem ter ocorrido cinco opções:

1) Levei no saco do supermercado pra festa junto com a cerveja e, ao fim da noite, acharam um requeijão no fundo do isopor.

2) Levei no saco do supermercado pra festa junto com a cerveja e caiu no carro da minha amiga que me deu carona. Quando for limpar o carro, ela vai achar um pote de requeijão podre.

3) Cheguei em casa e tirei o requeijão do saco do supermercado. Nisso o telefone tocou e fui atender com o pote na mão. Distraída, quando desliguei fui fazer outra coisa e esqueci em algum lugar, como dentro do armário de bolsas ou documentos. Algum dia, vou achar um pote de requeijão podre.

4) Alienígenas ou duendes loucos por requeijão invadiram minha casa enquanto eu tava na festa e levaram meu pote.

5) Tô tão louca que sonhei que comprei requeijão.

O estranho mundo do Orkut II

Tava olhando o "Fotos comigo". Algumas eu nem tinha reparado, outras já tinha visto e comentado. Deixei novos comentários pra outras e talz. Eis que reparo no cadeadinho no alto da página. Eu não bloqueio nada, afinal sou uma blogstar e minha vida é pública. Tava lá o aviso "Você pode ver 12 de 16 fotos (algumas delas estão disponíveis apenas para amigos)". Então tem gente que nem é meu amigo, mas postou alguma fota na qual eu apareço? Pô, adiciona ou desbloqueia aê, tô curiosa.

O estranho mundo do Orkut

Dia desses recebi um comentário elogiando meu perfil e vídeos. Achei engraçado e agradeci, achando que era algum leitor arredio. Logo em seguida reconheci a figura e deixei outro scrap, dizendo "Ei, peraí, vc é o Fulano que eu conheço?".

Ele não respondeu e apagou o scrap que tinha deixado pra mim, além dos meus, é claro. Como sempre digo, o mundo é estranho.

Mocinho palhacinho

Sábado eu tinha um date, combinamos jantar na minha pizzaria favorita e tomar uns chopinhos. Moço educado, veio me buscar em casa. Moço estranho, chegou antes do previsto e eu não tinha terminado de me arrumar. Sobe aê. Péssimo ele me ver descalça, sem batom, ainda passando rímel, mas fazer o que? Pior era deixar o catiço esperando na calçada. Eis que o mocinho vai ao toalete.

- Pô, maneira essa tua parada de lavar a mão de abacaxi.
- Abacaxi?! O sabonete líquido é de vanilla e cassis!
- Vanilla e cassis? Porra...

De vingança, mais tarde, abracei o bruto e encostei meu lindo e meigo rostinho naquele peito viril. Três camadas de reboco, também conhecido como maquiagem, ficaram pregadas na camisa preta dele. Quaquaqua.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Merda

Não digo que sou desmemoriada e trololó? Logo hoje, dia do chope, esqueci o celular na repartição. Não adianta me ligar, mas juro que estarei lá no Gomes daqui a pouco.

Vejo vocês mais tarde

É hoje, hein putada. Né trote de 1º de abril não. Chope dos leitores, a partir das 19h, no Boteco do Gomes, esquina de Rua do Riachuelo com Gomes Freire.

Agora, vocês não sabem o que querem da vida, né? Primeiro ficam reclamando que não marcamos chope há um tempão. Daí marquei esse e todo mundo pergunta "ué, chope de que? pra comemorar o que?". Eu, em nível de velha chata, desmemoriada e lelé confessa, tava respondendo "chope de chope, oras", mas lembrei que usamos como mote o primeiro ano de ocupação meu studio, no próximo sábado.

Então é isso, espero vocês pra comemorar o primeiro aninho do meu personal cafofo.